<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-1604053015311107771</id><updated>2012-02-16T13:12:27.711Z</updated><category term='amigos'/><category term='Violência'/><category term='Comportamento Alimentar'/><category term='Infidelidade'/><category term='Divórcio'/><category term='Família'/><category term='Doença e Morte'/><category term='Ansiedade'/><category term='Álcool e Drogas'/><category term='Fobias'/><category term='Amor'/><category term='Depressão'/><category term='Educação dos Filhos'/><category term='Mulher'/><category term='Ciúme'/><title type='text'>A Psicóloga Responde</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://apsicologaresponde.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apsicologaresponde.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Cláudia Morais</name><uri>https://profiles.google.com/114522808266184403458</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-_agjL4wpQfg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAB0s/uQkbw7VAUbQ/s512-c/photo.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>277</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1604053015311107771.post-1722952573588027332</id><published>2011-09-08T10:01:00.000+01:00</published><updated>2011-09-08T10:01:37.704+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ansiedade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='amigos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Depressão'/><title type='text'>NÃO TENHO AMIGOS</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/6w3P0t6ocIE" width="480"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Carta original:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Tenho 20 anos e desde que me conheço que sei que tenho um problema e já procurei ajuda que sinto que não está a resultar. Sinto uma enorme vontade de acabar com a minha vida cada vez que me confronto com situações adversas, não tenho amigos e fico em pânico com a possibilidade de ter de conviver ou falar com alguém. Quando era mais nova era gozada na escola pela minha timidez e aspecto físico, era a típica "crominha" da turma e chamavam-me de sonsa. E ainda hoje continua a ser assim - ando na faculdade e continuo a ser gozada e pouco apreciada pelos meus colegas. Na verdade, para além dos meus pais, nunca tive ninguém que gostasse de mim e por isso sou muito apegada a eles. Não sei se o meu problema se trata de uma simples depressão, mas a verdade é que isto afecta-me não só a mim como aos meus pais e estou desesperada. Quando penso que tudo acabará com a morte fico aliviada mas ao mesmo tempo sinto-me pressionada a ser feliz para não fazer sofrer os meus pais. Infelizmente, dou demasiada importância ao que os outros pensam de mim e passo a vida a pensar nas situações negativas (gozo, julgamentos de carácter, etc.) pelas quais passei. Preciso constantemente que me digam que gostam de mim e que me aprovem como pessoa para me aceitar a mim própria mas como isso quase nunca acontece estou sempre triste. Sinto que nunca vou ser feliz porque não me consigo desligar destes pensamentos. Acordo e adormeço desesperada sob um sufoco que se prolonga pelo dia todo e tenho momentos de muita irritação e choro (chego a sair das aulas para ir chorar para a casa de banho)... Não sei o que fazer, já cheguei ao extremo do egoísmo, porque só me consigo concentrar na minha tristeza e nas pessoas que não gostam de mim e que me tratam ou trataram mal...&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Ana Rita&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1604053015311107771-1722952573588027332?l=apsicologaresponde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/1722952573588027332'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/1722952573588027332'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apsicologaresponde.blogspot.com/2011/09/nao-tenho-amigos.html' title='NÃO TENHO AMIGOS'/><author><name>Cláudia Morais</name><uri>https://profiles.google.com/114522808266184403458</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-_agjL4wpQfg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAB0s/uQkbw7VAUbQ/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/6w3P0t6ocIE/default.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1604053015311107771.post-2487532928497673833</id><published>2011-09-07T10:19:00.000+01:00</published><updated>2011-09-07T10:19:00.095+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ansiedade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Depressão'/><title type='text'>ATAQUE CARDÍACO OU ATAQUE DE PÂNICO?</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/MISqLRN47lQ" width="480"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Carta original:&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O meu caso é igual ao do Sr. Silva - sou lutador de jiu jitsu e não consigo treinar, nem fazer qualquer exercício, por medo de um ataque cardíaco. Já fui parar às urgências várias vezes e… nada - batimento cardíaco e pressão normais. Não consigo dormir e não sei o que fazer - a falta de ar é muito grande, sinto dor no peito, nas costas e na barriga, não consigo relaxar. Acho que o meu caso foi agravado porque fumava e parei abruptamente (não bebo nem uso outras drogas). Estou a tomar fluoxetina mas isto está a deixar-me esquisito. Ando nisto há quase três meses mas não deixei de trabalhar. É horrível, meço a pulsação a cada minuto. Há alguma alimentação que me possa ajudar? Se eu voltar a fumar (não quero) posso melhorar e parar de tomar remédios? O diazepam e a fluoxetina estão a deixar-me doido. Cheguei a tomar meio diazepam à noite mas acordava como se estivesse de "ressaca". Já não sei o que fazer. Há dois anos fui a um cardiologista e fiz provas de esforço físico - não deu absolutamente nada. Devo voltar ao cardiologista? Será que posso voltar a praticar exercício de forma leve? Isso ajudaria ou atrapalharia? Tenho 38 anos, 1m81, e 80 kg (tinha, já estou com 76). Há várias pessoas na minha família que já tiveram isto - avô, mãe, irmã, tios e primos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Pedro&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1604053015311107771-2487532928497673833?l=apsicologaresponde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/2487532928497673833'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/2487532928497673833'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apsicologaresponde.blogspot.com/2011/09/ataque-cardiaco-ou-ataque-de-panico.html' title='ATAQUE CARDÍACO OU ATAQUE DE PÂNICO?'/><author><name>Cláudia Morais</name><uri>https://profiles.google.com/114522808266184403458</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-_agjL4wpQfg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAB0s/uQkbw7VAUbQ/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/MISqLRN47lQ/default.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1604053015311107771.post-4977723054290924784</id><published>2011-09-05T09:59:00.000+01:00</published><updated>2011-08-30T22:10:33.285+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ansiedade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Amor'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Violência'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Família'/><title type='text'>NAMORADO IMPULSIVO</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/CPENTxV_3-o" width="480"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Carta original:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Tenho dificuldades em lidar com a impulsividade do meu namorado. Por mais que tente passar ao lado, ele tem atitudes que magoam... Percebo até que nem faça por mal porque, lá está, é impulsivo, nem pensa… Mas os mal-entendidos são constantes. Agora também começou a acontecer com a minha família. Ficaram de certo modo magoados por causa de uns comentários que ele fez. Isto porque para além de ser impulsivo parece que por vezes tem mesmo gosto em ser do contra. Depois, a forma como se expressa mais uma vez leva a mal-entendidos porque ele fala com tanta paixão, defende a sua opinião com tanta garra, que mais parece que está a discutir... Qual a melhor forma de lidar com esta situação?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 17px;"&gt;Zita&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1604053015311107771-4977723054290924784?l=apsicologaresponde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/4977723054290924784'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/4977723054290924784'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apsicologaresponde.blogspot.com/2011/08/namorado-impulsivo.html' title='NAMORADO IMPULSIVO'/><author><name>Cláudia Morais</name><uri>https://profiles.google.com/114522808266184403458</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-_agjL4wpQfg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAB0s/uQkbw7VAUbQ/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/CPENTxV_3-o/default.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1604053015311107771.post-3985192903968734176</id><published>2011-09-01T09:49:00.000+01:00</published><updated>2011-09-01T09:49:00.267+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ansiedade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação dos Filhos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Divórcio'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Família'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Depressão'/><title type='text'>FILHA DE PAIS DIVORCIADOS</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/2pO6rwwuzGg" width="480"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Carta original:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Tenho 18 anos e sou filha de pais divorciados desde os 9. Quando era mais nova pensava que o divórcio não me afectava, mas desde há um ano que sinto um certo &lt;b&gt;desconforto&lt;/b&gt;. Não queria ter os meus pais juntos, pois eles não se entendiam. Dois anos depois do divórcio eles &lt;b&gt;deixaram de se falar&lt;/b&gt; e eu tornei-me numa bola de &lt;b&gt;ping-pong&lt;/b&gt;, um fala mal do outro quando estou presente e o contrário também se sucede. O meu pai tem um temperamento difícil; teve uma &lt;b&gt;infância dura&lt;/b&gt; e hoje não fala com o pai nem com os irmãos; vive bem; não sabe lidar com os outros, quer tudo à maneira dele; A minha mãe &lt;b&gt;não soube governar-se &lt;/b&gt;sozinha, tem um tecto e nunca lhe faltou alimentação, ainda assim não vive tão bem como o meu pai; Por vezes sinto-me desequilibrada, com a minha autoconfiança em baixo, muitas vezes não sei como agir, e tenho medo do que os outros pensem, sou muito tímida e não gosto, mudo de ideias muito facilmente e por vezes é difícil ser tolerante com os outros. Sinto que tenho uma &lt;b&gt;vida complicada&lt;/b&gt;. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 17px;"&gt;Diana&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1604053015311107771-3985192903968734176?l=apsicologaresponde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/3985192903968734176'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/3985192903968734176'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apsicologaresponde.blogspot.com/2011/09/filha-de-pais-divorciados.html' title='FILHA DE PAIS DIVORCIADOS'/><author><name>Cláudia Morais</name><uri>https://profiles.google.com/114522808266184403458</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-_agjL4wpQfg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAB0s/uQkbw7VAUbQ/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/2pO6rwwuzGg/default.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1604053015311107771.post-7033951699123099221</id><published>2011-08-31T10:16:00.001+01:00</published><updated>2011-08-31T10:16:00.412+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mulher'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Amor'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Infidelidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ciúme'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Família'/><title type='text'>SALVAR O CASAMENTO</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/aGaI6LXVcy4" width="480"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Carta original:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Ando desde há algum tempo à procura de ajuda, por vezes penso que exagero (já cheguei a "consultar" tarot, mas que não foi nada positivo para o meu problema e que por isso ainda aumentou a minha preocupação). Estou casada há cerca &lt;b&gt;de 11 anos&lt;/b&gt; e deste casamento temos &lt;b&gt;dois filhos&lt;/b&gt;. Durante o namoro saímos muito, ele estava sempre a oferecer-me presentes, parecia não querer separar-se de mim. Com o casamento a situação alterou-se. Passou a &lt;b&gt;sair sozinho com os amigos &lt;/b&gt;(em média 2 vezes por mês entre aniversários e festas.). No início ainda lhe pedia para ir com ele e ele justificava o facto de não o acompanhar dizendo que eram só colegas e que eu não me iria sentir bem. Isto aconteceu algumas vezes até que a dada altura me cansei de me chatear com isso. No entanto, nunca perdia a oportunidade, em altura de discussões, de lhe &lt;b&gt;"atirar" isto à cara&lt;/b&gt;, dizendo-lhe que só saía com os amigos e com a esposa nunca se dava ao trabalho de sair. Nunca mais fomos a uma discoteca ou ao cinema juntos. Com o nascimento dos filhos a minha atenção virou-se mais para eles, até porque o meu marido sempre foi um pai ausente, por motivos profissionais, e quando podia estar com eles arranjava sempre algo para fazer (chegou a confessar que por vezes &lt;b&gt;vinha mais tarde para casa - quando já estava tudo a dormir&lt;/b&gt; - para não se chatear). Em público nunca foi pessoa de muitos afectos (salvo durante o namoro), mas em casa a situação alterava-se. Confesso que no início, e como eu não estava habituada, o &lt;b&gt;reprimi um bocado, o que originou um certo afastamento&lt;/b&gt;. No início do casamento os problemas surgiram mas devido à &lt;b&gt;proximidade dos pais dele&lt;/b&gt;. A minha sogra sempre se meteu muito na nossa vida, mais comigo do que com o filho, pois ele não lhe dava muita importância. Ela queria assegurar-se de que o filho não sairia das asas dela. Alguns anos após o casamento consegui convencê-lo a comprarmos casa. Felizmente para mim, &lt;b&gt;o meu marido sempre separou muito bem as "águas"&lt;/b&gt; mostrando à mãe que eu sou mulher dele e mãe dos seus netos e que por isso "mando" mais do que ela. Estas divergências acabaram também por influenciar os primeiros anos de casamento e não são raras as discussões que não acabem a falarmos das nossas famílias, o que acaba por magoar-nos. O casamento foi-se mantendo com algumas crises ultrapassadas com maior ou menor dificuldade. O maior problema surgiu quando eu tive a possibilidade de &lt;b&gt;ingressar numa carreira&lt;/b&gt; que me dava mais motivação, mais dinheiro, mais realização profissional. No início foi mais fácil pois fiquei por casa. Passados cerca de 3 anos tive que me deslocar (por causa deste trabalho)&lt;b&gt; para mais de 300 Kms de casa,&lt;/b&gt; na perspectiva de que após 3 ou 4 anos regressasse a casa. Durante estes primeiros anos falámos da possibilidade de ele ir comigo, situação a que não se opôs. Também não lhe ocultei o facto de querer levar os filhos comigo. Os problemas começaram a agudizar-se logo 1 mês depois de começar a ausentar-me durante a semana (aos fins-de-semana sempre fui a casa, quando os nossos filhos estavam doentes era eu quem os levava ao médico, era eu que falava com a professora - apesar de distante fisicamente sempre estive muito próxima deles). Ele disse que não sabia se iria aguentar a situação, pois iríamos perder muito como casal, que tinha medo de não me conseguir perdoar por lhe ter desfeito um sonho e pensando no dia em que os filhos iriam comigo seria muito pior. Realmente, ele &lt;b&gt;chamou-me a atenção para o que está a suceder agora&lt;/b&gt;. Durante o ano passado as nossas conversas acabavam quase sempre em discussão, no entanto, a nossa &lt;b&gt;intimidade&lt;/b&gt; sempre esteve salvaguardada. Confesso que não é nada fácil lidar com esta situação, pois os ciúmes acabam por ser muito maiores, e quando nos vêm dizer que o nosso marido anda &lt;b&gt;envolvido com outra&lt;/b&gt;, apesar de nunca terem visto nada (pois apenas tomavam café, fumavam juntos e iam às festas de trabalho juntos), o certo é que me fez vacilar. Confrontei-o com esta situação e ele sempre me &lt;b&gt;negou&lt;/b&gt; este envolvimento, mas o certo é que depois da ida dos nossos filhos para junto de mim ele tornou-se mais &lt;b&gt;distante&lt;/b&gt;. Já há muito não o ouço dizer que me ama, que ainda gosta de mim, e esta incerteza tem-me minado por dentro. Há cerca de 2/3 meses começámos a dialogar normalmente. Ele diz-me que sabe que está a fazer-me sofrer, que inconscientemente me culpa pela distância, mas que conscientemente sabe que eu fiz a melhor opção e me irá apoiar sempre nesta &lt;b&gt;minha decisão de mudar de vida&lt;/b&gt;. Inicialmente ainda se colocou a hipótese de ele deslocar-se também para onde estou a trabalhar, mas depressa abandonou essa hipótese e neste momento, não quer falar sobre esta situação. Tenho lido e falado com algumas pessoas que me tentaram ver a situação pelos dois pontos de vista. Sempre lhe disse que compreendia e aceitava o que ele estava a passar, mas que estava já a chegar ao meu limite, pois quando fala comigo é sempre com "&lt;b&gt;sete pedras na mão&lt;/b&gt;". Já há muito que não tem um carinho para comigo, apesar de demonstrar preocupação. O problema, penso eu, é que não se consegue abstrair da ausência dos filhos, e ao fim-de-semana "vive" para os filhos e não quer saber de mim. Diz-me que eu também mudei, pois estou muito mais exigente na forma como nós estamos do que anteriormente. Já lhe justifiquei que &lt;b&gt;mudei,&lt;/b&gt; mudei sim, pois as saudades durante a semana são tantas que ao fim-de-semana tento conjugar todas as forças para investir na relação e na família. Há um tempo atrás pediu-me mais espaço, pois eu queria sempre a sua atenção, não o deixando estar sozinho com os filhos. Entendi a situação e agora estou a dar-lhe mais espaço. Tudo isto para enquadrar o problema. Agora fala em separação. Diz-me que não sabe se consegue ultrapassar esta fase, que está a ser muito difícil para ele, que sabe que me magoa, mas não consegue agir de outro modo e que se soubesse que seríamos todos muito mais felizes separados não tinha dúvidas nenhumas. Não o consigo fazer abrir-se para mim. Já o questionei se ainda gostava de mim o suficiente para tentar recuperar o que ainda pode ser recuperado e ele responde-me que &lt;b&gt;não sabe se será já tarde de mais&lt;/b&gt;. Já ponderei a hipótese de os nossos filhos regressarem para junto do meu marido, pois eu aguentei muito melhor a separação do que ele, mas ele diz-me que neste momento não tem tempo para eles (pois a sua vida profissional não lhe permite). O discurso dele, por vezes, é contraditório. Já tentei que ele aceitasse a ida a uma consulta de &lt;b&gt;terapia conjugal, mas ele recusa-se.&lt;/b&gt; Neste momento, estou a tentar dar-lhe espaço mas por vezes sinto-me colocada de lado, pois acho que os filhos têm todo o direito de estar com os dois pais ao mesmo tempo. Ele muito dificilmente se abre comigo (é o problema de os homens falarem dos seus próprios sentimentos?!...). Tenho-lhe dito constantemente que o amo, que quero lutar pelo casamento, pois acho que ainda há muito que fazer, mas não consigo obter nenhuma resposta da parte dele. Eu sei que ele está magoado comigo e com o mundo, que ainda não aceitou a nossa separação física, a separação dos filhos, que a cabeça dele também ainda não encontrou qualquer resposta. Sei que ele está muito confuso. Gostaria de o ajudar, já tentámos conversar para encontrar alguma solução mas nunca conseguimos. Já não sei o que fazer. O que posso fazer para o ajudar a superar esta situação e ajudá-lo a descobrir o que quer para a sua vida, para a vida dos filhos e para a nossa vida? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif; line-height: 18px;"&gt;Catarina&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1604053015311107771-7033951699123099221?l=apsicologaresponde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/7033951699123099221'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/7033951699123099221'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apsicologaresponde.blogspot.com/2011/08/salvar-o-casamento.html' title='SALVAR O CASAMENTO'/><author><name>Cláudia Morais</name><uri>https://profiles.google.com/114522808266184403458</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-_agjL4wpQfg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAB0s/uQkbw7VAUbQ/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/aGaI6LXVcy4/default.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1604053015311107771.post-8039300911159020237</id><published>2011-08-30T10:44:00.001+01:00</published><updated>2011-08-30T10:44:00.662+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mulher'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Amor'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Divórcio'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Família'/><title type='text'>QUERO O DIVÓRCIO</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/JW5jINHicsQ" width="480"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Carta original:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Estou casada há 15 anos (após um Namoro de 10) e tenho um filho com 14. Sinto que ele se está a transformar numa pessoa que não reconheço e com quem todas as hipóteses de diálogo estão esgotadas. Não houve infidelidades ou outros problemas de maior, apenas um copo que encheu. Estou a dar um prazo a mim mesma para ter a certeza mas parece-me que a decisão é irreversível - quero o divórcio. Ao fim de 25 anos com esta pessoa, ridiculamente, não sei como iniciar a conversa (quero dizer-lhe primeiro, sem jogos de bastidores nem consultas a advogados prévias e esperar que consigamos resolver tudo com lealdade).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Rita&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1604053015311107771-8039300911159020237?l=apsicologaresponde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/8039300911159020237'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/8039300911159020237'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apsicologaresponde.blogspot.com/2011/08/quero-o-divorcio.html' title='QUERO O DIVÓRCIO'/><author><name>Cláudia Morais</name><uri>https://profiles.google.com/114522808266184403458</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-_agjL4wpQfg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAB0s/uQkbw7VAUbQ/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/JW5jINHicsQ/default.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1604053015311107771.post-7201368616689857346</id><published>2011-08-22T15:05:00.001+01:00</published><updated>2011-08-22T15:07:44.753+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ansiedade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mulher'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Amor'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Família'/><title type='text'>TRANSTORNO ANSIOSO</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/BFmbnvCE5PE" width="480"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Carta original:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Estou a pedir ajuda para uma situação que me está a limitar. Desde há quase 1 ano que sinto uma pressão enorme na cabeça, como se tivesse um capacete. Contactei a médica de família e, por ter casos de tumores no cérebro em familiares, a médica sugeriu um TAC. Ao fazer o TAC senti-me pior - aqueles minutos foram desconfortáveis com a sensação mais presente. Após receber o resultado do exame, que mostrou que estava tudo bem (graças a Deus) senti um grande alívio e tentei descontrair. Tenho descansado mais, apesar de por vezes dormir mal, com ataques de pânico que me acordam assustada, assim como pesadelos frequentes que me parecem tão reais. Ultimamente a pressão que sentia está atenuada mas surgiu um outro sintoma, o pulsar do coração como se estivesse no cérebro. É uma sensação que aparece várias vezes ao dia e me transtorna tanto na concentração como na visão. Peço a sua ajuda para saber se devo consultar um psicólogo ou um neurologista. Quero acrescentar que tenho 36 anos, sou mãe de duas meninas (de 7 e 11 anos), sofri um aborto espontâneo há 1 ano, sinto-me infeliz no casamento, há atritos familiares, e desde que as minhas filhas nasceram que me tenho dedicado à família.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Maria&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1604053015311107771-7201368616689857346?l=apsicologaresponde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/7201368616689857346'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/7201368616689857346'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apsicologaresponde.blogspot.com/2011/08/transtorno-ansioso.html' title='TRANSTORNO ANSIOSO'/><author><name>Cláudia Morais</name><uri>https://profiles.google.com/114522808266184403458</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-_agjL4wpQfg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAB0s/uQkbw7VAUbQ/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/BFmbnvCE5PE/default.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1604053015311107771.post-7121476692800240751</id><published>2011-07-14T15:06:00.000+01:00</published><updated>2011-07-14T15:06:25.955+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ansiedade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Amor'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Depressão'/><title type='text'>NAMORADO COM DEPRESSÃO?</title><content type='html'>&lt;center&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/FjsWRImUUdA" width="480"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Carta original:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O meu namorado entrou na universidade num curso que é bastante exigente, mas onde sei (e vejo) que ele tem imenso talento e criatividade. Como a instituição é privada, ele viu-se obrigado a continuar a trabalhar por turnos numa fábrica para poder pagar a mensalidade. O problema é que essa fábrica situa-se na nossa terra natal (a uma hora de viagem da universidade) e, muitas vezes, ele passa noites acordado a tentar terminar os trabalhos práticos da faculdade. Embora eu ache que a quantidade de trabalhos que a faculdade envia por dia/semana é exagerada, a verdade é que ajudava muito se ele estivesse a morar na cidade universitária, como os estudantes fazem. O problema é que ele insiste que, assim, teria que pagar alojamento e mensalidade, e que não teria dinheiro para isso só com um part-time. Recentemente, entregou um trabalho para o qual se esforçou imenso (e que eu, embora seja suspeita, confesso que estava mesmo muito bom!), mas o professor criticou o trabalho em questão. A partir daí, o meu namorado ficou triste, deprimido, cabisbaixo, pessimista e sem vontade para nada. Como a mãe dele teve uma grande depressão há uns anos, (estando eu a estudar Psicologia) sei que esse antecedente ainda contribui mais para uma possível depressão dele, uma vez que ainda há o stress, a grande pressão na universidade e no trabalho, o esforço físico, o cansaço e a falta de horas bem dormidas. Não sei o que fazer para ajudá-lo, e queria evitar que esta situação se tornasse realmente em doença. O que me aconselha?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 17px;"&gt;Joana&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1604053015311107771-7121476692800240751?l=apsicologaresponde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/7121476692800240751'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/7121476692800240751'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apsicologaresponde.blogspot.com/2011/07/namorado-com-depressao.html' title='NAMORADO COM DEPRESSÃO?'/><author><name>Cláudia Morais</name><uri>https://profiles.google.com/114522808266184403458</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-_agjL4wpQfg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAB0s/uQkbw7VAUbQ/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/FjsWRImUUdA/default.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1604053015311107771.post-400364713984394408</id><published>2011-07-08T10:53:00.001+01:00</published><updated>2011-07-08T10:53:00.431+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fobias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ansiedade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Depressão'/><title type='text'>ANSIEDADE GENERALIZADA</title><content type='html'>&lt;center&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/46e7Fjspfqg" width="480"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Carta original:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Ultimamente tenho sofrido bastante com a ansiedade. Tenho frequentemente medo de doenças, tenho uma sensação de um caroço na garganta há quase dois anos. Já fui ao médico várias vezes, dizem que eu não tenho nada mas quando engulo saliva sinto algo. É terrível, parece que a vida parou, não consigo desligar-me destes pensamentos… Há dias fui ao médico e não aguentei, desmoronei, até chorei e não é fácil um homem de 35 anos chorar. Ele receitou fluoxetina, que estou a tomar de manhã mas está difícil viver assim com esta angústia. Estou desesperado, não sei o que possa fazer.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Pedro&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1604053015311107771-400364713984394408?l=apsicologaresponde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/400364713984394408'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/400364713984394408'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apsicologaresponde.blogspot.com/2011/07/ansiedade-generalizada.html' title='ANSIEDADE GENERALIZADA'/><author><name>Cláudia Morais</name><uri>https://profiles.google.com/114522808266184403458</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-_agjL4wpQfg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAB0s/uQkbw7VAUbQ/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/46e7Fjspfqg/default.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1604053015311107771.post-5603777505787642125</id><published>2011-07-07T10:13:00.000+01:00</published><updated>2011-07-07T10:13:00.566+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ansiedade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Depressão'/><title type='text'>DISMORFOFOBIA – PREOCUPAÇÃO EXCESSIVA COM A IMAGEM</title><content type='html'>&lt;center&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/ZlcjbIdxn9Q" width="480"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Carta original:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Tenho 19 anos e tenho problemas por causa da minha aparência. Desde pequeno que tenho bastantes sinais que são herança genética do meu pai mas nunca lhes dei muita importância. Por volta dos 16 anos comecei a sentir-me mal e hoje nem ao espelho me vejo para não ter que ver a minha cara e o meu corpo. Aos 18 anos a situação ficou mais grave, sentia-me bastante mal, comecei a andar bastante irritado, respondia mal a toda a gente, principalmente em casa. Não havia 1 dia em que eu me sentisse bem, não conseguia olhar para as pessoas nos olhos, deixei de ser a pessoa que era e comecei a ser mais arrogante. Durante o verão tinha estágio, que não consegui acabar. Desisti porque me custava sair à rua de dia, estar rodeado de pessoas e estar sempre a comparar-me com elas. Chegava à noite e ficava no meu quarto a chorar durante horas, não sabia o que havia de fazer. Até que o meu pai me levou ao médico e ele me receitou uns comprimidos que não deram em nada. Às vezes penso “será que estou a ser injusto em dar tanta importância à minha aparência e aos meus sinais?”. Mas depois vejo pessoas com muito menos sinais que eu que fazem cirurgias para os remover e pessoas que apenas têm uma borbulha ou duas na cara e fazem daquilo um bicho-de-sete-cabeças, quem me dera a mim ser como eles.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;André&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1604053015311107771-5603777505787642125?l=apsicologaresponde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/5603777505787642125'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/5603777505787642125'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apsicologaresponde.blogspot.com/2011/07/dismorfofobia-preocupacao-excessiva-com.html' title='DISMORFOFOBIA – PREOCUPAÇÃO EXCESSIVA COM A IMAGEM'/><author><name>Cláudia Morais</name><uri>https://profiles.google.com/114522808266184403458</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-_agjL4wpQfg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAB0s/uQkbw7VAUbQ/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/ZlcjbIdxn9Q/default.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1604053015311107771.post-4408430303134140295</id><published>2011-07-06T10:23:00.001+01:00</published><updated>2011-07-06T10:23:00.213+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Amor'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação dos Filhos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Infidelidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Divórcio'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Família'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Depressão'/><title type='text'>PAIXÃO INTERROMPIDA</title><content type='html'>&lt;center&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/op0U7syAN38" width="480"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Carta original:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Chamo-me Paulo tenho 47 anos e gostava de partilhar este pesadelo com alguém que está habituado a este tipo de situações. Conheci a Luísa em 91, já eu era casado, envolvemo-nos emocionalmente, foi uma paixão com uma carga elevada. Nessa altura a minha mulher ficou grávida e tudo terminou radicalmente. Estivemos 17 anos sem nos vermos e falámos ao telefone 4 ou 5 vezes. Em 2008 a Luísa telefonou-me e daí surgiu uma troca de e-mails acabando por nos encontrarmos. Quando nos vimos foi como se nos tivéssemos separado há uma semana. Chegámos à conclusão que os nossos casamentos estavam no fim. Em 2 anos, com grande esforço, demos a volta à nossa vida, divorciámo-nos e tudo indicava que o nosso projecto de viver juntos fosse real. Não contámos com a reacção da filha dela que tem 10 anos. Tudo se complicou, a filha fez de mim um alvo a abater. Sem solução e com opções limitadas, não tivemos outra opção senão acabarmos com um sonho e a vida de duas pessoas que se amavam acabou num estalar de dedos. Foi brutal. Andei com uma depressão, de momento já estou em recuperação, tenho que olhar em frente e seguir a minha vida.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Paulo&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1604053015311107771-4408430303134140295?l=apsicologaresponde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/4408430303134140295'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/4408430303134140295'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apsicologaresponde.blogspot.com/2011/07/paixao-interrompida.html' title='PAIXÃO INTERROMPIDA'/><author><name>Cláudia Morais</name><uri>https://profiles.google.com/114522808266184403458</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-_agjL4wpQfg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAB0s/uQkbw7VAUbQ/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/op0U7syAN38/default.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1604053015311107771.post-8678327403773865041</id><published>2011-06-21T18:51:00.000+01:00</published><updated>2011-06-21T18:51:41.162+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Depressão'/><title type='text'>DESESPERADO</title><content type='html'>&lt;center&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/LOCB7A7vnNc" width="480"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Carta original:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Acho que foi por acaso que entrei no seu blogue pois estava à procura de um site que me mostrasse como me matar sem dor! Sim, há muito tempo que penso nisso. Sinto-me sem rumo. Nunca consegui parar num emprego certo. Sou ilustrador mas nunca me consegui realizar nessa profissão. Namoro há dois anos mas a minha namorada ameaçou abandonar-me dizendo que sou um preguiçoso! Cheguei ao meu limite. Se não há um Deus, então por que hei-de prolongar este sofrimento?! Desculpe se pareço dramático. Não sou disso mas sinto-me realmente perdido!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Emerson&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1604053015311107771-8678327403773865041?l=apsicologaresponde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/8678327403773865041'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/8678327403773865041'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apsicologaresponde.blogspot.com/2011/06/desesperado.html' title='DESESPERADO'/><author><name>Cláudia Morais</name><uri>https://profiles.google.com/114522808266184403458</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-_agjL4wpQfg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAB0s/uQkbw7VAUbQ/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/LOCB7A7vnNc/default.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1604053015311107771.post-3288646011747865871</id><published>2011-06-20T15:49:00.000+01:00</published><updated>2011-06-20T15:49:57.044+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mulher'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Amor'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação dos Filhos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Infidelidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Divórcio'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ciúme'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Família'/><title type='text'>PAIS SEPARADOS</title><content type='html'>&lt;center&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/01DyH6omihw" width="480"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Carta original:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Tenho uma menina com um ano... O pai dela foi para casa dos pais por desentendimentos com a minha família. Queríamos muito arranjar uma casa mas não temos possibilidades, por isso estamos separados. Só estamos juntos ao fim-de-semana e eu tenho vindo a descobrir que ele marca encontros com outras raparigas. Não sei o que fazer, estou e entrar em depressão. Ele nega tudo mas eu vi as mensagens no telemóvel dele. O que faço? Estou desesperada.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Tânia&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1604053015311107771-3288646011747865871?l=apsicologaresponde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/3288646011747865871'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/3288646011747865871'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apsicologaresponde.blogspot.com/2011/06/pais-separados.html' title='PAIS SEPARADOS'/><author><name>Cláudia Morais</name><uri>https://profiles.google.com/114522808266184403458</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-_agjL4wpQfg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAB0s/uQkbw7VAUbQ/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/01DyH6omihw/default.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1604053015311107771.post-7087834475033660142</id><published>2011-06-14T13:43:00.000+01:00</published><updated>2011-06-14T13:43:07.485+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ansiedade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mulher'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Amor'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Depressão'/><title type='text'>SOU INSEGURA</title><content type='html'>&lt;center&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/MxXPGANeMAo" width="480"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Carta original:&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Tenho 22 anos e ultimamente tenho reflectido muito sobre a minha vida, apercebendo-me de que nunca fui feliz porque tenho uma auto-estima baixa, sou insegura, solitária e ansiosa. Sinto que nunca aproveitei bem a minha vida porque dentro de mim existe sempre um conflito constante: sei que tenho algum problema mas não consigo alterá-lo, pois ninguém sabe o que verdadeiramente se passa comigo, e como tal não tenho qualquer apoio quando arranjo desculpas para desistir de procurar ajuda profissional. A razão de desistir? Não sei ao certo, mas confesso que estou a chegar ao meu limite, dado que já tive várias depressões (apenas uma delas diagnosticada, tratada com antidepressivos mas sem psicoterapia) e sofri sempre em silêncio. Há poucos meses tive outro episódio depressivo (se é que assim lhe posso chamar), e com muita vergonha admito que ao longo da vida, pontualmente, pensei que se morresse seria melhor, mais fácil. É-me difícil admitir tudo isto, porque sinto vergonha perante mim própria (imagine-se perante os outros), sinto-me fraca - não acho que tenha razões para ter baixa auto-estima ou ser insegura; pelo contrário, sou uma rapariga bonita e inteligente. Este padrão de comportamento persegue-me, numa ou outra medida, desde a infância. Recordo- me de ser muito insegura e dependente, e não sei a razão, pois os meus pais, apesar de a maior parte da sua vida conjugal ter sido muito conturbada, sempre me deram muito amor. E o resultado de tudo isso é o que se pode esperar de pessoas mal resolvidas: nunca tive grandes amizades, sou tímida e insegura, o meu primeiro relacionamento foi um falhanço total já que o meu primeiro amor era emocionalmente/psicologicamente (e, por vezes, fisicamente) abusivo. Hoje tenho um namorado muito calmo, carinhoso, que gosta muito de mim e tem muita paciência comigo. Mas eu sou fonte de conflito neste relacionamento, agindo muitas vezes tal como um dos meus pais agia no casamento, e tal como o meu ex-namorado agia para comigo. Sempre fui bem-sucedida nos estudos, apesar de ter altos e baixos devido a esta instabilidade emocional. Hoje estou a tirar um curso superior e não sou tão bem-sucedida quanto antes, e sei que poderia ser melhor se não fosse esta insegurança! Tenho medo porque sei que estou a prejudicar a minha vida no presente, e que isto se irá projectar no meu futuro... Não sei a razão de tudo isto, gostaria de acreditar que esta não é a minha personalidade, que não nasci para ser infeliz, e que eu consigo mudar, porque continuando desta maneira, tenho a certeza de que nunca serei feliz.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Marisa&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1604053015311107771-7087834475033660142?l=apsicologaresponde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/7087834475033660142'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/7087834475033660142'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apsicologaresponde.blogspot.com/2011/06/sou-insegura.html' title='SOU INSEGURA'/><author><name>Cláudia Morais</name><uri>https://profiles.google.com/114522808266184403458</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-_agjL4wpQfg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAB0s/uQkbw7VAUbQ/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/MxXPGANeMAo/default.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1604053015311107771.post-6466638653005928519</id><published>2011-06-01T12:01:00.000+01:00</published><updated>2011-06-01T12:01:11.853+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mulher'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Família'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Depressão'/><title type='text'>DEPRESSÃO PÓS-PARTO NÃO TRATADA</title><content type='html'>&lt;center&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/P5oI37BBihg" width="480"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Carta original:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Fiz uma depressão pós-parto há cinco anos, voltei a ser mãe há um ano e sinto que esta nunca ficou bem resolvida, não com o filho mais novo mas sim com o mais velho. Os sintomas estão mais atenuados mas na realidade estão aqui. Na altura fiz acupunctura e tomei um antidepressivo natural, tentei psiquiatria mas não correu bem. Estou super cansada e consciente de tudo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Manuela&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1604053015311107771-6466638653005928519?l=apsicologaresponde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/6466638653005928519'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/6466638653005928519'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apsicologaresponde.blogspot.com/2011/06/depressao-pos-parto-nao-tratada.html' title='DEPRESSÃO PÓS-PARTO NÃO TRATADA'/><author><name>Cláudia Morais</name><uri>https://profiles.google.com/114522808266184403458</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-_agjL4wpQfg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAB0s/uQkbw7VAUbQ/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/P5oI37BBihg/default.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1604053015311107771.post-7328727811585719718</id><published>2011-05-31T12:14:00.000+01:00</published><updated>2011-05-31T12:14:03.753+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mulher'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Amor'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Infidelidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Família'/><title type='text'>TRAIÇÃO COM COLEGA DE TRABALHO</title><content type='html'>&lt;center&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/O2O4Wcib20c" width="480"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Carta original:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Tenho 27 anos e estou com o meu marido há 13 anos, estando casada há 7 anos. Há cerca de 6 meses comecei a desconfiar que ele mantinha uma relação com uma colega de trabalho pois sempre que eu ia ao computador e ao telemóvel dele (empresa e particular) estava sempre lá o nome dela. Confrontei-o diversas vezes e ele sempre negou. Comecei a sentir-me deprimida com o afastamento dele e só discutíamos. Fui à minha médica, que me conhece desde criança, que ao ver- me assim alterada prescreveu-me antidepressivos  e, como eu não dormia, comprimidos para dormir. Há cerca de duas semanas descobri que afinal sempre tinha razão pois encontrei gravadas no computador dele diversas conversas com a tal colega onde falavam de sexo e que no final ele dizia que a amava. Confrontei-o e ele disse-me que não sabia porque tinha acontecido aquilo. Começou por falar com ela sobre os problemas do trabalho e posteriormente os do nosso casamento. Disse que ela o ouvia sem criticar ou discutir e que uma coisa levou à outra. Que nunca teve sentimentos por ela e que trocaram apenas um breve beijo. Sinto-me magoada, traída, pois aquilo que eu mais amava nele era a sua honestidade. Estamos juntos mas não o consigo perdoar. Ando fisicamente doente com toda esta situação. Descobri ontem que ela tinha criado um e-mail para ele falar com ela com o nome dos dois, de forma a não serem apanhados. Ele diz que era tudo inocente e que não considerou as consequências daquilo que estava a fazer. Eu quero acreditar nele pois nunca o vi tão abatido, com tanta dor na cara e nós já passámos por muito juntos. Acredito que tenha sido mesmo como ele diz mas não consigo esquecer ou ultrapassar. Continuo desconfiada e muitas vezes acordo a meio da noite sem conseguir respirar com uma imensa dor e pressão no peito. O que acha doutora? Fiz bem em decidir continuar com o nosso casamento? Eu ainda o amo muito, sei que não consigo viver sem ele, temos dois filhos juntos, mas por outro lado sinto-me idiota em dar o meu coração novamente para ele o magoar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Rafaela&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1604053015311107771-7328727811585719718?l=apsicologaresponde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/7328727811585719718'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/7328727811585719718'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apsicologaresponde.blogspot.com/2011/05/traicao-com-colega-de-trabalho.html' title='TRAIÇÃO COM COLEGA DE TRABALHO'/><author><name>Cláudia Morais</name><uri>https://profiles.google.com/114522808266184403458</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-_agjL4wpQfg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAB0s/uQkbw7VAUbQ/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/O2O4Wcib20c/default.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1604053015311107771.post-1429571620346026383</id><published>2011-05-30T18:06:00.000+01:00</published><updated>2011-05-30T18:06:13.043+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mulher'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='amigos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Depressão'/><title type='text'>DESILUDIDA COM A VIDA</title><content type='html'>&lt;center&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/CcilFEWNkMI" width="480"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Carta original:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;E o que fazemos quando se teve uma vida muito complicada como criança e jovem mulher e depois se trabalhou arduamente, mesmo que isso implicasse deixar de ver a filha o suficiente, para mais tarde nos "cortarem" a profissão, nos porem a fazer um trabalho que odiamos, e um dia ver a nossa filha em coma (recuperou felizmente), ter um processo disciplinar por faltas dessa altura, ficar com fibromialgia, ver o nosso corpo transformar-se num monstro, e acabar por ser um "boneco" nas mãos de uma entidade patronal, ao ponto de preferir fazer um acordo e sair, mesmo sabendo que nunca mais vou ter outro emprego... &amp;nbsp;A Vida não presta, nunca prestou. Com 51 anos já ninguém me quer para trabalhar, muito menos naquilo que eu gostava e sabia fazer... &amp;nbsp;A minha vida dava um conto, costuma-se dizer... Pois até que dava, um e com laivos de terror...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Marisa&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1604053015311107771-1429571620346026383?l=apsicologaresponde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/1429571620346026383'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/1429571620346026383'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apsicologaresponde.blogspot.com/2011/05/desiludida-com-vida.html' title='DESILUDIDA COM A VIDA'/><author><name>Cláudia Morais</name><uri>https://profiles.google.com/114522808266184403458</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-_agjL4wpQfg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAB0s/uQkbw7VAUbQ/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/CcilFEWNkMI/default.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1604053015311107771.post-1953320809451376498</id><published>2011-02-07T14:26:00.000Z</published><updated>2011-02-07T14:26:47.134Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mulher'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Amor'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Infidelidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Depressão'/><title type='text'>ANDAR COM UM HOMEM CASADO</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TVAA5ku33LI/AAAAAAAABgk/r5J7JghLrrs/s1600/Top-Signs-Of-Infidelity.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="268" src="http://2.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TVAA5ku33LI/AAAAAAAABgk/r5J7JghLrrs/s400/Top-Signs-Of-Infidelity.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;i&gt;Tenho 25 anos e sinto que estou a morrer a cada dia que passa! Vivi cerca de 3 anos com um homem estupendo a todos os níveis e que, acima de tudo, me amava incondicionalmente, no entanto, nunca me senti verdadeiramente apaixonada por ele e no que respeitava a relações sexuais eram quase inexistentes porque eu não tinha qualquer desejo por ele. A certa altura conheci um colega de trabalho e desde a primeira vez que o vi fiquei completamente fascinada por ele. Ia para casa a pensar nele, voltava para o trabalho a pensar nele... Enfim, tudo se começou a resumir a ele até que fui fazendo "investidas" demonstrando assim o meu interesse. Um dia, num jantar de colegas de trabalho, envolvemo-nos e começámos então com encontros regulares (ele também mantinha uma relação já de algum tempo com outra pessoa). Com o tempo vi que não estava a aguentar viver numa mentira e decidi sair de casa, abdiquei de toda uma vida de luxo e de um homem que gostava verdadeiramente de mim e fui viver sozinha. Fi-lo também para poder viver em plenitude esta relação. A partir daí os encontros passaram a ser muito mais regulares, quase todos os dias, porque ele tem a casa oficial no Norte e trabalha comigo em Lisboa, e só vai a casa aos fins-de-semana. Já passou um ano e as coisas continuam na mesma, ou seja, passa a semana inteira a dormir comigo, a fazer programas comigo, a levar-me a jantar fora etc., divertimo-nos imenso e passamos momentos verdadeiramente inesquecíveis. O problema é que eu já não consigo viver nesta situação por muito mais tempo. Amo-o demais para ser a outra, a minha vida resume-se a ele e quando chegam os fins-de-semana é como se fosse morrendo aos poucos porque sei que está com outra e está provavelmente a fazer-lhe aquilo que me faz a mim durante a semana. Já falámos diversas vezes sobre o assunto. Ele diz-me que gosta imenso de mim, como sou a mulher mais bonita com que alguma vez já esteve, como sou a primeira mulher a dar-lhe o sexo mais fantástico da vida dele, como adora estar comigo, como pensa em mim nos fins-de-semana, etc., mas quando chega a parte em que lhe digo que as coisas não podem continuar assim e ele tem de escolher, ele escolhe sempre o querer acabar a relação que tem comigo porque sabe o quanto me está a fazer sofrer e diz também que não suporta ver-me na depressão em que me encontro. Confronto-o muitas vezes com isso e pergunto-lhe como é que é tão fácil para ele abdicar de mim, no entanto, ele diz que não é fácil e que eu não faço ideia de como lhe custa fazer isso. Na verdade, cada vez que falamos disto ele acaba também por chorar, depois eu digo que vou pôr um fim a isto e ele diz que é o melhor, começa a ir embora e eu acabo por nunca deixar; corro sempre atrás dele peço-lhe para ficar novamente e as coisas voltam sempre ao mesmo. Falamos algumas vezes da relação que ele mantêm com a outra e as coisas que ele diz a esse respeito são sempre más, então eu confronto-o perguntando se é tudo mau porque é que ele não fica comigo mas ele nunca sabe o que dizer. Pergunto-lhe porque está comigo e acaba sempre por me dizer que é por nunca ter conhecido alguém tão especial como eu. Como nunca acredito digo-lhe que me pode dizer a verdade e confronto-o dizendo que está comigo só por causa do sexo e quando digo isto ele fica completamente ofendido, diz que se quisesse sexo tinha em outros lados e diz que para ele chega desfrutar da minha companhia, diz que chegam-lhe os carinhos que fazemos um ao outro e que não precisamos de fazer sempre sexo (embora façamos todos os dias). Diz que tem um sentimento muito grande por mim. Não tenho forças para deixá-lo, no entanto, sinto que também já não tenho forças para continuar assim... Nunca acredito em nada do que me diz, penso que está sempre a mentir, passo a vida a ver o telemóvel dele às escondidas. Ando a ficar louca com isto porque faço filmes na minha cabeça e nunca são a meu favor. Sinto que a traição é comigo porque na minha cabeça é quase como se eu fosse a legítima porque sem dúvida neste último ano ele passou todas as semanas comigo enquanto que com ela só partilhou alguns fins-de-semana. Não sei como ultrapassar isto, só sei que não durmo, não como, não saio com ninguém, passo a vida a olhar o telemóvel porque dependo de uma mensagem dele para começar o meu dia, passo o dia a tentar saber onde está, com quem, a fazer o quê.., Sinto que estou obcecada por ele.., E não sei o que este homem quer de mim nem tão pouco como consegue manter estas duas relações já há tanto tempo.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;i&gt;A.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Quase todas as pessoas ambicionam encontrar alguém por quem se apaixonem e com quem se sintam seguras para viver a dois. Não raras vezes, cruzamo-nos com pessoas que consideramos estupendas e que mostram que gostam de nós de forma genuína, mas o facto de não sentirmos o mesmo amor leva-nos a deixá-las para trás. A isto também chamo inteligência emocional, na medida em que não faz sentido mantermos uma relação com alguém que acarinhamos mas que jamais amaremos no sentido romântico. Mas se isto é verdade, também não faz sentido que mantenhamos uma relação com alguém que mostre que não nos merece e/ou que não investe na relação na medida em que gostaríamos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Não posso fazer quaisquer conjecturas acerca do que o seu companheiro sente por si e muito menos me passaria pela cabeça ajuizar sobre o sofrimento dele nesta situação, mas posso e creio que devo chamar a sua atenção para algo que me parece óbvio: a leitora está a dar muito mais do que recebe. Apesar de esta não ser uma situação confortável para si, o seu companheiro tem sido muito claro no que diz respeito à importância que a leitora ocupa na vida dele. Repare que apesar dos momentos positivos que têm vivido a escolha dele está feita - o seu companheiro não concebe, de todo, a possibilidade de ficar ao seu lado, deixando a mulher que tem no Norte.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Ainda que a vossa relação não seja exclusivamente marcada pela intimidade sexual, a verdade é que esta é provavelmente a grande mais-valia da relação aos olhos da pessoa que ama. De resto, está claro para mim que a leitora não está a receber aquilo de que precisa para se sentir feliz, segura, e isso estará a afectar a sua auto-estima. O facto de se sujeitar a viver numa relação em que é "a outra" pode estar relacionado com fragilidades antigas que podem e devem ser alvo de análise cuidada. A leitora é demasiado nova para se acomodar a uma situação em que é claramente desrespeitada e prejudicada. Bem sei que lhe é difícil romper uma relação com a pessoa por quem, apesar de tudo, se sente apaixonada, mas é tempo de pensar verdadeiramente em si, nas suas opções e naquilo de que precisa para ser feliz. Não sendo fácil dar estes passos sozinha, peça ajuda especializada. Um psicólogo experiente ajudá-la-á a gerir melhor as suas emoções.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1604053015311107771-1953320809451376498?l=apsicologaresponde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/1953320809451376498'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/1953320809451376498'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apsicologaresponde.blogspot.com/2011/02/andar-com-um-homem-casado.html' title='ANDAR COM UM HOMEM CASADO'/><author><name>Cláudia Morais</name><uri>https://profiles.google.com/114522808266184403458</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-_agjL4wpQfg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAB0s/uQkbw7VAUbQ/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TVAA5ku33LI/AAAAAAAABgk/r5J7JghLrrs/s72-c/Top-Signs-Of-Infidelity.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1604053015311107771.post-435434278696234092</id><published>2011-02-01T16:42:00.000Z</published><updated>2011-02-01T16:42:54.166Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mulher'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Amor'/><title type='text'>DAR UM TEMPO</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TUg39jdxxjI/AAAAAAAABgY/S8el2K6VInA/s1600/how-to-break-up.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="286" src="http://2.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TUg39jdxxjI/AAAAAAAABgY/S8el2K6VInA/s400/how-to-break-up.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;i&gt;Tenho 28 anos e terminei muito recentemente uma relação de 9 anos, em 5 dos quais vivemos juntos. Eu e o meu namorado sempre nos demos bem, tirámos o curso juntos e desde então a procura por trabalho é constante, mas é muito difícil. Eu já comecei a trabalhar e ele não. Quando isso aconteceu os problemas entre nós agravaram-se e o terminar e recomeçar a relação foi constante. Eu sempre lutei muito pela nossa relação, para que desse certo, mas da parte dele não sentia isso, sentia que ele deixava andar e me tomava como garantida. Recentemente com um novo término da relação ele ficou sem me falar alguns dias, e quando veio ter comigo eu disse que estava terminado. Ele disse que não podia ser, que me ama muito e que só agora percebeu o que estava a perder... Eu estou baralhada, pois sinto que o que sentia por ele já não é o mesmo... Já não o amo com a mesma intensidade... Desta forma, pedi-lhe para darmos um tempo na nossa relação pois eu preciso de ter a certeza dos meus sentimentos. Neste momento a minha principal preocupação é se ele está bem, se está a sofrer, se o estou a magoar... Não consigo deixar de pensar nisso, nem nele, mas sinto que neste momento é o mais correcto a fazer. Porém, estou com medo de este tempo me afastar ainda mais ao ponto de acabar com o que ainda sinto por ele. Estou tão desorientada... Já nem sei se o que fiz foi bem ou mal.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;i&gt;M.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Todas as relações amorosas incluem ciclos, períodos de maior proximidade e períodos de maior afastamento. Ao fim de 7, 8 ou 9 anos de relação, é natural que a leitora e o seu namorado já tenham passado a fase de enamoramento e que também já tenham tido oportunidade de aceder aos defeitos e fragilidades de cada um, já tenham divergido e negociado em relação a inúmeras matérias. Mas isso não quer dizer que possam tomar o outro como garantido e muito menos que não haja mais negociações pela frente. Pelo que me é dado a perceber, o facto de terem passado para uma nova etapa em termos profissionais terá desencadeado algumas "lutas de poder" que não foram bem resolvidas. A leitora ter-se-á queixado, terá dado a conhecer a sua insatisfação e as suas reivindicações e o seu namorado não terá sido capaz de corresponder, daí que se sinta mais distante e porventura desapontada. É por isso que os seus sentimentos e a sua ligação ao seu namorado não são tão intensos. Parece-me claro que ainda gosta do seu namorado, até porque os afectos não desaparecem da noite para o dia, mas é possível que esses sentimentos digam respeito ao carinho e à preocupação com o bem-estar com a pessoa com quem viveu boa parte da sua vida adulta. Tanto quanto me é dado a perceber, este afastamento físico pode implicar a agudização do fosso emocional, sim, mas também pode servir para que cada um discirna sobre o que sente e possam, assim, tomar decisões ponderadas, sem pressão. Reaproximar-se do seu namorado pelas razões erradas (acomodação ou pena, por exemplo) fá-los-á infelizes, pelo que não deve sentir-se embaraçada por precisar de tempo/espaço para organizar o seu coração.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1604053015311107771-435434278696234092?l=apsicologaresponde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/435434278696234092'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/435434278696234092'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apsicologaresponde.blogspot.com/2011/02/dar-um-tempo.html' title='DAR UM TEMPO'/><author><name>Cláudia Morais</name><uri>https://profiles.google.com/114522808266184403458</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-_agjL4wpQfg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAB0s/uQkbw7VAUbQ/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TUg39jdxxjI/AAAAAAAABgY/S8el2K6VInA/s72-c/how-to-break-up.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1604053015311107771.post-3865703504726843745</id><published>2011-01-31T15:56:00.000Z</published><updated>2011-01-31T15:56:58.955Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mulher'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Amor'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Violência'/><title type='text'>VIOLÊNCIA EMOCIONAL</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TUbbsab6OII/AAAAAAAABgM/l8vr-GSTMA8/s1600/domestic_violence_080207_ms.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://4.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TUbbsab6OII/AAAAAAAABgM/l8vr-GSTMA8/s400/domestic_violence_080207_ms.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;i&gt;A minha irmã mais nova tem um namorado que nunca a respeitou e que a faz profundamente infeliz. Ela acabou recentemente com ele e nesse período acabou por admitir tudo o que ele fez e como se sentia muito infeliz. Contudo, os meus piores receios concretizaram-se e ela acabou por ceder à conversa dele e retomaram o namoro. Não sei o que fazer. Sei que a vida é dela mas sofro imenso ao vê-la deixar-se levar por uma pessoa que a controla, que é extremamente possessivo, ciumento e que pratica violência psicológica sobre ela, dizendo-lhe que ela não vale nada e chamando-a de vários nomes pejorativos. Gostava de a poder ajudar a libertar-se desse relacionamento mas o pior é que não sei como o fazer. Espero que me consiga ajudar. &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;i&gt;M.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Tenho de começar por louvar o seu discernimento e a sua preocupação em relação ao bem-estar da sua irmã. As situações de violência psicológica são, infelizmente, muito mascaráveis e, na maioria das vezes, os familiares e amigos só se apercebem da gravidade do problema aquando de uma ruptura. Presumo que se tenha sentido aflita com as humilhações a que a sua irmã foi submetida e com os estragos que estes episódios estarão a produzir na sua auto-estima. Ora, é precisamente por aí que deve começar a sua ajuda, isto é, pela manifestação clara da sua tristeza, da sua aflição. Apesar da nobreza das suas intenções, é relativamente fácil criar-se equívocos de comunicação em que a sua irmã pode sentir-se atacada e até olhar para as suas chamadas de atenção como desproporcionais e injustas. Não sendo fácil definir uma fronteira clara entre a crítica e a sincera preocupação, sugiro que mostre tão bem como puder os seus afectos e a sua tristeza, ao mesmo tempo que deixe claro o seu respeito pela sua irmã e a vontade de a ver feliz.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Estas situações resvalam com relativa facilidade para ciclos viciosos em que a vítima da violência emocional se sente infeliz e fragilizada mas ao mesmo tempo dependente em termos afectivos do agressor, pelo que é importante que ajude a sua irmã a fugir ao isolamento social. O convívio com outras pessoas e a realização de actividades que fomentem a sua auto-estima ajudá-la-ão a recuperar algum discernimento, que é essencial à tomada de decisões saudáveis.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Finalmente, importa que a sua irmã saiba que a leitora a ama e apoia incondicionalmente e que vai estar sempre lá para ela. Mostre-lhe, por exemplo, que enquanto irmã mais velha é uma fonte de afectos, mas também uma possível fonte de aconselhamento e de orientação. Mesmo que a sua irmã não esteja para já receptiva à sua ajuda, o facto de a leitora se mostrar disponível funcionará como um porto de abrigo fundamental.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1604053015311107771-3865703504726843745?l=apsicologaresponde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/3865703504726843745'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/3865703504726843745'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apsicologaresponde.blogspot.com/2011/01/violencia-emocional.html' title='VIOLÊNCIA EMOCIONAL'/><author><name>Cláudia Morais</name><uri>https://profiles.google.com/114522808266184403458</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-_agjL4wpQfg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAB0s/uQkbw7VAUbQ/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TUbbsab6OII/AAAAAAAABgM/l8vr-GSTMA8/s72-c/domestic_violence_080207_ms.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1604053015311107771.post-5929820326036162084</id><published>2010-12-06T13:00:00.000Z</published><updated>2010-12-06T13:00:09.990Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fobias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ansiedade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Depressão'/><title type='text'>HIPOCONDRIA E CRISES DE PÂNICO</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TPzePWXKx_I/AAAAAAAABew/TFR8c_FqKn4/s1600/moody-men-01-af.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="275" src="http://2.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TPzePWXKx_I/AAAAAAAABew/TFR8c_FqKn4/s400/moody-men-01-af.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;Sou brasileiro e tenho 20 anos de idade. Tenho depressão há 5 anos, sou hipocondríaco e desde pequeno sofro de ansiedade, mas jamais pensei que fosse chegar ao extremo em que cheguei. Em 2007 tive algumas crises de pânico após ser internado com suspeita de meningite e ter ficado 4 dias tomando soro. Mesmo após ter sido comprovado que era apenas uma virose e que já estava tudo bem, senti-me perseguido pelo medo de repetir a experiência. Comecei a ficar inquieto e a correr o dia todo na esperança de livrar a mente de qualquer pensamento, tudo em vão, pois começava a chorar, gritar, bater nas paredes e não deixava que chegassem perto de mim. Fiz tratamento com uma ótima psicóloga e apresentei melhoras impressionantes, porém desde o começo deste ano tenho trabalhado constantemente e minha saúde tem estado muito fraca, tanto que descobri sofrer de Prolapso da Valva Mitral, o que acarretou novas crises de ansiedade. Mais recentemente tive uma intoxicação alimentar e fui obrigado a tomar medicamento em soro novamente, não preciso dizer que surtei no hospital e todos acharam que se tratava de alguma reação alérgica, não dando muita atenção ao meu desespero, porém simplesmente aplicando um anti-alérgico e me deixando sofrer. Consegui me acalmar no momento em que removeram a agulha, respirei fundo e melhorei. No dia seguinte já estava melhorando (ontem), mas sentia muita dor no braço, acredito que por ter ficado duas horas com uma agulha esteja me sentindo um pouco impressionado e com medo. O fato é que hoje acordei com o pescoço duro, um pouco dolorido e a primeira coisa que pensei foi "meningite", tenho pavor ao ouvir a palavra ou ao ver o médico mexendo em meu pescoço para ver se há algo errado. Surtei novamente, comecei a correr, chorar e consegui me acalmar após cerca de meia-hora, o pescoço relaxou e sobrou apenas o mal-estar, porém apenas uma hora depois meu pescoço ficou rígido novamente, para meu desgosto. Tenho medo de perder o controle sobre meu corpo, tenho muito, mas muito medo de sentir meus músculos se mexendo sozinhos e de não conseguir manter a calma. No momento não posso consultar minha psicóloga e preciso de ajuda para conseguir me acalmar e me sentir bem, antes que acabe fazendo alguma besteira. Espero que me ajude com palavras de conforto e talvez até mesmo algum exercício para manter a calma. Muito obrigado.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;A.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;A primeira coisa que gostaria que interiorizasse é que compreendo a sua angústia e que a sua descrição, ainda que transpareça o seu profundo desespero, é simultaneamente pedagógica, na medida em que ilustra bem aquilo que diariamente oiço da boca de tantos pacientes que me procuram exactamente pelos mesmos motivos. Saiba que existem milhões de pessoas em todo o mundo que passam por aquilo por que o leitor está a passar e que o "clique" para que recorram à ajuda especializada pode passar por acederem a mensagens como a sua. Sabermos que os nosso problema afecta outras pessoas não é em si mesmo uma solução, mas constitui um alívio importante porque normaliza uma situação que é profundamente angustiante e que pode toldar a nossa percepção, levando-nos a acreditar que somos "loucos" ou anormais. Claro que não é saudável viver sob estes níveis de ansiedade e, nesse sentido, importa reconhecer que há passos que podem e devem ser dados para que readquira a sua normalidade, o seu bem-estar, a tranquilidade que já conheceu e que merece.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Como afirmo tantas vezes, quer no que diz respeito à nossa saúde física, quer no que toca à nossa saúde emocional, cada pessoa deve ser capaz de reconhecer que é o seu próprio principal cuidador. Nesse sentido, e ainda que me solidarize com o seu sofrimento e com a angústia que terá sentido aquando do confronto com algumas medidas clínicas que desvalorizaram a componente emocional da sua reacção, compete-me chamar a sua atenção para a necessidade de o leitor assumir a responsabilidade de partilhar, em contexto clínico, o seu histórico de ansiedade. Se um médico que o acompanhe numa urgência hospitalar tiver imediatamente acesso às dificuldades emocionais por que tem passado, ser-lhe-á mais fácil fazer uma avaliação rigorosa da situação. Por exemplo, é óbvio para mim que a sua reacção à tentativa de o colocarem a soro não foi mais do que um episódio de pânico, em que o episódio traumático do passado tomou conta de si, bloqueando-o. Ora, os técnicos que intervieram nessa situação não teriam como saber destes dados, a menos que o leitor os desse a conhecer.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Eu também sei que nem sempre é fácil assumir estas fragilidades, para mais quando a cabeça está repleta de ruminações à volta de doenças graves. Mas quanto maior for o seu auto-conhecimento e o seu à vontade para se revelar, maior a probabilidade de se ver livre de situações arriscadas que rapidamente o transportam para ciclos viciosos perigosos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Desconheço os motivos que o impedem neste momento de voltar a consultar a sua psicóloga, mas recomendo vivamente que não deixe de ser acompanhado por um clínico experiente e em quem confie. Mais do que ninguém, o leitor já conhece os benefícios da ajuda especializada, pelo que importa que faça uso dessa experiência dando a si mesmo a oportunidade de voltar a sentir-se estável. Independentemente desta ajuda, creio que pode e deve seguir algumas dicas que o ajudarão a sentir maior controlo sobre a situação:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Não se isole. Nos picos de ansiedade agarre no telefone e fale com alguém da sua confiança. Na impossibilidade de contactar com um amigo ou familiar, procure conversar com alguém que esteja fisicamente mais acessível. Até uma conversa trivial sobre o tempo pode ajudá-lo a interromper os ciclos de ruminações.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Faça desporto, mas opte por actividades em grupo. A corrida pode abrir espaço para os pensamentos automáticos negativos na medida em que não requer a sua concentração.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Treine o seu cérebro no sentido de interromper os pensamentos negativos - oiça música, cante as suas músicas preferidas, anote a letra das canções. O simples facto de se concentrar no poema implicará que o seu cérebro se distraia do que o angustia.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Procure identificar aquilo que o entristece e escreva sobre isso. É possível que a fuga à tristeza esteja a agudizar o transtorno ansioso. Organizar os pensamentos é o primeiro passo para organizar as emoções.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1604053015311107771-5929820326036162084?l=apsicologaresponde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/5929820326036162084'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/5929820326036162084'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apsicologaresponde.blogspot.com/2010/12/hipocondria-e-crises-de-panico.html' title='HIPOCONDRIA E CRISES DE PÂNICO'/><author><name>Cláudia Morais</name><uri>https://profiles.google.com/114522808266184403458</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-_agjL4wpQfg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAB0s/uQkbw7VAUbQ/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TPzePWXKx_I/AAAAAAAABew/TFR8c_FqKn4/s72-c/moody-men-01-af.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1604053015311107771.post-4356610668149965661</id><published>2010-11-02T18:05:00.001Z</published><updated>2010-11-02T18:07:33.070Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ansiedade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mulher'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento Alimentar'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Depressão'/><title type='text'>COMPULSÃO ALIMENTAR</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TNBS3HmXgZI/AAAAAAAABeA/S0p3fH0oe2Q/s1600/Binge-Eating-Depression.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="278" src="http://1.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TNBS3HmXgZI/AAAAAAAABeA/S0p3fH0oe2Q/s400/Binge-Eating-Depression.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;Tenho, desde o início da minha adolescência, uma relação de paixão/ódio com a comida. Ao longo do tempo e com o acesso a mais informação, percebi que o meu problema tinha nome - compulsão alimentar ou, de acordo com a designação da Dr.ª, voracidade alimentar. Entre os meus 15 e 30 anos (idade que tenho agora) o meu peso já variou entre os 45 e os 65 quilos. Passo a vida entre as dietas e as fases de compulsão... Tive comportamentos bulímicos, estive muito perto de uma anorexia, isolei-me, tinha medo de sair, de conviver, tinha vergonha do meu corpo e culpei-o por tudo o que de menos bom me acontecia. Daqui resultou uma auto-estima muito frágil, uma insegurança enorme, problemas de ansiedade (já não durmo sem medicação há mais de 5 anos) e uma certa instabilidade emocional. Agora, com 30 anos e depois de ter tentado vários tipos de ajuda - nutricionista, psiquiatra, uma experiência com a psicologia - qual o caminho que deverei seguir? Já assumi o problema perante familiares e namorado, quero muito tratar-me, mas não sei que via seguir. (Sou da zona Norte (Braga), pode aconselhar-me tratamento na minha zona?) Desde já agradeço a atenção que me possa conceder. &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;L.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Tal como acontece com a maior parte das mulheres que enfrentam transtornos do comportamento alimentar, presumo que já tenha acedido a uma vasta quantidade de informação sobre esta matéria, bem como à diversidade de tratamentos disponíveis. O facto de ter assumido o problema, quer para si mesma, quer para as pessoas de quem gosta, é positivo mas eu também sei que implica uma vulnerabilidade maior. A voracidade alimentar está muitas vezes relacionada com a dificuldade em gerir as emoções e as relações afectivas e acaba por ser a tradução da necessidade de sentir algum controlo sobre a própria vida, pelo que me é fácil estimar que da partilha que já fez com o seu namorado e com a sua família possa resultar algum desespero e até a sensação de incompreensão. Permita-me no entanto louvar o seu discernimento e incentivá-la a continuar o caminho a que já deu início. A resposta à sua pergunta é a perseverança. Não sei o que correu mal nas diferentes intervenções clínicas a que se submeteu, mas sei que o mais seguro será procurar um médico e um psicoterapeuta que possam acompanhá-la e em quem confie. A intervenção multidisciplinar é efectivamente a mais eficaz nestas perturbações, pelo que importa que combine o acompanhamento médico e farmacológico com a psicoterapia (que poderá ser extensível a algumas pessoas da sua família, pelo que recomendo vivamente que procure um psicólogo com formação em terapia familiar). A procura deste tipo de ajuda pode não corresponder imediatamente às suas expectativas, mas deve lembrar-se que é responsável por si mesma e pelo seu bem-estar e que não é justo desistir às primeiras contrariedades. Sinta-se à vontade para colocar todas as dúvidas que tiver aos clínicos que estiverem a acompanhá-la e, se ao fim de algumas consultas não se sentir ajudada, procure outro técnico. Não deve sentir vergonha por querer o melhor para si. Estas são dificuldades que atingem muitas pessoas em todo o mundo e que podem ser tratadas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Em Braga há com certeza profissionais especializados nesta área, pelo que poderá pedir uma referência ao seu médico de família. No Porto costumo recomendar o Prof. António Roma Torres, Psiquiatra com formação vastíssima em terapia familiar e cujos contactos encontrará facilmente na Internet e/ou nas listas telefónicas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1604053015311107771-4356610668149965661?l=apsicologaresponde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/4356610668149965661'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/4356610668149965661'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apsicologaresponde.blogspot.com/2010/11/compulsao-alimentar.html' title='COMPULSÃO ALIMENTAR'/><author><name>Cláudia Morais</name><uri>https://profiles.google.com/114522808266184403458</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-_agjL4wpQfg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAB0s/uQkbw7VAUbQ/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TNBS3HmXgZI/AAAAAAAABeA/S0p3fH0oe2Q/s72-c/Binge-Eating-Depression.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1604053015311107771.post-2366929653852654997</id><published>2010-10-21T11:15:00.000+01:00</published><updated>2010-10-21T11:15:00.842+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mulher'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Amor'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Família'/><title type='text'>MARIDO SAIU DE CASA</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TLtavA1EY0I/AAAAAAAABd0/is6utC-Cdwk/s1600/sad_woman.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="265" src="http://3.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TLtavA1EY0I/AAAAAAAABd0/is6utC-Cdwk/s400/sad_woman.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;Sou casada há 19 anos, temos 2 filhas - uma com 16 e outra com 10. Depois das férias tivemos uma discussão e ele fez as malas e foi para casa da mãe. Diz que está arrependido mas que não quer voltar. Estou perdida, ele deixou-me sozinha com uma firma e duas filhas, estou a tentar continuar mas tenho imensas crises de choro e uma tristeza enorme. Ainda gosto dele e muito. Pedi-lhe para voltar mas ele não quer. Sinto-me péssima e completamente perdida.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;S.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Desconheço o percurso que a leitora e o seu marido já fizeram a dois, pelo que me é difícil avaliar a dimensão das dificuldades que os conduziram à discussão a que se refere. De qualquer modo, quero dizer-lhe que, apesar de a ida do seu marido para casa da mãe poder ser vista como uma atitude impulsiva, o facto de querer manter-se por lá pode ser um indício de que há questões sérias e importantes que merecerão a atenção de ambos, independentemente do rumo que a relação possa tomar. Estando casados há quase 20 anos, é natural que ambos tenham evoluído e que, desse crescimento, resultem algumas divergências, algumas lutas de poder e, consequentemente, a necessidade de voltarem a negociar e a ceder. Todos sabem que um casamento duradouro não é um mar de rosas constante, mas é cada vez mais difícil gerir os desafios que se colocam à manutenção de um casamento. Se aquilo que sente pelo seu marido é mais forte do que a mágoa que possa estar a sentir e se do outro lado houver o mesmo reconhecimento, valerá a pena fazerem uso dos recursos de que dispõem para restaurar a harmonia familiar. Bem sei que é difícil gerir a distância física, as saudades e as inseguranças que resultam deste afastamento, mas também é verdade que esta pode ser uma oportunidade para que cada um se assegure do que quer e, ao mesmo tempo, usufruam dos períodos em que estão mais afastados para esfriar a cabeça e evitar a escalada das discussões. Como têm duas filhas menores, é óbvio para mim que o afastamento físico não deve eternizar-se e muito menos devem fugir à resolução dos problemas que os separam. Conversar sobre as necessidades de cada um e sobre as mudanças necessárias é essencial mas pode não ser fácil, pelo que sugiro que equacionem a possibilidade de recorrerem à ajuda especializada (terapia de casal).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1604053015311107771-2366929653852654997?l=apsicologaresponde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/2366929653852654997'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/2366929653852654997'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apsicologaresponde.blogspot.com/2010/10/marido-saiu-de-casa.html' title='MARIDO SAIU DE CASA'/><author><name>Cláudia Morais</name><uri>https://profiles.google.com/114522808266184403458</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-_agjL4wpQfg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAB0s/uQkbw7VAUbQ/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TLtavA1EY0I/AAAAAAAABd0/is6utC-Cdwk/s72-c/sad_woman.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1604053015311107771.post-8869633841225284005</id><published>2010-10-20T11:06:00.000+01:00</published><updated>2010-10-20T11:06:00.541+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ansiedade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Amor'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação dos Filhos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Álcool e Drogas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Violência'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Família'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Depressão'/><title type='text'>FILHOS DE ALCOÓLICOS</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TLtZJ8Uf0gI/AAAAAAAABdw/zha4IzwwIvg/s1600/1-sad-couple.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="266" src="http://3.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TLtZJ8Uf0gI/AAAAAAAABdw/zha4IzwwIvg/s400/1-sad-couple.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;A minha questão é se os filhos de pais alcoólicos tambem podem vir a desenvolver o mesmo vício e as mesmas caracteristicas violentas. O meu pai era alcoólico e batia muito na minha mãe - era um ambiente horrível naquela casa. Vivo com o meu namorado há 9 anos, ele tambem é filho de pai alcoólico e o meu medo é que ele venha a seguir os passos maus do pai, como do álcool e da violência, porque às vezes reage da mesma forma que o pai dele.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;F.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;O alcoolismo é uma perturbação que não afecta apenas o doente, mas cujas consequências, físicas e emocionais, se estendem SEMPRE à família - daí que a intervenção clínica seja, idealmente, multidisciplinar com a necessidade de incluir terapia familiar e/ou terapia individual para  os familiares. Tal como a leitora carrega ainda hoje as marcas, as vulnerabilidades, que resultaram do facto de ter crescido numa ambiente familiar pautado pela violência e pelo medo, é altamente provável que o seu namorado tenha as suas próprias feridas emocionais resultantes do desenvolvimento associado a um pai alcoólico. Isto não significa que o seu namorado venha a reproduzir os padrões comportamentais do próprio pai, nem que venha a tornar-se num alcoólico. Contudo, é importante que ambos reconheçam que aquilo por que passaram na infância e na adolescência deixou marcas e que, só se falarem abertamente sobre aquilo que sentem, poderão sentir-se livres para reivindicar aquilo de que precisam. Em muitos casos, os adultos filhos de alcoólicos desenvolvem transtornos depressivos e ansiosos que podem manifestar-se por irritabilidade constante e explosões de agressividade que em nada beneficiam a comunicação conjugal. Conter os seus medos é, provavelmente, o pior caminho. Importa que mostre as suas emoções, aquilo que a fragiliza, identificando de forma clara aquilo de que não gosta no comportamento do seu namorado, mas procure evitar as críticas pessoais e a comparação com o comportamento do seu sogro, já que estes ataques pessoais poderão ferir o seu namorado, mais do que ajudá-lo a compreender a sua preocupação. Considere ainda a possibilidade de recorrerem à terapia familiar no sentido de poderem falar sobre estas questões sensíveis num ambiente emocionalmente seguro.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1604053015311107771-8869633841225284005?l=apsicologaresponde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/8869633841225284005'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/8869633841225284005'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apsicologaresponde.blogspot.com/2010/10/filhos-de-alcoolicos.html' title='FILHOS DE ALCOÓLICOS'/><author><name>Cláudia Morais</name><uri>https://profiles.google.com/114522808266184403458</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-_agjL4wpQfg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAB0s/uQkbw7VAUbQ/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TLtZJ8Uf0gI/AAAAAAAABdw/zha4IzwwIvg/s72-c/1-sad-couple.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1604053015311107771.post-4301842835126370473</id><published>2010-10-19T10:57:00.001+01:00</published><updated>2010-10-19T10:57:00.474+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Amor'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Depressão'/><title type='text'>A DEPRESSÃO E O AMOR</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TLtXAJrrWJI/AAAAAAAABds/zZELkodcG5s/s1600/sad-girl.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="270" src="http://1.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TLtXAJrrWJI/AAAAAAAABds/zZELkodcG5s/s400/sad-girl.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;Foi-me diagnosticada uma depressão, que ando a tratar e a medicar, embora já tenha marcado nova consulta com o psiquiatra porque acho que não estou a melhorar. Estava numa fase muito desmotivante a nível de trabalho, comprei casa há uns meses com o namorado de há muitos anos e estamos a pensar casar para o ano. A questão que me preocupa é que de repente, passei a olhar para o meu namorado e a pensar se ainda gosto dele. Parece que sinto indiferença por ele, e estando a pensar em casar, isso tem-me obcecado os pensamentos e anda a preocupar-me verdadeiramente. É que o que menos quero é sentir isto,  quero voltar a estar bem com ele. É natural numa depressão ter estes sentimentos por quem se gosta? Eu despedi-me do meu trabalho porque não estava bem mas não quero de forma nenhuma abdicar do meu namorado. Acho que estou a ficar louca, por pensar isso, quando ele sempre foi tão querido comigo. Estes pensamentos são normais?&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;M.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Desconheço os factores que estarão por detrás da sua depressão. Compreendo que o desgaste profissional a que se refere pode ter desencadeado uma depressão reactiva, mas não posso ter a certeza de que não existiram outras circunstâncias por detrás do seu adoecimento. De qualquer modo, quero assegurá-la de que a depressão pode efectivamente condicionar a forma como olhamos para as nossas relações afectivas, pelo que não raras vezes me deparo em contexto clínico com a angústia que agora partilha. Pode ser difícil discernir sobre o que é a causa e o que é a consequência, isto é, reconhecendo que um dos sinais da depressão é precisamente o desinteresse generalizado, é legítimo que se questione se estará a sentir-se deprimida e confusa porque já não gosta do seu namorado ou se esta incapacidade de se sentir segura em relação aos seus sentimentos é mais uma consequência da perturbação emocional que foi diagnosticada. Fez muito bem em recorrer à ajuda médica e, apesar de eu não saber há quanto tempo está a fazer esta medicação, compete-me chamar a sua atenção para a importância de estabelecer uma relação de confiança com o médico que a está a acompanhar. Não raras vezes é preciso esperar várias semanas até que as primeiras mudanças comecem a ser sentidas, mas é fundamental que se sinta confortável para expor as suas dúvidas ao seu médico e que a toma dos medicamentos seja rigorosamente monitorizada. Este acompanhamento regrado permitirá, por exemplo, fazer os ajustes necessários a uma recuperação sólida e relativamente célere. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Do meu ponto de vista seria importante complementar o tratamento médico com a intervenção psicoterapêutica. Um psicólogo experiente ajudá-la-á a estruturar as suas emoções e a gerir as suas relações afectivas com maior segurança. Como estimo que as suas inseguranças possam estender-se ao seu namorado, pode ser importante envolvê-lo no processo terapêutico. Deste modo, poderão unir-se no sentido de enfrentarem este período mais confuso do percurso a dois. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1604053015311107771-4301842835126370473?l=apsicologaresponde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/4301842835126370473'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/4301842835126370473'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apsicologaresponde.blogspot.com/2010/10/depressao-e-o-amor.html' title='A DEPRESSÃO E O AMOR'/><author><name>Cláudia Morais</name><uri>https://profiles.google.com/114522808266184403458</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-_agjL4wpQfg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAB0s/uQkbw7VAUbQ/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TLtXAJrrWJI/AAAAAAAABds/zZELkodcG5s/s72-c/sad-girl.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1604053015311107771.post-1738578406711175278</id><published>2010-10-18T10:42:00.000+01:00</published><updated>2010-10-18T10:42:00.124+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Amor'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Infidelidade'/><title type='text'>INFIDELIDADE DE LONGA DURAÇÃO</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TLtUsHGHrEI/AAAAAAAABdo/4PrcalTZiy4/s1600/d0ef320fbc8046103ca3d316f6b95dc9.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://3.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TLtUsHGHrEI/AAAAAAAABdo/4PrcalTZiy4/s400/d0ef320fbc8046103ca3d316f6b95dc9.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;Fui traída durante 6 anos e quando descobri o meu mundo ruiu. A nossa relação degradou-se de uma maneira que eu nunca imaginara. Não falamos, só há discussões porque eu não consigo lidar com este assunto. Ao longo de dois anos fui apanhando pequenas coisas que, apesar de ele me dizer que já estava tudo acabado, continuavam a aparecer. Eu fui desculpando até que chegou a um ponto em que não acredito em nada do que me diz. Ainda hoje apesar de ele me dizer que já resolveu o problema ainda não teve a coragem de me dizer como o resolveu. Pedi-lhe para me dar provas de que já tinha tudo acabado e diz que não sabe como provar. Contudo, já das outras vezes me dizia que tinha tudo acabado e no entanto durante 2 anos as coisas continuaram na mesma. Estou desesperada. Não gosto de viver dentro da minha cabeça nem dentro do meu corpo. A minha vida está desfeita e a dele também. Será que tenho hipótese de ser feliz? E de ter paz?&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;A.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Se por um lado é verdade que todos os dias ouvimos falar de infidelidade e que o tema se tornou, em certa medida, banal, isso não torna a experiência menos dolorosa. Ao referir que o seu mundo ruiu está a sistematizar numa única frase aquilo por que passam muitas outras pessoas. Cada situação conterá as respectivas especificidades, mas a revelação da traição é sempre dolorosa e difícil de gerir. Neste caso, e porque estamos perante uma relação extraconjugal duradoura, pode ser ainda mais difícil discernir sobre as reais intenções do seu marido, já que é provável que, a par do envolvimento físico, tenha existido algum investimento emocional. Só o tempo poderá determinar se a leitora e o seu marido se sentem capazes de voltar a investir nesta relação, sendo que essa reconstrução deverá incluir uma análise cuidada do que os levou a este distanciamento. Recuperar desta dor e voltar a acreditar na pessoa que cometeu a traição não é fácil, admito, mas é possível. Para já, é fundamental que se apoie nas pessoas que gostam de si e que, estou certa, a quererão ver segura e feliz. Isolar-se e/ou centrar-se exclusivamente na resolução deste problema será não apenas infrutífero, mas desgastante. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Deverá considerar a hipótese de recorrerem à ajuda da terapia de casal, que os poderá ajudar a identificar os sentimentos que ainda existem, bem como a implementar as mudanças que lhes permitam atingir os objectivos pretendidos. Importa, no entanto, lembrar que nenhum processo de terapia de casal pode ter lugar se se mantiver a relação extraconjugal.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1604053015311107771-1738578406711175278?l=apsicologaresponde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/1738578406711175278'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/1738578406711175278'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apsicologaresponde.blogspot.com/2010/10/infidelidade-de-longa-duracao.html' title='INFIDELIDADE DE LONGA DURAÇÃO'/><author><name>Cláudia Morais</name><uri>https://profiles.google.com/114522808266184403458</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-_agjL4wpQfg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAB0s/uQkbw7VAUbQ/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TLtUsHGHrEI/AAAAAAAABdo/4PrcalTZiy4/s72-c/d0ef320fbc8046103ca3d316f6b95dc9.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1604053015311107771.post-1921144611429627362</id><published>2010-10-14T14:17:00.001+01:00</published><updated>2010-10-14T14:17:00.726+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ansiedade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Amor'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='amigos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Depressão'/><title type='text'>VAZIO EMOCIONAL</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TLYIN8bmh1I/AAAAAAAABdQ/i-iQ1CQ7MdQ/s1600/depressed-girl.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://4.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TLYIN8bmh1I/AAAAAAAABdQ/i-iQ1CQ7MdQ/s400/depressed-girl.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;Tenho 21 anos e sempre me senti mal comigo mesma, o sentimento que me invade constantemente e que sempre me acompanhou (desde que me lembro) é um vazio constante, como se me faltasse algo que nao sei definir com clareza! Quando entrei para a universidade tive o meu primeiro namorado, que se mantém até hoje. No entanto, começámos de forma precipitada e sempre tivemos várias discussões. Sei que fiz dele o meu "saco de pancada" e descarregava nele todas as minhas frustrações e agora tento remediar o irremediável, talvez. Por outro lado, penso em acabar com ele porque acho que já não vai resultar. Ultimamente estou mais calma e tenho tentado aprender a gostar de mim e a aceitar as circunstâncias, pois acredito que talvez seja esse o causador do vazio que me persegue. Sempre fui demasiado tímida e na escola lembro-me de me dizerem que era uma seca - esse adjectivo persegue-me até hoje e estou em constante autocrítica e a repudiar-me por ser tão diferente do meu grupo de amigos. Ja perdi grandes amigos ao longo da vida e tenho tendência a culpar-me por isso. Nao sei mais o que pensar nem como agir! O livro que tenho andado a ler chama-se "Auto-estima - como aprender a gostar de si mesmo" de Nathaniel Branden e tem-me dado muito alento. No entanto, nem sempre é facil fazer as coisas sozinha e gostava de pedir a sua opinião para saber se devo procurar ajuda especializada.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;P.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Não conheço detalhadamente o seu percurso de vida nem posso avaliar por esta via a dimensão da sua angústia e da sua melancolia. Algumas pessoas são efectivamente mais melancólicas do que outras, sem que isso indicie qualquer perturbação de humor. Noutros casos, mesmo que não haja um episódio depressivo grave, a pessoa pode estar a viver uma situação de distimia, que é uma forma de depressão mais leve mas que pode arrastar-se por muito tempo quando não há qualquer tipo de acompanhamento.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;O facto de os seus amigos se referirem a si de forma negativa pode implicar que queiram, sobretudo, vê-la mais enérgica e animada, mas importa que o seu auto-conhecimento a impulsione a assumir-se tal como é e a reivindicar ser aceite com todas as suas características. Estou certa de que os seus amigos não são pessoas perfeitas e que, mesmo que sejam bastante mais extrovertidos, terão os seus momentos de tristeza e abatimento. Não faz sentido que queiramos estar ao lado das pessoas de quem gostamos apenas quando estas estão animadas. Pelo contrário, gostar de alguém implica estar "lá" em todas as horas, mesmo nas mais difíceis.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Claro que não posso ser indiferente ao facto de ter referido que tem "perdido" alguns amigos importantes ao longo do tempo. Este é um comprometimento importante do seu bem-estar, pelo que provavelmente a ajuda especializada será mesmo uma mais-valia. Um psicólogo experiente ajudá-la-á a gerir melhor as suas emoções, a perceber a origem do seu abatimento e a promover a estabilidade dos laços afectivos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1604053015311107771-1921144611429627362?l=apsicologaresponde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/1921144611429627362'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/1921144611429627362'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apsicologaresponde.blogspot.com/2010/10/vazio-emocional.html' title='VAZIO EMOCIONAL'/><author><name>Cláudia Morais</name><uri>https://profiles.google.com/114522808266184403458</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-_agjL4wpQfg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAB0s/uQkbw7VAUbQ/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TLYIN8bmh1I/AAAAAAAABdQ/i-iQ1CQ7MdQ/s72-c/depressed-girl.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1604053015311107771.post-1856673985121931990</id><published>2010-10-13T14:58:00.000+01:00</published><updated>2010-10-13T14:58:49.658+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mulher'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Amor'/><title type='text'>DOR DURANTE AS RELAÇÕES SEXUAIS</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TLW7BKAKRuI/AAAAAAAABdI/2kVaIOg2tdw/s1600/takut1.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="266" src="http://4.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TLW7BKAKRuI/AAAAAAAABdI/2kVaIOg2tdw/s400/takut1.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;Tenho 32 anos, o meu marido tem 34 e tenho duas filhas, de 7 anos e de 19 meses. Tomo a Mercilon há anos. Há bastante tempo reparei que o apetite sexual não existe mas agora o meu marido já se queixa (coitado). O começo é um sacrifício, o "durante" é mais ou menos, o momento é bom e depois fico com dores internas e externas (tenho que colocar uma toalha molhada nos lábios vaginais). Nas idas ao médico ninguém me consegue explicar o que se passa. O meu marido já usou lubrificantes (teve alergias a alguns), preservativo e nada. Já li muita coisa, exprimentei muita coisa e nada.  &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;S.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Embora não conheça detalhadamente a sua história, não posso ignorar o facto de ter escrito que há algum tempo que não sente desejo sexual. Sendo o desejo sexual hipoactivo muito comum nas mulheres, há muitos factores que podem estar na sua origem. De um modo geral, o desejo sexual está directamente associado à comunicação conjugal em geral e, nas mulheres, a satisfação sexual depende da satisfação em termos emocionais. Não conheço o seu percurso nesta relação, mas sugiro que olhe para a sua relação como um todo porque é possível que estas dificuldades sejam a face visível de um problema que residirá noutras áreas da conjugalidade.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;O facto de sentir muitas dores poderá estar relacionado com a inexistência de lubrificação, que resulta da diminuição do desejo sexual. A lubrificação feminina depende do desejo, pelo que, mesmo que o acto sexual seja "forçado" por si mesma, se não estiver realmente excitada, sentirá dores, que agudizarão o ciclo vicioso, potenciando a frustração de ambos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Olhe para a intimidade sexual como uma consequência do "namoro" com o seu marido. Esforce-se por avaliar até que ponto se sente valorizada nesta relação, se estarão a dar o vosso melhor no sentido de mostrar ao outro quão importante ele(a) é, se estarão a prestar atenção às necessidades mútuas. Sei que não é fácil manter os níveis de satisfação sempre elevados, particularmente quando se tem duas crianças pequenas, mas é fundamental que conversem sobre aquilo de que cada um precisa para que voltem a sentir-se seguros.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Se não forem capazes de ultrapassar este impasse sozinhos devem considerar a hipótese de recurso à terapia de casal.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1604053015311107771-1856673985121931990?l=apsicologaresponde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/1856673985121931990'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/1856673985121931990'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apsicologaresponde.blogspot.com/2010/10/dor-durante-as-relacoes-sexuais.html' title='DOR DURANTE AS RELAÇÕES SEXUAIS'/><author><name>Cláudia Morais</name><uri>https://profiles.google.com/114522808266184403458</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-_agjL4wpQfg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAB0s/uQkbw7VAUbQ/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TLW7BKAKRuI/AAAAAAAABdI/2kVaIOg2tdw/s72-c/takut1.JPG' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1604053015311107771.post-3338437660722373568</id><published>2010-10-11T15:45:00.000+01:00</published><updated>2010-10-11T15:45:00.681+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Amor'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Doença e Morte'/><title type='text'>NAMORADO COM CANCRO</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TLL-puMOgeI/AAAAAAAABc8/vZnk2W0iiYU/s1600/sad+couple.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="265" src="http://4.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TLL-puMOgeI/AAAAAAAABc8/vZnk2W0iiYU/s400/sad+couple.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;Como posso ajudar meu namorado que está com diagnóstico de cancro de próstata... O que dizer? Como deixá-lo à vontade? Ajude-me a lidar com esta situação que eu sei que está a ser dolorosa para ele e eu tenho medo de abordar o assunto.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;C.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;O aparecimento de uma doença súbita é uma ameaça brutal à estabilidade familiar. Quando um dos membros do casal adoece, toda a família sofre e nem sempre é fácil reagir às flutuações emocionais do próprio doente. Calculo que esteja a dar o seu melhor no sentido de amparar, apoiar e até animar o seu namorado, mas também sei que nem sempre conseguirá sentir-se segura relativamente ao que está a fazer. É provável que se sinta muitas vezes triste, impotente e até perdida e faz todo o sentido que possa exteriorizar as suas emoções. Fingir que está tudo bem não é o caminho. Encare esta etapa das vossas vidas como uma dança, em que o ritmo não é marcado pela doença, mas pelos dois membros do casal. Haverá momentos em que o seu namorado poderá estar mais abatido, desesperançado, e precisará do seu apoio e até do seu optimismo; mas a "música" pode mudar repentinamente levando-o a mostrar-se mais revoltado, agressivo até, e também aí é importante que possa ajustar-se às suas necessidades, permitindo que ele se zangue, sim, mas mostrando também as suas emoções. Aquilo que deve marcar esta fase é, antes de mais, o respeito. Espero que seja capaz de respeitar os silêncios do seu namorado, a necessidade que este possa sentir de se isolar, sem ressentimentos, mas importa que também seja capaz de exteriorizar a sua mágoa, se porventura se sentir rejeitada ou ferida. Nada nos deixa mais seguros acerca daquilo que podemos fazer do que a demonstração de interesse genuíno - pergunte o que quiser, questione-o sobre aquilo de que ele precisa, exponha as suas dúvidas. Lembre-se de que estes obstáculos são mais facilmente ultrapassáveis se se unirem.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1604053015311107771-3338437660722373568?l=apsicologaresponde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/3338437660722373568'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/3338437660722373568'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apsicologaresponde.blogspot.com/2010/10/namorado-com-cancro.html' title='NAMORADO COM CANCRO'/><author><name>Cláudia Morais</name><uri>https://profiles.google.com/114522808266184403458</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-_agjL4wpQfg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAB0s/uQkbw7VAUbQ/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TLL-puMOgeI/AAAAAAAABc8/vZnk2W0iiYU/s72-c/sad+couple.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1604053015311107771.post-5893528491324839616</id><published>2010-10-04T15:36:00.000+01:00</published><updated>2010-10-04T15:36:20.682+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mulher'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Amor'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Infidelidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='amigos'/><title type='text'>ATRAÍDA PELO AMIGO DO MARIDO</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TKnmSZEq3bI/AAAAAAAABcw/15oTsvNwcoQ/s1600/having-affair.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="285" src="http://3.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TKnmSZEq3bI/AAAAAAAABcw/15oTsvNwcoQ/s400/having-affair.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;Não sei o que se passa comigo porque sempre tive uma vida normal, um casamento normal, com filhos e tudo a correr bem. De há tempos para cá que me sinto atraída por um amigo do meu marido e não consigo perceber se estou a fantasiar ou se há "sinais" da parte dele com alguns olhares, sempre tão atencioso comigo. Isto pode ser apenas simpatia da parte dele. Eu é que me sinto atraída por ele e pensava que isto passava mas já lá vão quase 4 meses e estes pensamentos não me passam. Não sei o que fazer porque não quero trair o meu marido nem há nada para além do que se passa na minha cabeça mas tenho muito medo disto. O que posso fazer para deixar de pensar na outra pessoa? &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;C.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Pegando nas suas palavras e no facto de, em retrospectiva, considerar que sempre teve uma vida normal, começo precisamente por assegurar-lhe que é natural que repare noutros homens para além do seu marido, tal como é expectável que outras pessoas possam cortejá-la - através da mera troca de olhares ou até recorrendo ao elogio e ao galanteio. A satisfação conjugal não implica que estejamos fechados para o mundo e muito menos que deixemos de apreciar a beleza de outras pessoas. Claro que isto tudo é muito diferente de alimentarmos fantasias ao longo do tempo em relação a uma pessoa específica. Independentemente do que o amigo do seu marido possa sentir por si, creio que o mais relevante na sua descrição não é a interpretação de hipotéticos sinais, mas sim o facto de não estar a ser capaz de controlar estes pensamentos específicos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Embora não tenha feito referência a nenhum detalhe do seu casamento, é óbvio para mim que esta situação constitui uma forma de alarme sobre a sua relação. A partir do momento em que se sente incapaz de travar pensamentos sobre este amigo, alguma coisa deve ser feita no sentido de analisar o que não estará a correr bem na sua relação. A inexistência de discussões não constitui uma garantia sólida de satisfação conjugal, pelo que muitas vezes é preciso analisar de forma mais rigorosa todas as áreas da conjugalidade. Não sei há quanto tempo está casada, mas conheço muitas mulheres que há muito tempo deixaram de se sentir especiais na sua relação conjugal ou que deixaram de se divertir a dois e que são subitamente confrontadas com sentimentos de alguma ambivalência.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Deixar de pensar na outra pessoa implicará que se volte para dentro da sua relação, discernindo sobre o que deve mudar para que volte a sentir-se satisfeita e segura. Mais cedo ou mais tarde terá de conversar com o seu marido sobre as mudanças de que ambos precisam. Só o diálogo sincero a propósito do que cada um precisa poderá proporcionar-lhes a segurança de outrora. Esta não é uma situação dramática. É, sim, uma oportunidade para que a sua relação continue a crescer.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1604053015311107771-5893528491324839616?l=apsicologaresponde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/5893528491324839616'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/5893528491324839616'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apsicologaresponde.blogspot.com/2010/10/atraida-pelo-amigo-do-marido.html' title='ATRAÍDA PELO AMIGO DO MARIDO'/><author><name>Cláudia Morais</name><uri>https://profiles.google.com/114522808266184403458</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-_agjL4wpQfg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAB0s/uQkbw7VAUbQ/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TKnmSZEq3bI/AAAAAAAABcw/15oTsvNwcoQ/s72-c/having-affair.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1604053015311107771.post-8943126718824584581</id><published>2010-09-29T17:51:00.000+01:00</published><updated>2010-09-29T17:51:56.433+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação dos Filhos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Família'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Depressão'/><title type='text'>ADOLESCENTE DEPRIMIDA?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TKNukVMVPUI/AAAAAAAABcg/ss7M8Iks_YQ/s1600/Depression-in-Teens.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="250" src="http://2.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TKNukVMVPUI/AAAAAAAABcg/ss7M8Iks_YQ/s400/Depression-in-Teens.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;Acho que estou com uma depressão. Tenho 15 anos e vou para o 10.º ano, há muito tempo que me sinto revoltada com várias situações, não gosto da família que tenho, é disfuncional. Sou uma rapariga de boas aparências, não me acho nada feia, mas tenho falta de auto-estima. Sinto-me triste quase todos os dias e quando estou perto dos meus amigos disfarço e faço-me de feliz, estou constantemente a comparar-me a outras pessoas, já tive pensamentos menos bons acerca da minha vida, não gosto do padrasto que tenho. Acha este comportamento normal, tendo em conta que sou adolescente?  &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;C.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Embora não tenha quaisquer dados que me permitam elaborar um diagnóstico, devo alertar-te para a possibilidade de o teu caso não se tratar exactamente de depressão. Compreendo que te sintas muito angustiada com alguns dos problemas familiares a que te referes e que isso contribua para a diminuição da tua auto-estima. A revolta que descreves é absolutamente normal, na medida em que já não és uma criança e vês hoje as relações familiares com uma maturidade diferente. Ainda assim, não tens ainda a autonomia de um adulto, pelo que é legítimo que a raiva seja a emoção predominante. Independentemente dos detalhes do teu percurso familiar e da relação que tens com o teu padrasto, acredito que só a passagem do tempo permitirá determinar o peso real destas questões. À medida que crescemos confrontamo-nos com os erros daqueles de quem mais gostamos, de quem dependemos afectivamente e isso faz-nos sofrer. Mas a verdade é que ninguém é perfeito e cada um de nós precisa de se sentir aceite tal como é.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Não creio que faça muito sentido esconderes a tua tristeza na presença dos teus amigos. Lembra-te de que os amigos são a família que nós escolhemos e as relações são tão mais próximas quanto maior for a nossa capacidade de nos expormos. Se os teus amigos acederem às tuas fragilidades, é possível que exponham as suas também. Enquanto psicóloga e terapeuta familiar posso dizer-te com toda a segurança que não existem famílias perfeitas e que os problemas de cada família só são verdadeiramente conhecidos por quem lá está dentro. As famílias com quem convives e que te parecem muito melhores do que a tua terão os seus próprios problemas, porventura mais sérios.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1604053015311107771-8943126718824584581?l=apsicologaresponde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/8943126718824584581'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/8943126718824584581'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apsicologaresponde.blogspot.com/2010/09/adolescente-deprimida.html' title='ADOLESCENTE DEPRIMIDA?'/><author><name>Cláudia Morais</name><uri>https://profiles.google.com/114522808266184403458</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-_agjL4wpQfg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAB0s/uQkbw7VAUbQ/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TKNukVMVPUI/AAAAAAAABcg/ss7M8Iks_YQ/s72-c/Depression-in-Teens.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1604053015311107771.post-124836357793151566</id><published>2010-09-28T15:25:00.000+01:00</published><updated>2010-09-28T15:25:00.698+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mulher'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação dos Filhos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Divórcio'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Família'/><title type='text'>O DIVÓRCIO E OS FILHOS</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TKH6oMN7J6I/AAAAAAAABcY/BKM1jeFAOMI/s1600/12_DIVORCE.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="265" src="http://4.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TKH6oMN7J6I/AAAAAAAABcY/BKM1jeFAOMI/s400/12_DIVORCE.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;Tenho 38 anos, sou casada há 12, 2 filhas e neste momento vivo um problema - tenho um bom marido, companheiro, bom pai, presente, mas que neste momento já não amo, como anteriormente. Isto, penso eu, verificou-se porque ele foi-me decepcionando aos poucos. Como lidar com esta situação? Como explicar às minhas filhas que quero viver sozinha com elas? Já disse ao meu marido que não andava bem. Penso que ele não vai aceitar muito bem. Como resolver esta situação, visto que não me sinto feliz a seu lado e não quero manter um casamento só pelas minhas filhas (5 e 8 anos), embora me preocupe bastante com elas, com as suas reacções, dor... Encontro-me indecisa entre manter o casamento por elas ou viver no meu espaço com elas.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;L.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Embora desconheça os detalhes da sua história familiar, presumo que não esteja a ser fácil lidar com o fim do amor romântico no seu casamento e com a possibilidade de uma ruptura, mas as decisões que vier a tomar são apenas suas e devem obviamente reflectir as suas emoções e as suas necessidades. Nenhum adulto responsável acaba um casamento descurando o impacto que um divórcio pode ter nos seus filhos e não acredito que o fizesse sem ponderar muito bem aquilo que sente. Ciente de que é possível que o seu marido não reaja bem a uma ruptura, importa que interiorize também que dificilmente contribuirá para a estabilidade emocional das suas filhas se estas a virem infeliz. As crianças precisam, acima de tudo, de se sentir seguras acerca do amor que cada um dos seus progenitores sente por elas e isso, felizmente, não depende da continuidade de um casamento. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Quando dois adultos optam por manter um casamento em que já não há amor "apenas" para salvaguardar o interesse das crianças estão, na prática, a colocar um fardo demasiado pesado sobre os seus filhos. Nenhuma criança ou adolescente deve carregar o peso da frustração ou infelicidade dos pais. Além disso, lembre-se de que os filhos aprendem sobretudo por modelagem e, do mesmo modo que, ao desistirmos dos nossos objectivos às primeiras contrariedades estamos a transmitir-lhes uma mensagem de falta de perseverança e determinação, quando nos sacrificamos e/ou nos submetemos a decisões que claramente desrespeitam aquilo que sentimos e/ou aquilo em que acreditamos passamos a mensagem de que não temos direito à felicidade. Contribuir para a estabilidade emocional e felicidade das suas filhas implica que discirna sobre os seus sentimentos e sobre o que é capaz de investir nesta relação. Se não for capaz de desfazer este impasse sozinha, peça ajuda especializada.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1604053015311107771-124836357793151566?l=apsicologaresponde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/124836357793151566'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/124836357793151566'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apsicologaresponde.blogspot.com/2010/09/o-divorcio-e-os-filhos.html' title='O DIVÓRCIO E OS FILHOS'/><author><name>Cláudia Morais</name><uri>https://profiles.google.com/114522808266184403458</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-_agjL4wpQfg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAB0s/uQkbw7VAUbQ/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TKH6oMN7J6I/AAAAAAAABcY/BKM1jeFAOMI/s72-c/12_DIVORCE.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1604053015311107771.post-3952792531708230121</id><published>2010-09-22T17:45:00.000+01:00</published><updated>2010-09-22T17:45:37.119+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ansiedade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='amigos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Depressão'/><title type='text'>ANSIEDADE E BLOQUEIOS EMOCIONAIS</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TJoydIDH5cI/AAAAAAAABcA/3PvkZvfhuCg/s1600/man-worried450.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="267" src="http://4.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TJoydIDH5cI/AAAAAAAABcA/3PvkZvfhuCg/s400/man-worried450.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;i&gt;Desde há algum tempo que estou preocupado com uma situação. Penso que sofro de ansiedade, umas vezes de uma forma mais extrema, outras vezes menos extrema. É o seguinte: fiz uma cirurgia de extracção de um ciso incluso há cerca de 10 anos. Até aí nunca tive grandes sintomas de ansiedade. Acontece que essa cirurgia correu bastante mal e o dentista não conseguiu extrair o dente, por este ter subido para a cavidade nasal. A partir daí o médico dentista informou-me que já não podia mexer mais e que já não era do foro dele, e que teria que procurar, mais tarde, um ortodontologista, caso o dente viesse a ter alguma actividade prejudicial. A partir do momento em que saí do consultório, nesse mesmo dia, e depois nos dias seguintes, tive uma angústia e ansiedade tão grandes que não sei descrever, por preocupação do que poderia acontecer ao tal dente do ciso não extraído, se iria ter problemas de saúde graves no futuro por causa disso ou não, enfim... foram noites de insónia total, dias inteiros em que não estava bem em lado nenhum, suava em demasia, quase que entrava em pânico. Vou apenas descrever muito rapidamente o que sentia: durante o dia a minha cabeça estava a mil à hora, ou seja, comecei a sentir uma tremenda necessidade de combinar saídas com os meus amigos, porque em casa não me sentia nada bem. Até receber a resposta deles, sentia uma angústia tremenda e uma ansiedade indescritível, com medo de eles não poderem. Se a resposta fosse positiva para um ou dois deles, mas houvesse quem não pudesse ir, sentia logo a ansiedade ainda mais aumentada, porque pensava logo "então mas agora quando vou ver o amigo Y? Onde vai estar ele? Porque é que não pode?", e isso fazia-me confusão, não ter certezas em relação à "minha agenda", uma ansiedade terrível. Até lá em casa tinha necessidade de saber tudo ao pormenor, andava angustiado. Mesmo quando estava com os meus amigos, que era o meu objectivo diário, constante (como se fosse um escape para mim - a ideia de não estar com eles por impossibilidade deles ou minha era para mim uma angústia impossível de descrever), não estava bem, porque depois pensava "aqui neste bar eu até gosto, mas gostava de ter ido a outro, ou passear a outro lado, etc". Ou seja, tinha sempre a cabeça a mil e com uma ansiedade indescritível. Até quando chegava a casa, se não estivesse ninguém, eu entrava em angústia, eu que antes desse primeiro episódio, sempre adorei estar sozinho em casa, por estar à vontade e fazer o que bem quero e me apetece. Depois tudo passou e fiquei novamente "normal". O 2.º episódio aconteceu quando cheguei ao último dia de férias: nessa noite recomeçaram exactamente os mesmos sintomas e ideias (o dente do ciso já nem era preocupação). Agora o 3.º episódio, embora menos intenso, ocorreu na semana passada, quando ia fazer exame nacional para tentar acesso à faculdade (algo que sempre quis e fui adiando): deixei tudo para a última hora até que a minha namorada, que foi quem me impulsionou a ir para a faculdade por saber que sempre quis ter um curso superior, me disse que parecia que eu estava a enganar toda a gente e a mim próprio, porque digo que vou, ela apoia, e depois acabo por não estudar nada e deixar tudo para o próximo ano lectivo (já lá vão 4 anos que lhe prometo que vou para a faculdade e nada...). Bum! Outra vez os mesmos sintomas de angústia, não estou bem em lado nenhum, e ao mesmo tempo quero estar com toda a gente, e entro num processo de angústia terrível se souber que não posso combinar com os meus amigos, porque tenho já coisas combinadas com a minha namorada por exemplo. Será que esses pensamentos assim tão recorrentes são um sinal de transtorno obsessivo-compulsivo, ou trata-se de ansiedade extrema? São episódios que passam com alguma rapidez e levo muitos anos sem os ter. Quando não os tenho sinto-me lindamente, sem angústia e ansiedade, tirando algumas preocupações que são o normal do dia-a-dia de cada um de nós.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;C.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;As diferentes situações que descreveu são condizentes com níveis muito elevados de ansiedade. Estas crises de ansiedade são muito mais frequentes do que possa imaginar e são-no ainda mais na população masculina. Estão normalmente associadas à dificuldade em vivenciar e gerir emoções negativas como a tristeza e traduzem-se no medo exacerbado de não conseguir controlar alguma coisa. Repare que, sendo o primeiro episódio que descreveu claramente preocupante, seria legítimo que sentisse medo. Mas o medo não tem de ser algo que nos domina e descontrola totalmente. Pelo contrário, o medo protege-nos, impede-nos de cometer erros graves ou de corrermos riscos desnecessários. O facto de ter sido confrontado com uma situação alarmante com o dente do ciso deveria conduzi-lo aos passos necessários para garantir a sua saúde. É possível que o médico que o atendeu não tenha sido muito claro em relação aos procedimentos que deveria implementar e, por algum motivo relacionado com vulnerabilidades antigas, o leitor sentiu-se muito inseguro e emocionalmente bloqueado.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Mais tarde o medo de não controlar a realidade à sua volta traduziu-se nas saídas com os amigos. De facto, ninguém consegue controlar tudo, todos os procedimentos, mas isso não implica que vivamos assustados. Creio que naquela altura ser-lhe-ia extremamente difícil estar sozinho porque isso implicaria uma angústia e uma sensação de desamparo insuportáveis. Nesses momentos, o ideal é telefonar a alguém, falar sobre o que está a sentir e pedir ajuda para que a situação seja desdramatizada. Mas estamos ainda a falar apenas da gestão do problema. Identificar a sua origem implica provavelmente uma análise muito mais cuidada e morosa.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;O medo de, mais uma vez, não controlar tudo ter-se-á manifestado novamente nos últimos anos a propósito da sua entrada para a faculdade. É fácil perceber que o leitor depende maioritariamente de si mesmo, mas isso não significa que controle tudo e muito menos que, ao dar o seu melhor, estudando afincadamente, não se exponha à rejeição que resultaria de não ser admitido. Pelo que me é dado a perceber, os seus medos estarão a impedi-lo de concretizar alguns sonhos, o que, sendo muito frequente, como referi antes, não deixa de ser uma fonte de angústia.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Não faz sentido escamotear o problema, mesmo que este não esteja presente em todas as áreas da sua vida. Competir-lhe-á discernir sobre o que quer para si bem como sobre aquilo que é capaz de suportar em termos da gestão da ansiedade e do comprometimento do seu bem-estar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1604053015311107771-3952792531708230121?l=apsicologaresponde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/3952792531708230121'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/3952792531708230121'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apsicologaresponde.blogspot.com/2010/09/ansiedade-e-bloqueios-emocionais.html' title='ANSIEDADE E BLOQUEIOS EMOCIONAIS'/><author><name>Cláudia Morais</name><uri>https://profiles.google.com/114522808266184403458</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-_agjL4wpQfg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAB0s/uQkbw7VAUbQ/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TJoydIDH5cI/AAAAAAAABcA/3PvkZvfhuCg/s72-c/man-worried450.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1604053015311107771.post-995103789478270187</id><published>2010-09-21T17:11:00.001+01:00</published><updated>2010-09-21T17:11:45.949+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Amor'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Doença e Morte'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Violência'/><title type='text'>DESCARREGAR NA PESSOA ERRADA</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TJjZA2eNhNI/AAAAAAAABbw/TUbD0-mt3i4/s1600/angry_couple-89.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="247" src="http://3.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TJjZA2eNhNI/AAAAAAAABbw/TUbD0-mt3i4/s400/angry_couple-89.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;Recorro a si na esperança de que me consiga ajudar. Estive num relacionamento de 3 anos e 2 meses e que acabou há uma semana. Até há algum tempo tudo andava bem - chamavam-nos o casal maravilha e sinceramente acho que o éramos... Estávamos sempre juntos, o amor existente irradiava... No entanto, fui operado e tive que ficar em casa de baixa durante mês e meio. Sou uma pessoa activa e fiquei muito frustrado e a minha namorada levava com muita dessa frustração. Depois de tudo voltar ao normal ela pediu-me um tempo. Dizia que eu não estava o mesmo, que estava muito diferente e que a magoava. Passaram 2 dias e ela quis terminar esse tempo. Conversámos e nos 2 meses seguintes tudo andou relativamente bem, porém, de lá para cá as coisas foram mudando até que ela terminou tudo. Eu amo-a mais que tudo, consigo jurar a pés juntos que ela é a mulher da minha vida, não paro de pensar nela. Mantemos o contacto mas não sei até que ponto poderá ser prejudicial porque eu quero falar com ela, dar-lhe espaço, mas não consigo e volto a bater na mesma tecla e pressiono...&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;V.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Em primeiro lugar, parece-me importante desmistificar algumas crenças irracionais. Consigo perceber que se sentisse muito feliz e satisfeito na sua relação até há algum tempo, mas isso não deve ser confundido com qualquer idealização. Conheço muitos casais que são vistos como exemplo ou como modelos de perfeição, precisamente porque irradiam harmonia e bem-estar, sem que isso corresponda a elevados níveis de satisfação das pessoas em causa. Não me interprete mal porque não duvido de que o leitor tenha sido feliz ao lado da sua namorada. Coloco, isso sim, algumas questões no que diz respeito ao conhecimento que detém sobre as necessidades específicas da pessoa que esteve ao seu lado.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;O aparecimento de uma doença súbita ou a baixa médica na sequência de uma cirurgia constituem acidentes de percurso que podem abanar a estabilidade de um casal. A verdade é que, como referiu, sentia-se muito abatido e frustrado com o facto de estar condicionado e, por isso, terá descarregado na pessoa que estava ao seu lado. Competiria à sua namorada empatizar com a sua fragilidade sem que isso implicasse, no entanto, a anulação das próprias necessidades ou a acumulação de tensão. É possível que a sua namorada não tenha sido capaz de exteriorizar no tempo certo aquilo que sentiu e isso implica que possa ter acumulado mágoas, distorcendo a percepção que construíra de si. Para que nos sintamos seguros ao lado da pessoa que amamos, precisamos de confiar na capacidade dessa pessoa para nos amparar, para nos secar as lágrimas e, pelo que percebo, essa confiança ter-se-á quebrado.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Sem querer, o leitor pode ter magoado a sua namorada e, ainda que hoje queira emendar a situação, não creio que seja positivo pressioná-la. Ao fazê-lo, estará a alimentar um ciclo vicioso, permitindo que a pessoa de quem gosta se sinta profundamente desrespeitada. Procure ouvi-la acerca das suas necessidades e tente respeitar a sua vontade. Compreendo que se sinta muito angustiado e acho que faz muito bem em mostrar o seu amor, mas é crucial que os seus impulsos não o levem a fazer precisamente aquilo que mais o prejudicará - desrespeitar a vontade da pessoa que tanto estima.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;O tempo não cura tudo e poderá até contribuir para que a sua namorada escolha afastar-se definitivamente de si, mas é essencial que demonstre que os seus sentimentos são suficientemente sólidos e sinceros a ponto de permitir o afastamento de que a sua namorada hoje precisa.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1604053015311107771-995103789478270187?l=apsicologaresponde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/995103789478270187'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/995103789478270187'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apsicologaresponde.blogspot.com/2010/09/descarregar-na-pessoa-errada.html' title='DESCARREGAR NA PESSOA ERRADA'/><author><name>Cláudia Morais</name><uri>https://profiles.google.com/114522808266184403458</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-_agjL4wpQfg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAB0s/uQkbw7VAUbQ/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TJjZA2eNhNI/AAAAAAAABbw/TUbD0-mt3i4/s72-c/angry_couple-89.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1604053015311107771.post-5828250592126221776</id><published>2010-09-20T10:40:00.000+01:00</published><updated>2010-09-20T10:40:00.634+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mulher'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Amor'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação dos Filhos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Divórcio'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ciúme'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Família'/><title type='text'>INDECISÃO EM RELAÇÃO AO DIVÓRCIO</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TJa92CZP5dI/AAAAAAAABbo/p6oTD706tEU/s1600/divorce-is-painful.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="293" src="http://4.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TJa92CZP5dI/AAAAAAAABbo/p6oTD706tEU/s400/divorce-is-painful.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;Estive casada durante dois anos, tenho dois filhos e divorciei-me recentemente por minha livre vontade. Sempre achei que não amava o meu marido e rejeitei-o, principalmente na intimidade. Ele amou-me, protegeu-me, deu-me tudo, embora reagisse com bastante agressividade à minha frieza. Ele não queria o divórcio e tudo fez para que eu mudasse de ideias. Agora que estamos divorciados apenas há dois meses e ele tem outra mulher, sofro imenso de ciúmes. Além disso, penso no mal que fiz aos meus filhos, sinto um medo terrível da luta que vou ter que travar sozinha com dois filhos. Mas o mais incrível é que ainda há uns dias cheguei a dizer-lhe que tinha ciúmes da relação dele com esta mulher e que queria dar-nos uma nova oportunidade. Ele ficou todo derretido, queria anular o divórcio e contar a toda a gente, mas imediatamente eu senti dúvidas. Depois ele mostrou-se muito romântico comigo e, mais uma vez, eu fui fria com ele até ele perceber que eu não estava tão empenhada como ele e desistir. Acho que sempre gostei dele em muitos aspectos. Gosto da companhia dele, de falar com ele, de me sentir protegida e amada, mas o problema, penso eu, reside na falta de química. Quando tenho que o beijar na boca ou fazer amor com ele, é sempre um problema para mim. E sei que se voltássemos a estar juntos o problema continuaria. Eu já casei com ele a sentir isto e esse foi o meu erro. Tive uma paixão muito forte por outro homem no passado e havia muita química entre nós. Estou a sofrer bastante com esta separação, sinto-me ridícula por não saber exactamente o que quero, sinto-me culpada pelo sofrimento que causei a este homem e aos meus filhos. Não sei se vou conseguir ter uma nova relação. O que se está a passar comigo? Acho que sou extremamente complicada e que estou a destruir a minha própria felicidade. Sou a minha maior inimiga. Não consigo perceber por que sou uma pessoa tão frágil, insegura, indecisa e complicada. Sinto que preciso de alguma ajuda. Evito falar do que estou a sentir aos meus amigos e familiares porque acho que vão achar que sou doida e cansar-se de me ouvir.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;C.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Em primeiro lugar, é importante que retenha a informação de que não tem por que sentir-se culpada ou envergonhada por estar a sentir tantas dúvidas. Tanto quanto posso perceber, deu o seu melhor no sentido de tentar que o seu casamento desse certo, mas as suas tentativas esbarraram sistematicamente no facto de não se sentir atraída pelo seu marido. Tê-lo-á como um homem nobre e carinhoso e imagino que sinta um imenso carinho por ele, mas isso não basta para que nos sintamos satisfeitos numa relação amorosa. Não posso ignorar o desapontamento que o seu marido sentiu, quer aquando do divórcio, quer mais recentemente quando vislumbrou a possibilidade de reatamento, mas isso não quer dizer que a leitora seja responsável pela infelicidade do seu marido. Creio que teria muito mais motivos para se sentir desiludida consigo mesma se ignorasse aquilo que sente e tentasse fingir que o ama. Isso sim implicaria algum desrespeito pelo seu marido e pelos vossos filhos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Terminar uma relação nunca é um desafio fácil e, mesmo que já não haja amor romântico, o fim de um casamento não deixa de ser uma perda emocionalmente muito impactante. Há um luto que tem de ser feito e que requer algum tempo, pelo que não deve ser tão severa consigo mesma. Por outro lado, é natural que se sinta receosa em relação ao futuro, que é hoje muito mais incerto. Esse medo protegê-la-á de comportamentos impulsivos e tenderá a dissipar-se à medida que o tempo passar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Desconheço o seu percurso individual anterior a esta relação, mas presumo que, para além da relação a que se refere, existam outros eventos emocionalmente significativos que a marcaram e que possam estar a condicionar a forma como hoje olha para o amor e para as relações românticas. Talvez precise de olhar para as suas feridas emocionais mais antigas para que possa discernir melhor sobre as decisões que quer tomar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1604053015311107771-5828250592126221776?l=apsicologaresponde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/5828250592126221776'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/5828250592126221776'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apsicologaresponde.blogspot.com/2010/09/indecisao-em-relacao-ao-divorcio.html' title='INDECISÃO EM RELAÇÃO AO DIVÓRCIO'/><author><name>Cláudia Morais</name><uri>https://profiles.google.com/114522808266184403458</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-_agjL4wpQfg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAB0s/uQkbw7VAUbQ/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TJa92CZP5dI/AAAAAAAABbo/p6oTD706tEU/s72-c/divorce-is-painful.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1604053015311107771.post-2659047726610518037</id><published>2010-09-16T10:47:00.000+01:00</published><updated>2010-09-16T10:47:00.616+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mulher'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Amor'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Infidelidade'/><title type='text'>ELE SÓ QUERIA SEXO</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TI__WAZix1I/AAAAAAAABbQ/N47Z6E0Pa0w/s1600/couple-in-bed-21.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="266" src="http://4.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TI__WAZix1I/AAAAAAAABbQ/N47Z6E0Pa0w/s400/couple-in-bed-21.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;Tenho 29 anos. Conheço o meu marido há 8 anos, namorámos 5 anos e estamos casados há 3. Sempre tive medo de ser traída por ele, era muito ciumenta e possessiva. Ele tinha de ter olhos só para mim! Há 2 anos conheci num desses sites de redes sociais um homem mais velho 5 anos. Começámos a ficar amigos, falávamos no msn esporadicamente mas tínhamos contudo muita cumplicidade. Há cerca de 2 meses ele declarou-me a atracção que sentia por mim, mas eu nem queria acreditar, pensei que estava a brincar comigo pois ele também é casado. Ele desde sempre me contou que era casado e que já conhecia a mulher há 18 anos, mas que de vez enquando dava as suas escapadelas pois achava que isso era a fórmula para um casamento saudável e feliz. Contudo, disse que nunca iria largar a mulher pois a amava. Queria ter comigo mais do que aquela amizade virtual, queria uma amizade colorida, pois gostava muito de mim, adorava-me, dizia que eu era diferente das outras com quem tinha estado porque com elas nunca teve um envolvimento emocional, era só sexo. Eu era especial. Pensava muito em mim, ao deitar, ao acordar, sentia a minha falta. E todas estas palavras e muitas outras fizeram com que eu começasse a sentir uma grande atracção também por ele. Só o facto de falar isto tudo com ele e de me sentir atraída já fazia com que eu sentisse que estava a trair o meu marido, traição essa que eu sempre abominei e exigi que ele não o fizesse comigo e, afinal de contas, era eu que estava a quebrar as regras. Ele fazia sentir-me bem comigo mesma, fazia-me sentir mais mulher, mais bonita, desejada - coisas que já não sentia há muito tempo, pois de há uns anos para cá que o meu marido deixou de fazer (os homens têm por hábito deixar de conquistar as mulheres desde o momento que as têm como certas). Cedi e encontrei-me com ele pela primeira vez numa noite em que o meu marido trabalhou até mais tarde. Esse encontro durou 2 horas e não passou de mais do que beijos. Passado uma semana encontrei-me novamente com ele num motel mas também não passou de beijos, carícias, etc, etc, etc.. Voltei a marcar com ele na semana seguinte e nessa altura já nos envolvemos mais e o sexo acabou por acontecer, só que na hora H veio à minha cabeça um arrependimento e um sentimento de culpa e não consegui, tive de parar ali pois não estava a sentir prazer algum e sei que não estava a fazê-lo sentir também. Desde esse dia nunca mais nos vimos e sinto que ele está diferente para comigo. Continuamos a falar só que destas vezes noto que ele está mais distante (ele diz que é muito trabalho) - todas aquelas palavras que ele me dizia e que me faziam bem estão cada vez mais escassas. Sinto-me mal com esta situação, eu amo muito o meu marido mas sinto muito a falta do "outro", pois com ele sinto coisas diferentes e gosto da companhia dele, gosto do que ele me faz sentir e do que sou quando estou com ele. Provavelmente para ele não passou daquilo mesmo e evita-me porque falhei. Eu sentia que ele era sincero comigo mas pelos vistos ele queria só mesmo uma aventura e iludiu-me este tempo todo. Afinal eu não era tão especial para ele. Eu só me pergunto o porquê de ele fazer isto com a mulher dele, se ele a ama, porque procura outras mulheres?! Foi ele que andou atrás de mim este tempo todo até eu ceder. Isto é uma vergonha para uma mulher casada como eu, por vezes sinto-me uma qualquer. Preciso de ajuda, não sei o que fazer. Estou muito baralhada. Quero os dois na minha vida, mas sei que isto é errado. &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;S.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Como tenho dito tantas vezes, a infidelidade é sempre uma escolha de quem a pratica e é, ao mesmo tempo, um comportamento que não dignifica ninguém. Mas será hipócrita pensar-se que quem trai não sofre nunca. De resto, aquilo que creio que a separa do homem com quem se envolveu é precisamente a vergonha e o arrependimento. Tanto quanto pude perceber, a pessoa com quem se envolveu foi muito clara desde o início desta relação, evidenciando o conjunto de escapadelas do seu historial e assumindo que ama a mulher. Permita-me discordar desta assunção, bem como do cliché segundo o qual a infidelidade manteria um casamento saudável. Nada pode estar mais longe da verdade e é possível que esta pessoa esteja a enganar-se a si mesma. Amar alguém implica, antes de mais, respeitar as suas emoções. Se este homem mente deliberadamente à mulher, está apenas centrado no seu bem-estar. Guiar-se-á pelas próprias emoções, ignorando os danos "colaterais".&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Nenhum casamento é, obviamente, um mar de rosas, pelo que, mesmo que cada um dos membros do casal dê o seu melhor no sentido de fazer com que o outro se sinta especial, existirão invariavelmente períodos de maior afastamento. É natural que, a determinada altura, nos sintamos tomados como garantidos e compete-nos chamar a atenção do nosso cônjuge para a necessidade de se continuar a alimentar a relação. Compreendo que se não se sentia especialmente valorizada no seu casamento pudesse sentir-se atraída por alguém que, de repente, a cortejou como o seu marido há muito não o faria. Mas repare que seria sempre impossível para o seu marido competir com alguém que está de fora e que, naturalmente, apenas acedia ao melhor de si. É-nos infinitamente mais fácil elogiar e cortejar alguém que ainda estamos a conhecer, principalmente porque do facto de não haver uma vida a dois resulta a inexistência de quaisquer conflitos. Se se colocar na posição do seu marido, perceberá com certeza que ser-lhe-ia relativamente fácil deixar-se envolver por uma mulher que passasse a elogiá-lo diariamente. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Não é fácil confrontar a pessoa de quem se gosta com a necessidade de implementar algumas mudanças para que voltemos a sentir-nos especiais, principalmente porque isso implicará que façamos também alguns esforços no sentido de sairmos da nossa própria zona de conforto, mas esse é o único caminho para que nos sintamos satisfeitos ao lado da pessoa que escolhemos. É absolutamente possível que alguém se sinta dividido entre "dois amores" mas, neste caso, creio que não é de amor que falamos quando falamos do seu envolvimento extraconjugal. Falamos, isso sim, de comportamentos impulsivos em que a leitora ter-se-á deixado dominar pelas emoções. Sempre que agimos sem pensar, dominados apenas pelo desejo que queremos ver satisfeito, corremos mais riscos e este caso não é excepção.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;A passagem do tempo permitir-lhe-á perceber que o homem com quem se envolveu não a vê como uma pessoa especial. Nós estimamos e mimamos as pessoas que são especiais para nós e isso vai muito além de uma simples rejeição sexual. Este homem fez aquilo que pôde para a conquistar mas o seu recuo tê-lo-á afastado. Mesmo que tivesse continuado esta relação, seria apenas uma questão de tempo até que fosse trocada pela próxima novidade.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Se ama o seu marido e quer preservar a sua relação, parece-me justo que procure chamar a sua atenção para aquilo de que precisa. Olhe para o seu casamento e não tenha medo de confrontar o seu marido com o que a insatisfaz e com as mudanças que deseja. Só se forem capazes de falar abertamente sobre as mudanças que precisam de implementar é que poderão sentir-se seguros nesta relação. Caso contrário, abrir-se-á espaço ao aparecimento de terceiras pessoas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1604053015311107771-2659047726610518037?l=apsicologaresponde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/2659047726610518037'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/2659047726610518037'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apsicologaresponde.blogspot.com/2010/09/ele-so-queria-sexo.html' title='ELE SÓ QUERIA SEXO'/><author><name>Cláudia Morais</name><uri>https://profiles.google.com/114522808266184403458</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-_agjL4wpQfg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAB0s/uQkbw7VAUbQ/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TI__WAZix1I/AAAAAAAABbQ/N47Z6E0Pa0w/s72-c/couple-in-bed-21.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1604053015311107771.post-932598885200379844</id><published>2010-09-15T14:34:00.000+01:00</published><updated>2010-09-15T14:34:00.118+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mulher'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Amor'/><title type='text'>NAMORADO ACOMODADO... ATÉ A NÍVEL SEXUAL</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TI_7Amay8NI/AAAAAAAABbI/uLc8p0ssrSU/s1600/tion.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="306" src="http://2.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TI_7Amay8NI/AAAAAAAABbI/uLc8p0ssrSU/s400/tion.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;Sou uma jovem de 32 anos que namora há 2 com um rapaz de 29. Já tive uma relação muito saudável anteriormente, teve a duração de 10 anos, 6 dos quais em união de facto. Há cerca de 2 meses juntei-me com o meu actual namorado mas não está a ser nada fácil. Estou mesmo a pensar se tento mais um pouco ou se me vou embora, embora saiba que vou sofrer bastante, pois amo-o loucamente. No primeiro ano de namoro, como é normal, ele mostrou-se uma pessoa muito apaixonada, que me adorava como mulher, aliás, ele dizia muitas vezes "és uma verdadeira MULHER!". Surpreendeu-me muitas vezes com actos e palavras. No segundo ano começou a dar sinais de habituação. Eu chamei-o à atenção porque já o estava a sentir diferente, mais ausente, distante, acomodado ao facto de até ser uma boa namorada/mulher (independente, boas maneiras, honesta, bonitinha e condescendente). A resposta ao meu aviso foi que me amava como desde o início e que eram loucuras da minha cabeça. Como quando amamos de verdade queremos estar com a pessoa, pensei muito bem e achei que talvez fosse eu que estivesse a ser muito exigente. O que é facto é que optámos por viver juntos mas o meu coraçãozinho todos os dias sofre porque a meu ver a relação tem vindo a piorar. Sinto que me tenho oprimido, já nem consigo ser a pessoa forte, determinada que era, sexualmente acho que era muito aberta e louca, queria coisas novas e ele dizia sempre "mas nós não precisamos disso". Voltei a falar com ele e disse-lhe que a nossa relação estava a tomar um rumo errado e que eu necessitava de mais atenção porque eu nunca estou incluída nas prioridades dele. Para dar um exemplo, o tempo dele está distribuído da seguinte forma: durante 5 dias e meio da semana trabalha (é empresário), duas noites por semana janta com amigos, 2 noites pratica desporto até tarde (23h), no fim-de-semana uma das tardes é para outro desporto e uma manhã também para desporto. Aliado a tudo isto, o pouco tempo que me encontra é na cama e volta-me o rabiosque. É normal que se sinta cansado mas eu desejo-o muito e fico verdadeiramente triste e infeliz todas as vezes que o procuro sexualmente ou que desejo ser procurada, desejada e nada acontece. Sinto-me sem saber o que fazer mas quero realmente pôr um termo a isto porque me estou a tornar numa pessoa que não sou (depressiva, muito insegura e oprimida). Preciso de algumas palavras que me dêem força para me decidir.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;M.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Embora me pareça absolutamente natural que uma relação sofra algumas mudanças ao fim de dois anos, não posso deixar de notar que as alterações a que se refere estarão a contribuir para que se sinta desamparada e insegura. É natural que à medida que o tempo passa nos sintamos mais seguros na nossa relação e isso pode até implicar alguns períodos mais mornos, de uma certa acomodação. Não quer dizer que os sentimentos tenham desaparecido, mas a verdade é que ninguém gosta de ser tomado como garantido. Muito mais do que apontar o dedo para acusar o seu namorado (isso só dificultará a comunicação), parece-me importante que se detenha sobre a forma como se sente. É certo que ama o seu namorado, mas não deve deixar de partilhar com ele as suas necessidades e a sua insatisfação. Independentemente das actividades lúdicas ou desportivas de cada um, é lógico que precisarão de sentir-se mimados para que continuem a sentir-se seguros. É possível que o seu namorado não esteja a perceber que não está a prestar muita atenção às suas necessidades, pelo que lhe compete reivindicar essa atenção. Lembre-o de como se sentia especial e importante no início do namoro e mostre a sua vontade de continuar a sentir que é uma prioridade na vida dele. Claro que é justo que se mostre disponível para ir também ao encontro das necessidades do seu namorado, que podem ser diferentes das suas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Alguns homens temem que a vida a dois implique algum aprisionamento, pelo que procuram segurar-se a cada actividade com medo de deixarem de ser livres. Explique-lhe que sente a sua falta, que sente falta dos seus mimos e que, mesmo que aos olhos dele nada tenha mudado, a sua satisfação também depende da capacidade dele para a ouvir e para a confortar. Às vezes são precisas apenas pequenas mudanças para que ambos se sintam mais seguros e optimistas, mas isso depende do diálogo sincero. Não vale a pena desistir antecipadamente de uma relação dominada pelo amor.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1604053015311107771-932598885200379844?l=apsicologaresponde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/932598885200379844'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/932598885200379844'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apsicologaresponde.blogspot.com/2010/09/namorado-acomodado-ate-nivel-sexual.html' title='NAMORADO ACOMODADO... ATÉ A NÍVEL SEXUAL'/><author><name>Cláudia Morais</name><uri>https://profiles.google.com/114522808266184403458</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-_agjL4wpQfg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAB0s/uQkbw7VAUbQ/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TI_7Amay8NI/AAAAAAAABbI/uLc8p0ssrSU/s72-c/tion.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1604053015311107771.post-7452876539306789697</id><published>2010-09-09T10:49:00.000+01:00</published><updated>2010-09-09T10:49:00.457+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mulher'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Amor'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Infidelidade'/><title type='text'>INFIDELIDADE SEXUAL... CONSENTIDA?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TIgkXEazgCI/AAAAAAAABag/xDBrbUzn3vQ/s1600/swing.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="265" src="http://2.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TIgkXEazgCI/AAAAAAAABag/xDBrbUzn3vQ/s400/swing.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;Tenho uma relação de 16 anos. Já fui muito feliz com o meu companheiro mas agora vivo numa angústia constante. Tudo corria bem até que nasceu o nosso primeiro e único filho. O excesso de trabalho em casa, no emprego e com o bebé, juntamente com algumas más decisões que eu agora reconheço que tomei na altura, levaram o meu marido a um estado de saturação e cansaço extremo. Uma colega de trabalho atirou-se a ele e ele aceitou. Andou com ela quase um ano. As discussões sucediam-se porque, embora eu não soubesse, ele não ligava a nada do que eu lhe dizia e como nunca gostei da tipa pelas atitudes que tinha muito antes deles terem alguma coisa, estava sempre a discutir com ele porque lhe pedia para se afastar daquela má companhia e ele não o fazia! Quando descobri foi um choque brutal e ele disse-me que era com ela que queria ficar. Eu contei à nossa família e fui a casa dela para lhe bater! Não o fiz porque ela se fechou em casa e o marido dela, que já sabia de tudo, disse-me que ela não estava em casa... Ela, perante isto, disse ao meu marido que já não queria andar com ele, que amava o marido dela. No fim de o fazer acreditar que o amava loucamente... Ele ficou completamente de rastos e eu fiquei com ele e pensei que ele andava iludido com ela, que ela não era boa pessoa e que com o passar do tempo me iria dar valor a mim e não ia querer saber dela. O tempo foi passando... Ele estava tão obcecado por ela que eu cheguei a 'aceitar' a situação propondo ao marido dela que os 4 fizéssemos swing... Ele não quis de forma alguma! Digamos que 4 meses depois de eu descobrir o meu marido resolveu finalmente que não queria ter mais nada com ela. Resolveu isto no mês de férias em que estava longe dela. Mal voltaram ao trabalho ela, de forma subtil, atirou-se novamente e ele, embora lhe tivesse dado alguma conversa para ver até onde ela chegava, não cedeu. Nunca deixaram de se falar, porque trabalham no mesmo sítio, até que um dia depois de o meu marido lhe ter dito algumas coisas que ela não gostou de ouvir, como um "ainda bem" que não tinha ficado com ele porque era uma pessoa muito conflituosa, ela resolve fazer-me telefonemas anónimos para criar problemas entre nós. O meu marido esteve sem lhe falar 3 meses. A intenção dele era que eu esquecesse isto e houvesse paz entre nós. O problema é que eu noto que ele gosta dela e não a consegue esquecer. Diz-me muitas vezes que não a quer para mulher mas que no sexo ela é muito boa e que se eu deixasse voltava a andar com ela, embora agora não com a intenção de me enganar ou de me trocar por ela mas sim de se divertir. Diz-me também que se um dia eu arranjar outro ele não me vai deixar desde que não deixe de lhe dar atenção. A verdade é que ele não anda com ela porque não quer. Porque isto que ele me diz mais a atitude dela querer andar com ele tem-me perturbado tanto que no outro dia, quando eles ainda não se falavam, sugeri-lhe que ele fosse para a cama com ela. Reconheço que só estou a pôr lenha na fogueira mas angustia-me ele não a esquecer e ela, que quando se sentiu apertada fugiu deixando-o muito mal psicologicamente e agora quer andar com ele outra vez às escondidas do marido! Devido a isto, o meu marido atirou-se a ela e ela foi ter com ele, beijaram-se e só não aconteceu mais nada porque não tinham sítio. Mete-me impressão a atitude dela que podia ter ficado com ele e não ficou. Então porquê agora isto??? Mete-me impressão a atitude dele que ainda a quer... Ele sempre me disse que só voltaria a ter alguma coisa com ela se eu aceitasse e isso não prejudicasse o nosso casamento senão aguentava bem em não ter nada com ela, que já há muito tempo que sabe que é só ele querer e que não faz nada porque não me quer perder nem magoar. A única coisa que ele me pede é que eu deixe de falar nisto e o faça feliz... Eu não consigo deixar de pensar que ele a deseja e ela a ele! E que todos os dias se vêem no trabalho! O que faço??? Estou a ficar louca, deprimida... Não o consigo deixar mas a minha vida tem sido uma tortura e a dele por causa de mim também, porque passo a vida a discutir com ele. Não concordo nem aceito algumas das coisas que ele me diz mas por outro lado penso que ele deve gostar muito de mim para aguentar um ano de discussões quase constantes... Quem está mais certo, ele ou eu? &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;C.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;A confrontação com uma relação extraconjugal é quase sempre um choque. A pessoa que foi traída sente-se habitualmente perdida, desesperada e até humilhada. É preciso algum tempo até que "a poeira assente" e cada um possa discernir sobre os seus sentimentos e, a partir daí, os membros do casal possam tomar algumas decisões. Mesmo que inicialmente haja algumas explosões de raiva, que ora se traduzem na tentativa de maltratar o cônjuge ou a terceira pessoa, ora se traduzem no pedido de divórcio, muitos casais acabam por dar uma nova oportunidade à sua relação, reconhecendo sempre que nada ficará como antes. O restabelecimento da confiança é um processo quase sempre moroso, que envolve avanços e retrocessos, mesmo quando ambos assumem o seu amor e a vontade de reconstruir a relação. É quase sempre imperativo que deixe de existir contacto entre o cônjuge que traiu e a terceira pessoa e, quando isso não é possível, por exemplo em função de compromissos profissionais, devem existir acordos muito claros em relação ao que é ou não saudável à relação que se quer reconstruir. Posto isto, creio que a leitora não estará a colocar as perguntas correctas. O que está em causa não é "Quem é que está mais certo", mas sim, "O que a mantém nesta relação?". Questiono-me verdadeiramente sobre a sua capacidade para reconhecer aquilo de que precisa e, sobretudo, aquilo que merece. O facto de estar há tanto tempo numa relação com alguém que, claramente, não está a ser capaz de a amparar e de lhe dar a atenção e os afectos de que precisa terá com certeza toldado a sua percepção sobre o seu casamento. Alguns dos comportamentos que descreveu, como o facto de ter sugerido a prática de Swing ou até a manutenção de uma relação estritamente sexual entre o seu marido e a terceira pessoa, evidenciam a sua tentativa desesperada para manter o seu companheiro ao seu lado, mas o preço destes gestos parece-me demasiado elevado. Os riscos que tem corrido prendem-se sobretudo com a sua auto-estima e com a sua felicidade. Se a leitora não for capaz de valorizar as suas necessidades afectivas, quem o fará? É crucial que imponha o respeito a que tem direito e que não se humilhe pelo seu companheiro nem por ninguém. A manutenção de uma relação só faz sentido se ambos estiverem dispostos a assumir que se amam e a lutar por esse amor.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1604053015311107771-7452876539306789697?l=apsicologaresponde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/7452876539306789697'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/7452876539306789697'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apsicologaresponde.blogspot.com/2010/09/infidelidade-sexual-consentida.html' title='INFIDELIDADE SEXUAL... CONSENTIDA?'/><author><name>Cláudia Morais</name><uri>https://profiles.google.com/114522808266184403458</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-_agjL4wpQfg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAB0s/uQkbw7VAUbQ/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TIgkXEazgCI/AAAAAAAABag/xDBrbUzn3vQ/s72-c/swing.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1604053015311107771.post-1279040487727263814</id><published>2010-09-08T16:33:00.000+01:00</published><updated>2010-09-08T16:33:34.479+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ansiedade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Amor'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Família'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Depressão'/><title type='text'>MARIDO COM ACESSOS DE FÚRIA</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TIessFnlGBI/AAAAAAAABaQ/u9feJFVHjNY/s1600/alg_angry_man.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="262" src="http://3.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TIessFnlGBI/AAAAAAAABaQ/u9feJFVHjNY/s400/alg_angry_man.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;O meu marido tem desde há cerca de um ano e meio acessos de fúria desproporcionais relativamente às situações. A título de exemplo, ontem chamou a atenção da minha filha (de doze anos) para que esta retirasse do lavatório uma toalha de banho que deixara lá esquecida ao tomar banho... Quando ele lhe pediu para arrumar a toalha ela respondeu-lhe (debaixo do seu nariz empinado de doze anos) "se faz favor, sim?" e ele em vez de levar a coisa para a brincadeira decidiu dizer-lhe que aquilo não era mais que a obrigação dela. Mas ela manteve a frase, ao que ele repondeu com uma irritabilidade exacerbada dizendo-lhe que nunca mais trataria da roupa dela, em gritos e fúria absolutamente desadequados à situação... Apesar de ele ter razão no conteúdo da discussão (ela tem de deixar as coisas conforme as encontrou) perdeu toda a razão que tinha na forma como reagiu, obrigando-me a intervir e acabando por ter que lhe dizer que fosse dar uma volta, que fosse espairecer, até lhe passar a fúria, o que leva a que ela se sinta com uma ar vitorioso, e que vai crescendo de cada vez que há uma situação destas. Eu não posso permitir que ele trate assim a minha filha (embora sejam situações pontuais, e embora em termos normais tenham um bom relacionamento, não posso aceitar estas fúrias que já começam a afectar o meu filho mais novo, do qual ele é pai). Para além disso estou grávida, no nono mês de gestação, e começo a ver-me ficar sozinha com três crinças, um deles recém-nascido... Por outro lado, tenho noção de que neste momento recai sobre ele um enorme peso quanto às tarefas domésticas uma vez que cá em casa somos 4 e eu neste momento pouco mais consigo fazer do que as refeições, implicando isso já um esforço grande pois, apesar de ser adepta do lema de que gravidez não é doença, este meu barrigão já incomoda muito, agravado pelo facto de ter uma soneira desgraçada induzida pela medicação para tratar a hipertensão. Já o mandei embora, já lhe disse que não podia permitir isto mas, por outro lado, também tenho noção das minhas fragilidades e atendendo a que o parto está próximo não posso prescindir da sua presença agora pois não tenho quaisquer apoios e preciso que alguém fique com os miúdos quando for para a maternidade... Já pensei em sugerir-lhe a terapia familiar, ou individual, não sei qual a mais adequada a este caso, mas também estamos com bastantes dificuldades pois ele está desempregado e as divisões que ele faz do subsídio dele é 100€ para o filho mais velho que vive com a mae, 150€ cá em casa onde vive ele e o filho mais novo e 170€ para ele para cigarros e cafés, o que me parece no mínimo uma exploração.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;M.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Não conheço a maior parte da história do seu casamento, mas presumo, em função da descrição que fez, que as dificuldades por que tem passado são situacionais, isto é, resultam de episódios específicos mais ou menos recentes, pelo que valerá a pena olhar retrospectivamente para os recursos desta relação. É possível que alguns problemas sérios, como os constrangimentos financeiros resultantes do desemprego do seu marido associados às mudanças inerentes ao nascimento de mais uma criança, estejam na origem de algumas dificuldades de comunicação, que acabam por traduzir-se na sensação de desamparo que tão bem descreve.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Embora ouçamos falar diariamente sobre as vítimas do desemprego, só quem passa por esta situação conhece bem o impacto emocional que daí resulta e que vai muito além do aperto financeiro. Não sei há quanto tempo é que o seu marido está desempregado, pelo que não posso extrapolar acerca da origem da sua irritabilidade e do seu descontrolo, mas posso afirmar com segurança que esta é uma situação que origina fragilidade e desespero. Presumo que não seja fácil para o seu marido não estar, particularmente nesta fase, capaz de suprir todas as necessidades da família. Como acontece em muitas outras famílias, é possível que o seu marido não esteja a ser capaz de exteriorizar a sua tristeza de forma ajustada, acabando por acumular muita tensão que, pontualmente, acaba por ser exteriorizada sob a forma de explosões.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Não lhe compete ser médica ou psicóloga do seu marido nem tão-pouco "passar a mão pela cabeça" aquando dos seus erros, mas é crucial que dê o seu melhor no sentido de lhe mostrar que não são adversários. Juntos podem com certeza gerir as fragilidades que estarão na origem de episódios como o que descreveu, mas para isso terão de voltar-se para dentro da relação, prestando atenção aos sentimento e às necessidades afectivas de cada um. Se não é fácil encontrar tempo diariamente para conversar com o companheiro sobre as questões do dia-a-dia de cada um, é-o ainda menos aquando do nascimento de um bebé, mas também não é impossível. Muitas vezes, bastarão dez ou quinze minutos por dia marcados por palavras e, sobretudo, gestos de conforto, para que ambos voltem a sentir-se conectados.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Mais do que trabalhar as questões relacionadas com a comunicação, parece-me urgente que um e o outro dêem alguns passos no sentido de mostrar que precisam desta relação e que querem fazê-la funcionar. Há muitas formas de se alimentar o amor romântico e, mesmo nas fases de maiores dificuldades, é possível mostrarmos à pessoa que está ao nosso lado que estamos atentos aos seus sentimentos, confiamos nela, dependemos dela em termos afectivos, e que estamos "lá". Claro que a terapia familiar é uma ajuda muito importante face a este tipo de dificuldades e quanto mais cedo for feito o pedido de ajuda mais fácil será resolver os problemas. Mas o importante é mesmo não baixar os braços, não desistir.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1604053015311107771-1279040487727263814?l=apsicologaresponde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/1279040487727263814'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/1279040487727263814'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apsicologaresponde.blogspot.com/2010/09/marido-com-acessos-de-furia.html' title='MARIDO COM ACESSOS DE FÚRIA'/><author><name>Cláudia Morais</name><uri>https://profiles.google.com/114522808266184403458</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-_agjL4wpQfg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAB0s/uQkbw7VAUbQ/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TIessFnlGBI/AAAAAAAABaQ/u9feJFVHjNY/s72-c/alg_angry_man.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1604053015311107771.post-5167587664465519575</id><published>2010-09-07T16:54:00.001+01:00</published><updated>2010-09-07T16:54:00.105+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mulher'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Amor'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ciúme'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Família'/><title type='text'>SONHAR COM O PRÍNCIPE ENCANTADO</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TIV0mPaaRDI/AAAAAAAABZ4/Eot9auXf04k/s1600/daydreaming-dream-wonder.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://2.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TIV0mPaaRDI/AAAAAAAABZ4/Eot9auXf04k/s400/daydreaming-dream-wonder.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;Desde pequena que sempre sonhei com o príncipe encantado, com o homem perfeito e com o amor para sempre. Sempre disse que não iria casar com menos do que aquilo com que tinha sonhado e um dia encontrei mesmo esse príncipe. Depois de 4 anos de namoro, 3 deles a viver juntos, casámos (há 2 anos). A "roca" deste conto de fadas é o facto de o meu príncipe ter uma filha, fruto de uma relação fortuita da adolescência, e de a mãe da menina ser uma autêntica "bruxa má". Esta mulher é completamente desequilibrada e tem-lhe feito a vida negra - ele assumiu a criança mas nunca a mãe. Tudo o que a mãe é tem conseguido passar para a filha, agora com 12 anos, que se encarrega de me atormentar constantemente. Nunca aceitei esta situação: o facto de ele nunca a repreender quando ela me tenta afastar; de ele não me defender quando a mãe da menina me ofende(só por telefone, felizmente, não a conheço pessoalmente); o facto de ele não me defender quando a família dele me critica. Fui sempre a "madrasta" nesta história cada vez que alertava para sinais de comportamentos de risco (queria beijos na boca do pai até há bem pouco tempo; estava constantemente a mexer-lhe no peito; quando estamos juntos ela faz tudo para ser ela a dormir com ele.. E por aí adiante). O meu marido sente-se culpado por não ter desejado aquela filha e ter sido um pai ausente, embora fale com ela todos os dias ao telefone e a visite de mês a mês, visto que moramos a 300Km de distância. Diz que não a pode contrariar em nada pois está com ela pouco tempo, então compensa-a com prendas. Até que há cerca de 1 ano comecei a falar-lhe em termos filhos, visto ser esse o meu sonho. Concordou. Queria muito. Eu disse-lhe que era muito importante ele querer, pois não queria trazer ao mundo uma criança que não fosse desejada. Mas tudo mudou. Até me sinto um pouco constrangida em dizer isto mas há cerca de 6 meses que não fazemos amor. Já não sei o que pensar, o que fazer, estou desesperada. O meu impulso é pedir o divórcio e recomeçar mas não quero ser precipitada. Temos falado sobre este problema mas a situação mantém-se. Ele diz que me ama e que não se quer separar. Fora a parte sexual, somos felizes, rimos juntos, brincamos, falamos sobre tudo, somos o melhor amigo um do outro e, por incrível que pareça, não adormecemos sem estar a tocar nem que seja o pé um do outro. É ridículo, não é? Eu não tomo a iniciativa porque tenho medo de ser rejeitada e humilhada, mais do que me sinto agora. Eu já lhe disse que por muito que o ame, não posso continuar nesta situação. O meu desejo é ter um filho e receio que se continuarmos juntos vou ter esta mágoa para sempre. Não quero que passem 30 anos e que olhe para trás e veja que a minha vida não passou dum filme triste e dramático e que afinal o meu príncipe se transformou num sapo. Não quero viver com um sapo. Será que a terapia conjugal ajudaria?&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;C.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;O seu sonho é comum à generalidade das pessoas. De facto, quase todas as pessoas ambicionam formar a sua própria família e viver harmoniosamente com aqueles que amam. Teoricamente, há até muitas mulheres que ambicionam encontrar o seu príncipe encantado. Mas a vida, não sendo um drama constante, também não é um conto de fadas. O que quero dizer é que a vida é cheia de desvios e imprevistos, de curvas que nos desviam dos planos que traçámos na adolescência, mas nem por isso é menos bela. Seria tudo mais fácil se o seu marido não tivesse uma filha de uma relação anterior, de facto. Mas essa não é a sua/ vossa realidade, pelo que importa que todos sejam capazes de se adaptar a estas circunstâncias. Compreendo naturalmente que não seja fácil gerir as pressões a que tem estado sujeita, nomeadamente por parte da mãe da sua enteada, mas, como refiro tantas vezes, os outros fazem connosco aquilo que nós permitirmos que eles façam e, ainda que eu considere que o seu marido pode e deve defendê-la, compete-lhe a si impedir que esta senhora a condicione. Mais: nem o seu marido nem a sua enteada podem ser responsabilizados pelos comportamentos desta pessoa e muito menos devem sofrer as consequências dos seus actos. Quando conheceu aquele que é hoje o seu marido, a sua enteada já existia, já era uma parte significativa da vida do seu então namorado, pelo que não faz sentido competir pelos seus afectos. Com certeza que compreendo a sua preocupação em relação aos hábitos porventura desajustados que possam ter resultado de uma tentativa de compensar a criança pela ausência (geográfica mas, sobretudo, emocional). Mas é importante que a leitora tente colocar-se na posição do seu marido. Trata-se de uma criança que, ainda que possa adoptar comportamentos que a magoem, precisa de sentir o afecto do pai, precisa de demonstrações claras de que é importante na sua vida e de que o pai é capaz de lhe prestar muita atenção. De resto, estou certa de que nenhum de nós gostaria de se sentir desamparado por qualquer um dos nossos progenitores.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Olhar para a sua família sem as lentes dos contos de fadas permitir-lhe-á perceber que, na realidade, não só não existem bruxas más, como as madrastas podem ser boazinhas. Estou certa de que apesar destas dificuldades existem afectos da sua parte em relação à sua enteada, mas tenho sérias dúvidas de que o seu marido esteja a percepcionar de forma clara os seus sentimentos e as intenções por detrás das suas queixas. É possível que o distanciamento a que se refere não seja mais do que o reflexo da acumulação de alguns equívocos de comunicação. Trabalho maioritariamente com casais e posso assegurar-lhe que a maior parte dos constrangimentos em termos da intimidade sexual estão relacionados com a insegurança emocional. Do mesmo modo que a leitora ambiciona sentir-se segura a respeito do afecto do seu marido e da capacidade deste para ir ao encontro das suas necessidades, o seu marido precisará de se sentir seguro dos seus afectos, quer por ele, quer pela filha, sob pena de esta insegurança minar os projectos familiares. Sugiro que fale com o seu marido sobre a possibilidade de recorrerem à ajuda da terapia familiar para impedirem que as dificuldades de comunicação se agudizem e possam, assim, ser capazes de recuperar o vosso projecto de vida.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1604053015311107771-5167587664465519575?l=apsicologaresponde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/5167587664465519575'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/5167587664465519575'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apsicologaresponde.blogspot.com/2010/09/sonhar-com-o-principe-encantado.html' title='SONHAR COM O PRÍNCIPE ENCANTADO'/><author><name>Cláudia Morais</name><uri>https://profiles.google.com/114522808266184403458</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-_agjL4wpQfg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAB0s/uQkbw7VAUbQ/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TIV0mPaaRDI/AAAAAAAABZ4/Eot9auXf04k/s72-c/daydreaming-dream-wonder.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1604053015311107771.post-5820645106238020610</id><published>2010-09-02T14:49:00.000+01:00</published><updated>2010-09-02T14:49:00.262+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fobias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ansiedade'/><title type='text'>DISTÚRBIO DE ANSIEDADE</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TH7b7d7aCuI/AAAAAAAABZo/-bnAadRpNgE/s1600/fear-phobia.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="272" src="http://4.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TH7b7d7aCuI/AAAAAAAABZo/-bnAadRpNgE/s400/fear-phobia.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;Sou uma rapariga de 20 anos e sofro de agorafobia, resultado de um distúrbio de ansiedade. Isto impede-me por vezes de frequentar espaços com grande concentração de pessoas e sítios fechados, onde sei que será difícil um escape. Acontece-me frequentemente no comboio, sendo este o meu transporte diário. As crises de pânico são horríveis, tenho a noção de que é irreal, mas sentindo-o chega mesmo a ser quase real. Os meus sintomas são falta de ar, aceleração dos batimentos cardíacos, suores nas mãos... Não consigo comer num local público e chego a pensar que se não sair daquele local imediatamente vou morrer. Tenho a sensação de que as pessoas estão a olhar para mim e isso incomoda-me imenso. Penso também que se me acontecer algo as pessoas vão pensar mal... Vão ridicularizar-me. É um sofrimento intenso. Já tentei enfrentar este meu medo, mas acabo sempre por desistir.... E chego a revoltar-me comigo própria, até mesmo a chorar. Queria ser uma pessoa normal. Como hei-de enfrentar este medo que me incapacita de ter uma vida normal? &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;S.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Qualquer psicólogo clínico sabe que os transtornos de ansiedade são muito mais comuns do que a generalidade das pessoas pensará. As crises de ansiedade, os episódios que envolvem a agorafobia e a fobia social são dificuldades com que trabalhamos diariamente. Ainda assim, existe uma larga fatia da população que não chega aos consultórios de Psicologia ou sequer aos gabinetes dos médicos de família. A vergonha, o embaraço e o medo da exposição ao ridículo são inerentes a praticamente todas as pessoas, mas podem e devem ser contornados, particularmente quando as dificuldades se agudizam e comprometem o normal funcionamento das nossas tarefas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Como refere, e bem, esta sintomatologia pode ser muito incapacitante, na medida em que limita as suas actividades e a possibilidade de socializar com aqueles que a rodeiam. Não duvido nada do seu sofrimento e reconheço que não é fácil enfrentar estes medos, mas, como refiro tantas vezes, não faz sentido desperdiçar o seu tempo, a sua vida, fechando-se sobre si mesma. Não partilhar o problema com um especialista implica que se veja como uma pessoa anormal, que não é. É NORMAL que se sinta muito ansiosa, mas é preciso identificar os factores que estão por detrás deste transtorno. Lembre-se de que a sua recuperação depende em larga medida de si - não da sua força de vontade, mas dos passos que for capaz de dar no sentido de receber o acompanhamento devido. Não permita que a sua ansiedade a defina ou limite a sua felicidade. Mesmo que não tenha possibilidade de recorrer a um psicólogo particular, fale com o seu médico de família para que definam, juntos, a melhor alternativa.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1604053015311107771-5820645106238020610?l=apsicologaresponde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/5820645106238020610'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/5820645106238020610'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apsicologaresponde.blogspot.com/2010/09/disturbio-de-ansiedade.html' title='DISTÚRBIO DE ANSIEDADE'/><author><name>Cláudia Morais</name><uri>https://profiles.google.com/114522808266184403458</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-_agjL4wpQfg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAB0s/uQkbw7VAUbQ/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TH7b7d7aCuI/AAAAAAAABZo/-bnAadRpNgE/s72-c/fear-phobia.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1604053015311107771.post-3274152553512097022</id><published>2010-09-01T16:10:00.000+01:00</published><updated>2010-09-01T16:10:00.365+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ansiedade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação dos Filhos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Família'/><title type='text'>CRIANÇA ANSIOSA</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TH1JqsJMhqI/AAAAAAAABZY/_4hIvyyAtIg/s1600/2006_running_scared_006.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="262" src="http://2.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TH1JqsJMhqI/AAAAAAAABZY/_4hIvyyAtIg/s400/2006_running_scared_006.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;O meu filho tem 11 anos. O problema começou na escola primária: nessa altura tinha dores de estômago, levava-o à escola, até entrar para as aulas chorava e sentia-se desesperado com as dores. Até já tinha medo de comer. Levei-o a um pedopsiquiatra, começou a tomar risperdal e isso tudo devia-se ao medo de me perder. Entretanto passou, foi reencaminhado para uma psicóloga e de vez em quando toma conta dele um estado de ansiedade. Tem medo que lhe aconteça alguma coisa, até uma história mais bizarra que alguém lhe conte é o suficiente para que tenha medo de dormir e é capaz de passar a maior parte da noite a caminho da casa de banho pois diz que assim se descontrai.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;M.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Tenho a certeza de que as dificuldades do seu filho a preocupam e a angustiam, ainda para mais porque se arrastam há tanto tempo. Fez muito bem em recorrer à ajuda especializada mas, pelo que me é dado a perceber, esse acompanhamento terá terminado. Não conheço os detalhes da situação clínica do seu filho, mas estou certa de que, se estes níveis de ansiedade persistem, alguma coisa pode e deve ser feita. Não faz sentido que a angústia se prolongue no tempo, pelo que sugiro que converse primeiramente com o médico de família da criança no sentido de obter algumas respostas e de, eventualmente, ser encaminhada para a(s) consulta(s) de especialidade. Não raras vezes, estes transtornos ansiosos estão relacionados com as próprias relações familiares, pelo que a terapia familiar pode ser um recurso fundamental. De um modo geral, o médico de família pode fazer uma avaliação prévia da situação clínica e, com base no conhecimento que detenha sobre a família, discernir sobre a melhor alternativa.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Importa clarificar que existem muitas crianças que passam por este tipo de problemas, sem que isso implique a culpa de ninguém. O que acontece é que cada criança é única e terá a sua forma de gerir as diferentes emoções. Não se responsabilize pelo que tem acontecido. Esforce-se, isso sim, por garantir que da ajuda médica e psicológica resultam respostas para as suas questões e melhorias para o seu menino. Se a ajuda que recebeu até aqui não foi frutífera, não baixe os braços e tente uma alternativa diferente. O importante é que mostre ao seu filho que estas dificuldades são normais e tratáveis. De resto, tal como os adultos, as crianças precisam de sentir que os seus problemas são comuns a outras pessoas que os ultrapassaram com sucesso.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1604053015311107771-3274152553512097022?l=apsicologaresponde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/3274152553512097022'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/3274152553512097022'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apsicologaresponde.blogspot.com/2010/09/crianca-ansiosa.html' title='CRIANÇA ANSIOSA'/><author><name>Cláudia Morais</name><uri>https://profiles.google.com/114522808266184403458</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-_agjL4wpQfg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAB0s/uQkbw7VAUbQ/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TH1JqsJMhqI/AAAAAAAABZY/_4hIvyyAtIg/s72-c/2006_running_scared_006.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1604053015311107771.post-6646431743202340008</id><published>2010-08-31T14:52:00.001+01:00</published><updated>2010-08-31T14:52:00.108+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação dos Filhos'/><title type='text'>CRIANÇA MUITO DISTRAÍDA - DÉFICE DE ATENÇÃO?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/THwshNB8NxI/AAAAAAAABZI/dFokNpIX7-M/s1600/adhd_boy.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="266" src="http://3.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/THwshNB8NxI/AAAAAAAABZI/dFokNpIX7-M/s400/adhd_boy.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;O meu filho mais velho tem 5 anos e é o mais velho de três irmãos. É um rapaz muito distraído e nervoso. Não brinca sozinho. Não é capaz de se concentrar em jogos, ou seja, no que exija alguma concentração. Desiste das coisas quando não consegue logo à primeira, não "pode" ouvir um não e por mais que tente explicar-lhe a razão não faz birras, mas fica muito triste, chora e parece que de desgosto... Se eu lhe digo para parar de fazer alguma coisa, normalmente asneira, ou até coisas simples como arrumar os sapatos, só vai quando eu me começo a zangar. Com os amigos... tem os preferidos dele, mas se chega algum daqueles miúdos que é mais "terrorista", vai logo atrás deles para fazer as asneiras com eles, deixando os outros para trás. Vai sempre atrás dos "asneirentos". Já não sei o que fazer mas pergunto se devo preocupar-me. Ele sempre foi assim. Procuro ajuda? Já não sei o que fazer!! Quando os irmãos nasceram ele reagiu muito bem, não regrediu, e dá-se muito bem com eles. Claro que têm aquelas "brigas", mas nada de mais.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;C.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;A sua experiência enquanto mãe de três crianças, aliada à sua sensibilidade, é a principal ferramenta para desconstruir estas dificuldades. Em primeiro lugar, e como refere, o seu filho mais velho "sempre foi assim", pelo que é possível que uma parte destas dificuldades digam respeito à sua própria personalidade e não tanto a mudanças por que tenha passado. Claro que considero legítimas as suas preocupações, nomeadamente as que estão relacionadas com a dificuldade em lidar com a frustração e com os problemas de concentração. Não conheço em detalhe o caso do seu menino, mas posso assegurar-lhe que, de um modo geral, as crianças são facilmente aliciadas pela novidade, pelo risco, pelos disparates, descentrando-se dos deveres ou até das brincadeiras mais convencionais, sem que isso indicie que estamos perante uma situação de défice de atenção.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;É importante que respeite as características individuais de cada um dos seus meninos, sem que isso implique falta de firmeza. De resto, creio que o seu filho mais velho precisará, sobretudo, da implementação rigorosa de um esquema de castigos e incentivos ajustado à sua idade. Se a criança souber, por exemplo, que sempre que se porta mal ou é desobediente, é-lhe retirado um benefício (como o uso da consola) ou é aplicado o time-out, interiorizará mais facilmente as regras. Não se trata de se zangar mais claramente ou de forma mais rigorosa. Tratar-se-á, isso sim, de ser capaz de exercer esta disciplina ao mesmo tempo que expressa de forma muito clara os seus afectos e o seu contentamento aquando do cumprimento das regras. De resto, o comportamento das crianças muda essencialmente através do reforço positivo. Note, no entanto, que este reforço não tem de passar pela recompensa material, mas sobretudo pelas demonstrações de carinho e de orgulho.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Se não se sentir capaz de gerir estas dificuldades e/ou se estas se agudizarem, não deve hesitar em pedir ajuda a um psicólogo treinado. Mesmo que não haja nenhum transtorno sério, um profissional especializado ajudá-la-á a contornar estes episódios sem que se sinta esgotada.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1604053015311107771-6646431743202340008?l=apsicologaresponde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/6646431743202340008'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/6646431743202340008'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apsicologaresponde.blogspot.com/2010/08/crianca-muito-distraida-defice-de.html' title='CRIANÇA MUITO DISTRAÍDA - DÉFICE DE ATENÇÃO?'/><author><name>Cláudia Morais</name><uri>https://profiles.google.com/114522808266184403458</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-_agjL4wpQfg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAB0s/uQkbw7VAUbQ/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/THwshNB8NxI/AAAAAAAABZI/dFokNpIX7-M/s72-c/adhd_boy.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1604053015311107771.post-2920423732236759666</id><published>2010-08-25T16:47:00.000+01:00</published><updated>2010-08-25T16:47:13.308+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Família'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Depressão'/><title type='text'>PERTURBAÇÃO BIPOLAR - O IMPACTO NA FAMÍLIA</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/THU6-imNoSI/AAAAAAAABYw/w7mbeZtQJCY/s1600/mother_and_daughter.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="272" src="http://3.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/THU6-imNoSI/AAAAAAAABYw/w7mbeZtQJCY/s400/mother_and_daughter.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;Foi diagnosticado à minha mãe o distúrbio bipolar - por um psiquiatra - apesar de ela não acreditar, até porque é uma pessoa que vive a caminho dos médicos. Eu, como filha que sou, não me relaciono muito bem com ela porque discordo das suas atitudes e maneiras de pensar. Tenho dúvidas acerca do problema dela. É capaz de estar um dia bastante deprimida, a chorar, armar-se em vítima, e no dia a seguir está bastante eufórica, a dizer que consegue tudo, é a maior, etc., e isso irrita-me, pelo que passamos o tempo a discutir. No entanto, pergunto-me se não estarei a agir mal (ao tentar fazer com que ela pense de forma diferente), caso ela realmente tenha esta doença. Pode dizer-me qual a melhor forma de me relacionar com a minha mãe?&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;S.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Qualquer transtorno psicológico tem implicações sociais, profissionais e, sobretudo, familiares. Independentemente de se tratar de uma depressão "clássica", de um transtorno ansioso ou de perturbação bipolar, é quase sempre difícil gerir as alterações de humor e as mudanças comportamentais que daí resultam. Não se puna a si mesma por não saber como lidar com as mudanças de comportamento da sua mãe, nem faça juízos de valor acerca da sua própria irritabilidade. Saiba que o facto de se sentir tantas vezes irritada com os comportamentos da sua mãe é provavelmente um mecanismo de defesa que a impede de sofrer (ainda mais).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Em primeiro lugar, é fundamental confiar na equipa médica que estiver a seguir a sua mãe. Bem sei que é difícil - quer para o próprio, quer para a família - interiorizar este tipo de diagnósticos, mas os rótulos só são importantes na medida em que nos permitem arregaçar as mangas e movimentar os recursos necessários ao acompanhamento especializado. Fale com a sua mãe num tom neutro, mostrando-lhe as suas preocupações assim como o seu desejo de conhecer melhor os contornos das suas dificuldades. Pode inclusive propor-lhe acompanhá-la a uma das suas consultas e/ou irem juntas a uma consulta de terapia familiar para que o impacto da doença possa ser minimizado e a sua relação afectiva com a sua mãe possa ser restaurada.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Conhecer esta perturbação e mostrar o seu interesse junto da sua mãe ajudá-las-á a contornar os obstáculos por que têm passado. Lembre-se de que a ajuda médica e psicológica pode ser generalizada aos restantes membros da família, minimizando assim os riscos de isolamento social do doente e o desmembramento familiar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1604053015311107771-2920423732236759666?l=apsicologaresponde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/2920423732236759666'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/2920423732236759666'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apsicologaresponde.blogspot.com/2010/08/perturbacao-bipolar-o-impacto-na.html' title='PERTURBAÇÃO BIPOLAR - O IMPACTO NA FAMÍLIA'/><author><name>Cláudia Morais</name><uri>https://profiles.google.com/114522808266184403458</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-_agjL4wpQfg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAB0s/uQkbw7VAUbQ/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/THU6-imNoSI/AAAAAAAABYw/w7mbeZtQJCY/s72-c/mother_and_daughter.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1604053015311107771.post-8822010880136133511</id><published>2010-08-23T17:37:00.000+01:00</published><updated>2010-08-23T17:37:45.693+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Amor'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Infidelidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Família'/><title type='text'>FILHO FORA DO CASAMENTO</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/THKjn91S8FI/AAAAAAAABYY/tT7xOztGgbk/s1600/iStock_000009813192Small.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="308" src="http://2.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/THKjn91S8FI/AAAAAAAABYY/tT7xOztGgbk/s400/iStock_000009813192Small.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;Sou casada há 9 anos e durante o meu ralacionamento houve uma traição da parte dele, da qual resultou um filho fora do casamento. Separei-me quando soube porque o meu maior sonho era ser mãe mas ele lutou pelo nosso relacionamento e resolvi dar uma segunda oportunidade. Logo depois engravidei e a diferença de idade dos nossos filhos é de 4 meses. Mas o mais difícil nesta história toda é conviver com a insegurança de que possa acontecer de novo, embora ele me tenha escolhido. Ele mantém um relacionamento de amizade com a mãe do miúdo. Ajude-me a superar esta dificuldade na minha vida.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;C.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;A infidelidade é uma realidade com que todos os terapeutas familiares lidam diariamente. Afecta uma imensidão de casais em todo o mundo e deixa feridas emocionais que levam algum tempo a sarar. Nem todos os casais sobrevivem a uma infidelidade, mas aqueles que escolhem reconstruir a relação depois da revelação acabam quase sempre por ter de olhar para trás, para o que contribuiu para o afastamento, para o que abriu espaço ao aparecimento de uma terceira pessoa. Falar sobre o passado não é "só" olhar para o que correu mal - é, sobretudo, redescobrir o cônjuge, os seus sentimentos, as suas mágoas, as suas necessidades, aquilo que passou ao lado durante anos. Esta tarefa é infinitamente mais difícil quando o cônjuge traído tem de conviver diariamente com as marcas palpáveis da traição, como acontece quando da relação extraconjugal resulta o nascimento de uma criança, mas o desafio é ultrapassável.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Em primeiro lugar, é fundamental que se una ao seu marido, assumindo que ambos fizeram uma escolha. A leitora escolheu voltar a apostar no seu casamento, tal como o seu marido escolheu-a a si em detrimento da outra pessoa e isso significa que assumiram um compromisso, que ambos estarão dispostos a alimentar. Desse compromisso deve resultar a capacidade para conversar abertamente sobre aquilo que os fragiliza. De nada adiantará conter as suas inseguranças, calar os seus medos, mas isso não deve implicar que critique e/ou ataque o seu marido. Dar-lhe a conhecer aquilo que a deixa mais insegura ou enciumada permitirá que o seu marido possa confortá-la e eventualmente fazer escolhas diferentes baseadas nas suas emoções. Mas é importante que ele também se sinta apoiado, que possa sentir-se seguro para falar consigo sobre os seus próprios medos (porque os terá) ou sobre aquilo que o incomoda. O "segredo" para ultrapassar este turbilhão é o diálogo sincero e o respeito pelos sentimentos do outro. Nalguns casos, é mais fácil lidar com este novelo de relações recorrendo à ajuda de um terapeuta familiar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1604053015311107771-8822010880136133511?l=apsicologaresponde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/8822010880136133511'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/8822010880136133511'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apsicologaresponde.blogspot.com/2010/08/filho-fora-do-casamento.html' title='FILHO FORA DO CASAMENTO'/><author><name>Cláudia Morais</name><uri>https://profiles.google.com/114522808266184403458</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-_agjL4wpQfg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAB0s/uQkbw7VAUbQ/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/THKjn91S8FI/AAAAAAAABYY/tT7xOztGgbk/s72-c/iStock_000009813192Small.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1604053015311107771.post-6402952847689735176</id><published>2010-08-19T14:35:00.000+01:00</published><updated>2010-08-19T14:35:00.038+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mulher'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Amor'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Infidelidade'/><title type='text'>DIMINUIÇÃO DO DESEJO SEXUAL</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TGxx3ZYNDDI/AAAAAAAABX4/rxkw9Wm1nRA/s1600/man-woman-.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="265" src="http://4.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TGxx3ZYNDDI/AAAAAAAABX4/rxkw9Wm1nRA/s400/man-woman-.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;Tenho 28 anos e vivo com o meu marido há praticamente 4 anos. No princípio tinha muita vontade de fazer amor, o meu desejo era muito grande, fazíamos amor em todo o sítio. De há uns anos para cá perdi completamente o desejo sexual, não consigo procurar o meu marido, e quando ele me procura muitas vezes fico irritada e nem quero sequer que ele me toque. Não consigo beijá-lo em condições porque sinto uma repulsa muito grande dentro de mim... Já fui casada antes de estar com o meu actual marido, e antes de me divorciar comecei a envolver-me com o meu actual. Pergunto-me se era a sensação de perigo, a possibilidade de ser apanhada a trair, que apimentava o meu desejo louco de fazer amor com o meu actual marido. Eu traía o meu Ex com o meu actual. Ao mesmo tempo estou muito preocupada porque amo muito o meu marido e tenho medo de perdê-lo. Nem sequer gosto de pensar que vai cansar-se de me procurar porque sempre tivemos uma vida sexual muito activa. Penso nisso todos os dias e não tenho coragem de conversar ou desabafar com ninguém porque sei que, se falar com as minhas amigas, vou ser motivo de chacota... Preciso muito de orientação, não sei o que fazer, cada dia que passo sinto que estou a perder o meu marido...&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;V.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Em primeiro lugar, devo dizer-lhe que as dificuldades que descreve são comuns a muitas mulheres em todo o mundo. O desejo sexual feminino é diferente do masculino e há muitos factores que podem levar à sua diminuição, sem que isso implique que já não há amor. Diz-me a experiência com casais que, na generalidade dos casos, estas dificuldades estão associadas a problemas do foro emocional. De resto, quando alguma coisa não corre bem em termos da segurança emocional dos membros do casal, há uma forte probabilidade de a intimidade sexual sofrer alterações. Como a generalidade dos homens precisam da estabilidade sexual para conseguirem sentir-se seguros ao nível da intimidade emocional, as cobranças, acusações e a repulsa podem transformar-se no "pão nosso de cada dia" de um casamento. Desfazer este ciclo vicioso depende de alguma perseverança e sobretudo da capacidade para se conversar abertamente sobre os sentimentos de cada um. Claro que em teoria é tudo mais fácil. Na prática, pode ser difícil colocar o seu marido a falar sobre as suas emoções, nomeadamente porque presumo que se sinta muito rejeitado com alguns dos seus comportamentos. Mas este é o caminho mais seguro para que ambos se sintam dispostos a implementar mudanças que lhes permitam voltar a sentir-se próximos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;É verdade que algumas mulheres vêem o seu desejo sexual aumentado por situações "arriscadas" e que o início de uma relação amorosa é, de um modo geral, mais intenso, até do ponto de vista da activação fisiológica, mas isso não justifica o afastamento que descreve. Sugiro, por isso, que converse com o seu marido sobre episódios específicos que a incomodem e que o incentive a fazer o mesmo. Procurem analisar, juntos, como é que o comportamento de um influencia o comportamento do outro. Se conhecer exactamente do que é que o seu marido precisa para se sentir seguro nesta relação, bem como as situações que o fragilizam, ser-lhe-á mais fácil gerir o seu comportamento no sentido de o deixar mais seguro. Reciprocamente, se se expuser mais, revelando aquilo que a incomoda (situações específicas) e aquilo de que precisa, aumenta a probabilidade de se sentir suficientemente segura para se entregar em pleno do ponto de vista da intimidade sexual. Caso não se sintam capazes de ultrapassar este impasse sozinhos, recorram à ajuda da terapia de casal.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1604053015311107771-6402952847689735176?l=apsicologaresponde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/6402952847689735176'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/6402952847689735176'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apsicologaresponde.blogspot.com/2010/08/diminuicao-do-desejo-sexual.html' title='DIMINUIÇÃO DO DESEJO SEXUAL'/><author><name>Cláudia Morais</name><uri>https://profiles.google.com/114522808266184403458</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-_agjL4wpQfg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAB0s/uQkbw7VAUbQ/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TGxx3ZYNDDI/AAAAAAAABX4/rxkw9Wm1nRA/s72-c/man-woman-.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1604053015311107771.post-1101172442012755659</id><published>2010-08-18T14:45:00.000+01:00</published><updated>2010-08-18T14:45:00.392+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mulher'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Amor'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Infidelidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Família'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Depressão'/><title type='text'>MARIDO APAIXONADO POR OUTRA PESSOA</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TGrdfJkvWyI/AAAAAAAABXs/58oXwv_p8-8/s1600/CheatingWifeRevenge.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="272" src="http://4.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TGrdfJkvWyI/AAAAAAAABXs/58oXwv_p8-8/s400/CheatingWifeRevenge.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;Tenho 38 anos, o meu marido tem 39 e sofre de depressão há 4 anos. Estou "desesperada" com o seguinte: estou casada há 13 anos e desde há 2 anos vim perdendo o interesse pelo casamento.  Inconscientemente dizia que a toma da pílula tirou a vontade de fazer amor e o meu marido sempre me dizia que um dia arranjava outra mulher. Eu nunca liguei, a isto juntou-se o emprego dele que também chegou a um ponto de saturação. Resumindo, um dia começou com uma conversa de que tinha "2 amores", pediu-me um tempo, entretanto deixei de tomar a pílula e a vontade de estar com ele voltou ao normal. Sempre confiei nele, nunca notei nada de anormal e continuo a confiar. Pela saúde da nossa filha garantiu-me que nunca me enganou nem nunca pensou noutra mulher até ao dia em que começou a sentir algo diferente por uma empregada de um estabelecimento que ele frequenta. Contou-me tudo, não aconteceu nada e diz que não sabe o porquê de se ter "apaixonado" por outra pessoa que, diz, nao é nada de especial, nao lhe acha nada de interessante, não tem uma conversa de jeito, é mãe solteira e pelo que parece é dada a noitadas e maluquice! O meu marido está revoltado com ele próprio porque diz não saber o porquê disto lhe acontecer, nunca deu nada a entender à criatura e diz ter uma opinião mais negativa que positiva dela! Coloca-me numa balança com ela e diz que o prato onde estou está em cima e o dela em baixo! Ela tem 22 anos. Daí para a frente temos tido uma vida sexual super maluca e feliz! Acarinhamo-nos mais, ele diz-me que estou com medo de o perder e por isso estou assim, eu digo que isto vai ser sempre assim, que o que passou, passou. Ele está muito confuso com o que deve fazer, diz que lhe apetece fugir, não sabe se me deixa ou não, diz não ter nada a ver com a outra criatura, que está a tentar esquecê-la e que devia apanhar porrada de ter tanta confusão parva na cabeça dele! O comportamento dele é muito incerto - ora estamos muito bem, mas de repente, se vou dar-lhe um beijo ou um abraço, parece que me empurra. Ele diz que não. Será impressão minha? O certo é que todos os dias choro. Ele diz-me para esquecer isto tudo e continuarmos a nossa vida porque aquilo há-de passar. Noutros dias, mais pessimista, diz que vai levar muito tempo, que se sente perdido num oceano! Eu não o quero perder e sinto-me tão culpada de ter chegado a este ponto que nem imagina. Ele não é pessoa de estar comigo por pena, isso não. Afirma que ainda gosta de mim. Será que se virou para a outra criatura por ser baixinha como eu e trazer-lhe à ideia a minha pessoa? O que faço para o ajudar a limpar tantas dúvidas da cabeça e manter o nosso casamento?&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;S.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Compreendo que se sinta desesperada, já que tem sido exposta a várias fontes de stress. Em primeiro lugar, lamento que o transtorno depressivo do seu marido se arraste há tanto tempo. Eu sei que nem todos os casos de depressão são rapidamente tratáveis, mas interrogo-me se o seu marido estará sequer a ser acompanhado. Infelizmente, sei o quão difícil é apoiar o cônjuge com depressão e sei também que há o risco de se sentir também deprimida, pelo que sugiro que converse abertamente com o seu médico de família numa primeira abordagem. Não será com certeza fácil expor os detalhes da sua vida numa consulta destas, mas garanto-lhe que é importante dar a conhecer a forma como se sente para que possa eventualmente ser medicada e/ ou encaminhada para uma consulta de especialidade. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Desconheço os factores que poderão ter estado na origem da depressão do seu marido mas não raras vezes estes transtornos andam "de mãos dadas" com os problemas familiares. De resto, é relativamente comum encontrar casais que vivem sob estas duas nuvens negras - a depressão de pelo menos um deles e a infidelidade/ atracção por uma terceira pessoa. Louvo o facto de o seu marido ter sido capaz de lhe contar sobre este enamoramento. Ser-lhe-ia porventura mais fácil ocultar esta atracção e optar por uma vida dupla. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Existem muitas dificuldades conjugais que podem contribuir para o afastamento dos membros do casal, levando-os à ruptura ou ao interesse por outras pessoas. Claro que a infidelidade é uma escolha e, neste caso, o seu marido escolheu não ser infiel. Mas o sinal de alarme existe e merece a rigorosa atenção de ambos. Embora compreenda que seja sua vontade reconstruir esta relação, devo chamar a sua atenção para a forma como devem conduzir este processo. A reaproximação física, incluindo a inovação em termos da intimidade sexual, é muito comum nas situações em que temos de lidar com a potencial perda da pessoa que amamos, mas não basta. É certo que é precisamente o facto de os membros do casal já não se tocarem, já não demonstrarem fisicamente os seus afectos, que tantas vezes contribui para o seu afastamento. Mas as feridas que conduzem a uma crise como esta precisam de ser tratadas e isso depende do diálogo, da capacidade para sermos assertivos com a pessoa que amamos, da aptidão para lhe dizer aquilo de que precisamos, mas também aquilo que nos insatisfaz ou aquilo que nos deixa mais inseguros. Em suma, sobreviver ao interesse por uma terceira pessoa implica correr riscos, mas são riscos necessários à implementação de mudanças sólidas. Sei por experiência clínica que nem todos os casais são capazes de o fazer sozinhos, pelo que sugiro que, se se sentir perdida, procure a ajuda da terapia familiar. Um profissional experiente ajudá-los-á a abordar o problema de forma precisa e orientá-los-á no sentido de implementarem as mudanças que desejarem.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1604053015311107771-1101172442012755659?l=apsicologaresponde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/1101172442012755659'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/1101172442012755659'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apsicologaresponde.blogspot.com/2010/08/marido-apaixonado-por-outra-pessoa.html' title='MARIDO APAIXONADO POR OUTRA PESSOA'/><author><name>Cláudia Morais</name><uri>https://profiles.google.com/114522808266184403458</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-_agjL4wpQfg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAB0s/uQkbw7VAUbQ/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TGrdfJkvWyI/AAAAAAAABXs/58oXwv_p8-8/s72-c/CheatingWifeRevenge.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1604053015311107771.post-2261241367158011105</id><published>2010-08-17T10:52:00.000+01:00</published><updated>2010-08-17T10:52:00.498+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ansiedade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mulher'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Família'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Depressão'/><title type='text'>VOLTAR A ENGRAVIDAR DEPOIS DE DOIS ABORTOS ESPONTÂNEOS</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TGmnvulwcPI/AAAAAAAABXc/QvhpL3iwORk/s1600/miscarriage_in_early_pregnancy.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="267" src="http://2.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TGmnvulwcPI/AAAAAAAABXc/QvhpL3iwORk/s400/miscarriage_in_early_pregnancy.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;No ano passado sofri 2 abortos espontâneos entre as 6 e as 8 semanas. Fiz exames e tudo parece estar bem. Tenho uma vontade imensa de voltar a ser mãe (já tenho um menino com 5 anos) mas o medo é enorme... Será que alguma vez vou conseguir ultrapassá-lo? É que também ninguém me tira da cabeça que eu tenho algo de errado pois para serem os dois no mesmo período gestacional... Enfim, será só sisma minha? Conseguirei ultarpassar isto e engravidar novamente como tanto queremos? &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;C.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Para algumas pessoas é difícil compreender o real impacto de um aborto espontâneo. Com certeza que (quase) todas as pessoas percebem que se trata de uma perda, mas na generalidade dos casos quem está de fora tende a desdramatizar a situação, talvez por se tratar de uma perda que ocorre geralmente numa fase inicial da gravidez. Qualquer médico ou psicólogo sabe, no entanto, que algumas mães levam muito tempo a recuperar desta perda. Mesmo quando já existe outro filho, como é o seu caso, é mais do que legítimo que se sinta ansiosa e com medo de não concretizar o desejo de ter outros filhos. Permita-me deixar-lhe algumas palavras de optimismo realista: o facto de já ter tido uma gravidez bem sucedida é  o melhor sinal de que existem fortes probabilidades de voltar levar uma gravidez até ao fim. Bem sei que viveu esta perda duas vezes e aproximadamente na mesma altura, mas a verdade é que esta situação é muito mais frequente do que possa imaginar e ocorre, de um modo geral, ao longo das primeiras semanas. Nalguns casos, a mulher só descobre que estava grávida quando sofre um aborto espontâneo. Como existem muitos factores alheios à sua intervenção que podem estar na origem destas perdas, é compreensível que se sinta angustiada com aquilo que não pode controlar. Mas há factores que potenciam a probabilidade de voltar a levar uma gravidez até ao fim e que dizem respeito aos cuidados que pode e deve ter com a sua saúde física e emocional. Para além do sono e da alimentação, é importante que dedique uma parte da sua energia ao seu bem-estar emocional. Lembre-se de que as pessoas que praticam actividade física, e que investem em actividades que lhes proporcionem prazer são, genericamente, menos ansiosas. Quanto mais se dedicar a fazer o que gosta e a estar com as pessoas que a fazem rir, maior será a probabilidade de se descentrar dos pensamentos mais negativos e de voltar a fazer planos para o futuro. Não lhe proponho que esqueça aquilo por que passou. Pelo contrário, é importante que se sinta confortável para partilhar a sua tristeza e os seus medos com alguém da sua confiança. Mas é sobretudo do investimento que for capaz de fazer para tomar as rédeas da sua vida que depende a concretização do sonho de voltar a ser mãe.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1604053015311107771-2261241367158011105?l=apsicologaresponde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/2261241367158011105'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/2261241367158011105'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apsicologaresponde.blogspot.com/2010/08/voltar-engravidar-depois-de-dois.html' title='VOLTAR A ENGRAVIDAR DEPOIS DE DOIS ABORTOS ESPONTÂNEOS'/><author><name>Cláudia Morais</name><uri>https://profiles.google.com/114522808266184403458</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-_agjL4wpQfg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAB0s/uQkbw7VAUbQ/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TGmnvulwcPI/AAAAAAAABXc/QvhpL3iwORk/s72-c/miscarriage_in_early_pregnancy.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1604053015311107771.post-6427287004932857686</id><published>2010-08-16T15:50:00.000+01:00</published><updated>2010-08-16T15:50:34.725+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Amor'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Álcool e Drogas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Família'/><title type='text'>ALCOOLISMO: O IMPACTO NA FAMÍLIA</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TGlQIFTMzBI/AAAAAAAABXM/GYeUmsgpp7c/s1600/young-couple-at-bar-in-argument-about-drinking.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="268" src="http://4.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TGlQIFTMzBI/AAAAAAAABXM/GYeUmsgpp7c/s400/young-couple-at-bar-in-argument-about-drinking.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;O meu namorado começou a beber há muitos anos para tentar melhorar a sua auto-estima. Era um rapaz tímido e sentia que um copo de vinho ou um whisky ajudavam a melhorar a sua sociabilidade. No entanto, com o passar do tempo e o acumular de novos traumas, começou a beber cada vez mais, chegando a um ponto de não retorno. Está a ser acompanhado, mas, na verdade, penso que lhe está a fazer mais mal que bem. Isto porque a psicóloga lhe diz que o problema principal não é o álcool mas sim os traumas. Isto faz com que ele ignore o problema do alcoolismo e pense que basta apenas resolver esses traumas para deixar de beber, em vez de tentar solucionar os dois problemas em conjunto. E assim continua a beber cada vez mais. Felizmente, não se torna violento quando bebe, mas não é por isso que me sinto menos preocupada. Já não sei o que fazer para convencê-lo de que tem de parar de beber.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;A.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Conviver com o alcoolismo é, em si mesmo, potencialmente perigoso em termos da saúde mental. Não raras vezes, ao fim de algum tempo, os familiares e as pessoas mais próximas do alcoólico também se sentem abatidos, deprimidos e precisam de ajuda especializada, já que, independentemente de o abuso do álcool ser ou não gerador de violência, é muito triste assistir aos danos provocados por esta dependência. Neste caso, e apesar de compreender a sua aflição, devo salientar que é muito positivo que o seu namorado tenha sido capaz de pedir ajuda especializada. Claro que nenhum técnico fará milagres e pode levar algum tempo até que o seu namorado seja capaz de assumir a doença (alcoolismo) e pare efectivamente de beber, mas este é um passo crucial para que saiam do ciclo vicioso em que vivem. O que a psicóloga que acompanha o seu namorado pode ter querido dizer é que as feridas emocionais devem ser tratadas para que o sintoma (consumo de álcool) desapareça, mas isso não significa que esteja a minimizar o problema e muito menos que não saiba o que está a fazer. É importante que o seu namorado se sinta apoiado por si em relação a esta intervenção psicoterapêutica, sob pena de facilmente desistir de qualquer forma de ajuda, como acontece em tantos casos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;O seu papel não passa por convencê-lo a deixar de beber, mas antes por mostrar de forma muito clara o impacto deste comportamento nos seus sentimentos. Claro que eu sei que tem tentado mostrar a sua preocupação, mas refiro-me à possibilidade de mostrar a sua tristeza, o desespero que sente em episódios específicos. Mais do que chamar a atenção para disfuncionalidade dos comportamentos do seu namorado, compete-lhe mostrar os danos emocionais que o alcoolismo produz. Peça-lhe ajuda, peça-lhe que a ajude a sentir-se mais feliz, mais segura, porque isso ajudá-lo-á a olhar para o problema de outro ângulo. Lembre-o de que esta é uma doença que afecta a família e não apenas o doente. É por isso que, não raras vezes, a intervenção tem de ser multidisciplinar, envolvendo também sessões de terapia familiar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1604053015311107771-6427287004932857686?l=apsicologaresponde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/6427287004932857686'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/6427287004932857686'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apsicologaresponde.blogspot.com/2010/08/alcoolismo-o-impacto-na-familia.html' title='ALCOOLISMO: O IMPACTO NA FAMÍLIA'/><author><name>Cláudia Morais</name><uri>https://profiles.google.com/114522808266184403458</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-_agjL4wpQfg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAB0s/uQkbw7VAUbQ/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TGlQIFTMzBI/AAAAAAAABXM/GYeUmsgpp7c/s72-c/young-couple-at-bar-in-argument-about-drinking.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1604053015311107771.post-9065698310406116904</id><published>2010-08-12T17:42:00.000+01:00</published><updated>2010-08-12T17:42:14.378+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Amor'/><title type='text'>DISCUSSÕES CONJUGAIS FREQUENTES</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TGQkRdA2BUI/AAAAAAAABW8/dYXUWhs3Vw0/s1600/24346093.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="266" src="http://2.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TGQkRdA2BUI/AAAAAAAABW8/dYXUWhs3Vw0/s400/24346093.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;i&gt;O meu marido tem por hábito sair sem me dizer a que horas volta, se vem almoçar ou jantar, etc. Raramente respeita as horas das refeições, mesmo estando em casa. Tenho sempre de ficar à espera dele, mas ele não gosta que o façam esperar. Muitas vezes é rude e grosseiro nas palavras que utiliza, principalmente quando discordo de algumas atitudes, como as descritas, ou tento consciencializa-lo de que não custa nada deixar um bilhete, enviar um SMS, qualquer coisa que me possibilite gerir o meu tempo e as minhas tarefas. Estamos casados há quase cinco anos e por motivos laborais estamos juntos a meio da semana e no final de semana. Estou sempre a dizer-lhe que deveríamos rentabilizar melhor o nosso tempo que é tão escasso, mas ele tem sempre inúmeras coisas para fazer e os finais de semana acabam por perder-se. Aliás, nunca posso fazer planos para nada pois tudo tem de ser em função dele. Por mais que tente conversar com ele e expôr tudo isto, ele não aceita e acabamos sempre por discutir. Estou cansada do "não te devo satisfações", "para a próxima deixo-te mesmo à espera", "és chata", "tu só queres implicar e só estás bem a discutir". Por vezes, se a conversa não lhe agrada, desliga o telefone, vira costas ou, mais infantil ainda, começa a cantarolar enquanto eu falo! Parece-me muita má criação, falta de respeito e consideração... Mas às vezes dou comigo a pensar que talvez eu seja demasiado exigente... Mas não me parece. Qualquer pessoa gosta de saber a quantas anda e com o meu marido as decisões saõ sempre em cima da hora. Ainda assim, não me diz nada. Eu que adivinhe!!! Depois de uma discussão acesa que poderia ser evitada se ele tentasse ouvir, sai de casa e fica horas sem dar noticias. Entra mudo e sai calado durante dias. Na verdade, já estou farta de tentar remediar a situação, relevando algumas atitudes. Sei que ele sempre teve estes comportamentos com a mãe e que a noção de casamento ou família nunca a teve pois o pai maltratou a mãe, a ele e às irmãs durante muito tempo. Depois da separação ele ficou a viver só com a mãe e tornou-se o "homem da casa". Contudo, durante os anos de namoro foi sempre muito atencioso e gentil. Após o casamento o comportamento tem vindo a alterar-se. É super amoroso e carinhoso, mas nunca posso fazer um reparo. Não sei como dar a volta a esta situação, pois dialogar com ele está a ser tarefa árdua.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;S.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Compreendo a aflição por que passa quando o seu marido escolhe sair ou chegar a casa sem lhe dar quaisquer satisfações e presumo que se sinta muitas vezes desvalorizada, ignorada e até humilhada por ter de esperar pela pessoa de quem gosta sem fazer a mínima ideia da altura em que chegará. Mas compete-me chamar a sua atenção para a forma como pode estar a tentar comunicar a sua insatisfação. De resto, eu sei que a generalidade das mulheres consegue falar abertamente sobre aquilo que as insatisfaz, mas isso pode querer dizer alguns ataques pessoais ao cônjuge, mais do que queixas que permitam a reaproximação. Repare que apesar de ter sido muito clara em relação aos comportamentos do seu marido não especificou a forma como se sente, limitando-se a acusá-lo do que ele não faz. Ora, como refere e bem, o seu marido ter-se-á habituado a comportar-se desta maneira com a própria mãe, pelo que é legítimo que continue a fazê-lo, sem que isso implique que saiba a dor que lhe provoca. Creio que o seu marido não estará a agir por maldade, mas sim porque desconhece o seu sofrimento. Dir-me-á que tem tentado transmitir-lhe esse sofrimento, mas provavelmente estará a transmitir-lhe sobretudo a sua revolta, que também é legítima, mas que o distrai do essencial. Quando o seu marido volta as costas a uma discussão, desliga o telefone ou começa a cantarolar, não está senão a tentar acabar com o momento de tensão. Claro que estes comportamentos podem ser rotulados de desajustados, na medida em que fomentam a sua revolta, mas, como estou de fora, consigo perceber que se trata sobretudo de uma tentativa (disfuncional) de lhe pedir que não o ataque mais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Procure centrar-se num comportamento de cada vez e não faça generalizações. Diga-lhe algo como "Quando tu (...) eu sinto-me (...); preferia que tu (...)", dando-lhe a oportunidade de perceber claramente como se sente e ilustrando a alternativa que facilmente contribuiria para que se sinta mais segura.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1604053015311107771-9065698310406116904?l=apsicologaresponde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/9065698310406116904'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/9065698310406116904'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apsicologaresponde.blogspot.com/2010/08/discussoes-conjugais-frequentes.html' title='DISCUSSÕES CONJUGAIS FREQUENTES'/><author><name>Cláudia Morais</name><uri>https://profiles.google.com/114522808266184403458</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-_agjL4wpQfg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAB0s/uQkbw7VAUbQ/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TGQkRdA2BUI/AAAAAAAABW8/dYXUWhs3Vw0/s72-c/24346093.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1604053015311107771.post-571285890951757432</id><published>2010-08-11T17:41:00.000+01:00</published><updated>2010-08-11T17:41:29.801+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fobias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ansiedade'/><title type='text'>AGORAFOBIA</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TGLSooipCqI/AAAAAAAABWs/bOp8_-yCyoc/s1600/WomanBitingNails.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="265" src="http://4.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TGLSooipCqI/AAAAAAAABWs/bOp8_-yCyoc/s400/WomanBitingNails.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;Sofro de Agorafobia há cerca de 20 anos, nos primeiros 10 fechei-me completamente, deixei de trabalhar, de ter amigos, enfim, deixei de viver. Com muita ajuda medicamentosa e psicológica consegui retomar a minha vida, No entanto, assim que estou mais fragilizada recomeço a querer faltar ao trabalho e aos passatempos de que tanto gosto. Embora agora não sofra habitualmente de ataques de pânico, aprendi a fechar-me ao primeiro sinal de desconforto. Como poderei aprender a responder de outra forma ao desconforto?&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;D.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Felizmente, nem todas as pessoas que sofrem de agorafobia vêem a sua vida tão limitada como já aconteceu no seu passado. Mas permita-me dizer-lhe que o seu caso é provavelmente importante para que, quem está de fora, possa compreender melhor os potenciais constrangimentos de um transtorno ansioso como este. Louvo o facto de ter conseguido reconhecer o seu problema e de ter procurado ajuda especializada. Não sei se continua ou não a ser acompanhada, quer em termos médicos, quer em termos psicoterapêuticos, mas creio que a resposta à sua questão está no seu próprio percurso. Afinal, se no passado já esteve "no fundo do poço", a verdade é que fez esforços no sentido de ser capaz de voltar a tomar as rédeas da sua vida. Os técnicos que a acompanharam tê-la-ão com certeza amparado, mas o mérito é seu, a vitória é sua e, se voltar a sentir-se desconfortável, é disso que deve lembrar-se. Já foi capaz de dar a volta a uma situação complicada e será com certeza capaz de voltar a fazê-lo, desde que se muna dos recursos de que dispõe. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Bem sei que é difícil abandonarmos padrões comportamentais que estão profundamente enraizados. Se nos habituamos a fechar-nos sobre nós mesmos quando nos sentimos mais frágeis, desenvolvemos um mecanismo de defesa que, apesar de há muito ter deixado de ser saudável, continua a dar-nos a sensação ilusória de conforto. Sair da concha implica correr riscos, implica telefonar a amigos e familiares que podem não mostrar a disponibilidade ou a empatia de que precisamos, mas implica sobretudo continuarmos a investir em nós mesmos; implica continuarmos a lutar pela nossa felicidade. Espero que o faça, que estenda a mão e peça ajuda, tantas vezes quanto for preciso. E espero que "passe a mensagem" e, com o seu exemplo, possa contribuir para o fortalecimento de outras pessoas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1604053015311107771-571285890951757432?l=apsicologaresponde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/571285890951757432'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/571285890951757432'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apsicologaresponde.blogspot.com/2010/08/agorafobia.html' title='AGORAFOBIA'/><author><name>Cláudia Morais</name><uri>https://profiles.google.com/114522808266184403458</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-_agjL4wpQfg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAB0s/uQkbw7VAUbQ/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TGLSooipCqI/AAAAAAAABWs/bOp8_-yCyoc/s72-c/WomanBitingNails.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1604053015311107771.post-8585272165714013100</id><published>2010-08-10T13:32:00.000+01:00</published><updated>2010-08-10T13:32:59.710+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ansiedade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Amor'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Infidelidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Divórcio'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='amigos'/><title type='text'>FIM DE UM LONGO NAMORO: ANSIEDADE E SOLIDÃO</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TGFG31CrBVI/AAAAAAAABWc/qiTbK86hAgM/s1600/couple-seeing-each-other.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="262" src="http://2.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TGFG31CrBVI/AAAAAAAABWc/qiTbK86hAgM/s400/couple-seeing-each-other.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;Tenho 32 anos e a minha vida teve recentemente um sobressalto no panorama emocional e pessoal. Nos últimos 3 anos tenho sobrevivido a autênticos dramas pessoais, familiares e financeiros. Para colmatar tudo isto, em Setembro separei-me de uma rapariga com quem namorei durante 10 anos e pretendia ter uma vida conjunta. Planeámos, preparámos tudo e estávamos na fase de aquisição de uma casa, preparação para casamento, etc. Desconhecia que ela e um amigo meu de infância com quem sempre convivi nos últimos 24 anos mantinham uma relação há 1 ano. Tudo isto sob o olhar de alguns amigos meus. Depois de o caso ser exposto, todas as pessoas amigas que lidaram com isto de forma normal, mesmo depois de saber alguns contornos chocantes de toda esta situação (traições debaixo do mesmo tecto, etc), foram afastadas por mim. Fiquei com a minha vida pessoal resumida a um conjunto de poucos amigos que neste momento estão todos com vidas em conjunto com as suas parceiras. Este isolamento levou-me a pesadelos onde revivia toda esta situação, estados de ansiedade, insónias, etc. Entretanto, para além do trabalho, decidi ocupar os meus tempos com algumas actividades de desporto até ter conhecido uma pessoa que despertou novamente algo em mim. Senti-me muito bem, senti-me novamente com um objectivo a nível pessoal. Infelizmente a relação não resultou, em parte por culpa minha, e neste momento encontro-me novamente sozinho. Durante a fase em que estive com esta nova companhia senti-me uma pessoa nova e senti que conseguia ultrapassar os problemas que tive atá àquele momento. Porém, depois de ter acabado a relação, comecei novamente a ter pesadelos com o mesmo "tema", a estar num estado de ansiedade alterado, com insónias, etc. Sei que tenho de fazer algo a nível pessoal. Sempre me dediquei à pessoa que está comigo e dependo muito da dedicação a uma pessoa para me sentir bem comigo mesmo porque sinto que pertenço a algo e que alguém também depende de mim. Não sei se deva mudar esta forma de ser, nem sei como a devo mudar. Só queria usufruir de alguma paz de espírito e deixar de me sentir isolado. &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;J.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;A generalidade das pessoas assume que a sua felicidade passa, em larga medida, pela satisfação conjugal. E, mesmo aquelas pessoas que vivem sozinhas sem que isso seja nenhum drama, consideram, quase sempre, que o amor promove o seu bem-estar. Ora, no amor não há, ou não deve haver, meio termo, o que quer dizer que quando amamos investimos tudo, damos o nosso melhor e, ao fim de alguns anos, a pessoa por quem nos apaixonámos passa a fazer parte da nossa identidade - todos os planos são efectuados considerando aquilo de que a outra pessoa gosta, as decisões deixam de ser tomadas individualmente e os sonhos são maioritariamente a dois. Infelizmente, nem todas as relações amorosas duram a vida toda, pelo que uma ruptura acaba por ser sempre dolorosa, independentemente dos motivos que conduzem ao afastamento. Esteve com a sua namorada durante 10 anos, pelo que é absolutamente natural que ainda se sinta triste com o fim desta relação. Claro que seria mais saudável se pudesse desvincular-se do passado e continuar a criar novas relações afectivas, mas é importante que não seja severo consigo mesmo. Cada pessoa tem o seu tempo, o seu ritmo, e de nada lhe valerá adoptar todas as culpas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;O facto de ter voltado a envolver-se romanticamente com outra pessoa é um passo positivo, mas este relacionamento pode ter surgido numa altura em que o seu luto ainda não estava feito. Não tente mudar a sua personalidade nem se penalize por ser como é. Se continuar a investir em si mesmo, saindo com as pessoas de quem gosta, aceitando solicitações que lhe permitam conhecer outras pessoas, será apenas uma questão de tempo até que volte a sentir-se capaz de confiar no amor.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1604053015311107771-8585272165714013100?l=apsicologaresponde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/8585272165714013100'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/8585272165714013100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apsicologaresponde.blogspot.com/2010/08/fim-de-um-longo-namoro-ansiedade-e.html' title='FIM DE UM LONGO NAMORO: ANSIEDADE E SOLIDÃO'/><author><name>Cláudia Morais</name><uri>https://profiles.google.com/114522808266184403458</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-_agjL4wpQfg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAB0s/uQkbw7VAUbQ/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TGFG31CrBVI/AAAAAAAABWc/qiTbK86hAgM/s72-c/couple-seeing-each-other.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1604053015311107771.post-8043441687900456781</id><published>2010-08-09T16:01:00.000+01:00</published><updated>2010-08-09T16:01:18.300+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ansiedade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='amigos'/><title type='text'>DIFICULDADE EM FAZER AMIGOS</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TGAX31K4_MI/AAAAAAAABV0/cKu6ux70BUk/s1600/iStock_000010097295Small.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="266" src="http://2.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TGAX31K4_MI/AAAAAAAABV0/cKu6ux70BUk/s400/iStock_000010097295Small.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;Ao longo da minha vida tenho tido poucos amigos. Sou sociável, mas preciso de algum tempo para me abrir com as pessoas. De há uns anos para cá, a situação tem piorado e, quando me aproximo de alguém, tendo a ser possessiva e a querer que essa pessoa se dê melhor comigo do que com os outros. Quero mudar, mas não sei como.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;F.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;As pessoas que fazem amigos com facilidade dar-lhe-ão com certeza algumas recomendações no sentido de ser capaz de sair da sua "concha". De resto, mesmo as pessoas mais tímidas reconhecem que é relativamente fácil conhecer pessoas novas. Desde que estejamos dispostos a sair de casa, a deixar as nossas rotinas, e aceitemos um ou outro convite para participar em eventos em que estarão presentes alguns desconhecidos, existe alguma probabilidade de trocarmos impressões com pessoas que até aí desconhecíamos. Por outro lado, se estivermos atentos ao nosso comportamento não verbal e formos capazes de estabelecer contacto visual e sorrir para as pessoas com quem nos cruzamos diariamente - no ginásio, na faculdade, no trabalho ou até no supermercado - percebemos que os outros respondem na mesma medida. Pelo contrário, quando nos sentimos inseguros e incapazes de interagir com os outros, dificilmente alguém virá na nossa direcção. Claro que é legítimo que qualquer pessoa tenha medo de ser rejeitada. Afinal, as pessoas não são todas iguais e, sobretudo, podem não estar exactamente nos seus melhores dias. Importa, por isso, ser perseverante e continuar a olhar à volta.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Mas a verdade é que se é relativamente fácil conhecer pessoas novas, é muito mais difícil manter uma amizade. Existem competências que distinguem as pessoas que se mantêm próximas dos seus amigos ao longo de vários anos. Por exemplo, uma das questões que levanta, o sentimento de posse em relação às pessoas de quem gosta, é congruente com as suas feridas emocionais, com o medo de ser, de algum modo, pouco importante para aquela pessoa, mas pode prejudicar seriamente uma relação afectiva. As pessoas que gostarem de si e a aceitarem como é serão capazes de estabelecer vínculos com outras pessoas, sem que isso implique que a deixem para segundo plano. Tal como um pai é capaz de mostrar a cada um dos seus filhos quão importantes eles são, também cada pessoa deve ser capaz de mostrar aos seus amigos que eles são (cada um à sua maneira) especiais.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Por outro lado, para que seja capaz de estabelecer relações de amizade sinceras, deve começar por aceitar-se tal como é, assumindo as suas qualidades, mas também as suas fragilidades. Afinal, não há pessoas perfeitas e os amigos também se desiludem entre si. A capacidade de conviver com os defeitos daqueles de quem gostamos e de lhes perdoar algumas falhas é, de resto, imprescindível à manutenção de qualquer amizade. Sermos amigos de alguém é desejarmos o melhor para aquela pessoa, é esforçarmo-nos por dar sem estar à espera de receber, é apoiar sempre que aquela pessoa precisa de nós, mas é também sermos capazes de celebrar as suas vitórias, sem que nos sintamos inferiorizados.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1604053015311107771-8043441687900456781?l=apsicologaresponde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/8043441687900456781'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/8043441687900456781'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apsicologaresponde.blogspot.com/2010/08/dificuldade-em-fazer-amigos.html' title='DIFICULDADE EM FAZER AMIGOS'/><author><name>Cláudia Morais</name><uri>https://profiles.google.com/114522808266184403458</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-_agjL4wpQfg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAB0s/uQkbw7VAUbQ/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TGAX31K4_MI/AAAAAAAABV0/cKu6ux70BUk/s72-c/iStock_000010097295Small.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1604053015311107771.post-7535882651813606451</id><published>2010-08-03T18:51:00.000+01:00</published><updated>2010-08-03T18:51:21.939+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Amor'/><title type='text'>MÉNAGE, SWING: É NORMAL?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TFhW9-LYyzI/AAAAAAAABVQ/4TwlF8pFLWI/s1600/68324.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://2.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TFhW9-LYyzI/AAAAAAAABVQ/4TwlF8pFLWI/s400/68324.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;Somos um casal que está junto há 10 anos, temos dois filhos lindos, um de 9 anos e uma menina de 3, até aí tudo normal, mas desde o 4.° ano juntos, começámos, eu e ela, a fantasiar muitas coisas na cama, e da fantasia pulámos para o ménage masculino. Simplesmente adorámos, tanto eu como ela. Às vezes pergunto-me se isto é correcto, mas sinceramente não vejo nada de mal. No dia-a-dia somos um casal normal, ninguém desconfia de nada, mas uma vez por semana somos o casal que vai a uma casa de Swing. Não somos promíscuos, aliás somos muito selectivos, também não sou homossexual, apenas me realizo totalmente em saber que tenho uma esposa linda e desejada... Então, pergunto-lhe: Há algo de errado connosco?&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;M.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Aquilo que satisfaz os membros de um casal pode ser muito diferente do que satisfaz outros casais. De um modo geral, todos os casais precisam de satisfazer as tensões sexuais e, para isso, até podem recorrer pontualmente ao sexo "mecanizado". Mas a intimidade sexual é muito mais do que a busca do prazer físico imediato. Para que ambos se sintam satisfeitos, é preciso que se fale abertamente sobre aquilo de que cada um precisa, sobre o que os deixa desconfortáveis e, claro, sobre as fantasias de cada um.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;No que diz respeito ao envolvimento de outras pessoas na intimidade do casal, e como é natural, não existem perspectivas universalmente consensuais. Aquilo que posso dizer-lhe é que não olho para o seu caso como uma forma de promiscuidade. Aquilo que me interessa é perceber se o leitor e a sua companheira são capazes de falar abertamente sobre as respectivas necessidades e se se sentem (ambos) livres para dizer não àquilo que ultrapassa os limites de cada um. Se o Swing é mais uma forma de promover a satisfação sexual e conjugal de ambos, então não há por que sentir que está a fazer algo de errado. Como em quase tudo o que diz respeito à intimidade de um casal, é essencial que as decisões sejam tomadas em função da comunicação clara e honesta. Quando nos sentimos apoiados e compreendidos pelo outro, tudo se torna mais fácil.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1604053015311107771-7535882651813606451?l=apsicologaresponde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/7535882651813606451'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/7535882651813606451'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apsicologaresponde.blogspot.com/2010/08/menage-swing-e-normal.html' title='MÉNAGE, SWING: É NORMAL?'/><author><name>Cláudia Morais</name><uri>https://profiles.google.com/114522808266184403458</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-_agjL4wpQfg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAB0s/uQkbw7VAUbQ/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TFhW9-LYyzI/AAAAAAAABVQ/4TwlF8pFLWI/s72-c/68324.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1604053015311107771.post-7806598052431216174</id><published>2010-08-02T16:20:00.000+01:00</published><updated>2010-08-02T16:20:25.330+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mulher'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Amor'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ciúme'/><title type='text'>NAMORADA SÓ PENSA EM SEXO</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TFbh9D8FIeI/AAAAAAAABUw/F0f-hpAHHEE/s1600/410_pareja-brava.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="298" src="http://2.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TFbh9D8FIeI/AAAAAAAABUw/F0f-hpAHHEE/s400/410_pareja-brava.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;Tenho 30 anos, sem filhos, e já tive inúmeros namoros, todos longos. Estou há 1 e meio com uma mulher de 24 anos e tenho muitos problemas. A nossa comunicação não flui muito bem, ela é muito fechada comigo. Quando conversamos, há sempre uma discussão em algum ponto neste diálogo. Ela só pensa em sexo, não dá carinho, priva-me das coisas, tem um ciúme doentio em relação a mim. E o pior, quando a encontro em algum local e está com alguém conhecido, mesmo sabendo que estamos a namorar, ela estranhamente vira o rosto quando vou para beijá-la. O que será está errado comigo? O problema será meu? Estaremos num relacionamento de aparências? Ultimamente estes problemas estão a afectar-me demais e tenho dificuldade em concentrar-me em coisas importantes noutras áreas de minha vida. Tenho aparentes ataques de raiva sozinho. &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;C.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Embora não conheça detalhadamente a sua situação, acredito que esteja a ser vítima de algumas dificuldades de comunicação. O facto de a sua namorada aparentemente só pensar em sexo e, simultaneamente, ser incapaz de o acarinhar de outras formas pode estar relacionado com o seu passado emocional. Algumas pessoas amadurecem com a crença de que a satisfação sexual é tudo numa relação, pelo que dão o seu melhor para agradar o cônjuge. É possível que a sua namorada procure dar-lhe aquilo que ela acha que o leitor precisa - até em função de outros relacionamentos em que a sexualidade era sobrevalorizada. Quando a afasta, ela sente-se certamente rejeitada, humilhada, como se não valesse nada para si. Por outro lado, se ela não estiver habituada a acarinhar, a tocar, a abraçar, olhará para as suas queixas como ataques pessoais e não como chamadas de atenção para aquilo de que precisa. Ao sentir-se sistematicamente criticada, tenderá a vestir uma capa, mostrando-se forte e emocionalmente independente. Trata-se de um mecanismo de defesa que a impede de sofrer mais.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Procure ser claro na verbalização dos seus afectos e das suas necessidades. Mostre que ama a sua namorada e diga-lhe o quão importante ela é para si. Não tenha vergonha de assumir que depende do seu afecto e mostre-lhe que estará lá para ela também.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1604053015311107771-7806598052431216174?l=apsicologaresponde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/7806598052431216174'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/7806598052431216174'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apsicologaresponde.blogspot.com/2010/08/namorada-so-pensa-em-sexo.html' title='NAMORADA SÓ PENSA EM SEXO'/><author><name>Cláudia Morais</name><uri>https://profiles.google.com/114522808266184403458</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-_agjL4wpQfg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAB0s/uQkbw7VAUbQ/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TFbh9D8FIeI/AAAAAAAABUw/F0f-hpAHHEE/s72-c/410_pareja-brava.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1604053015311107771.post-8181987421645275345</id><published>2010-07-26T17:46:00.000+01:00</published><updated>2010-07-26T17:46:02.144+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ansiedade'/><title type='text'>ANSIEDADE GENERALIZADA</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TE27sgafruI/AAAAAAAABUY/xzgnCCrh_2A/s1600/87812771.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="266" src="http://1.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TE27sgafruI/AAAAAAAABUY/xzgnCCrh_2A/s400/87812771.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;Esta é mais uma das muitas noites em que visito sites e blogues sobre ansiedade. Claro, sou um dos muitos milhões em todo o mundo que sofre de ansiedade. A minha dúvida é se será generalizada, sendo certo que estou permanentemente ansioso, e interrogo-me diversas vezes acerca do porquê desta maldita ansiedade. Tenho 32 anos e sou bombeiro voluntário, treze anos foram passados como bombeiro profissional. Devido a esta ansiedade resolvi sair e mantenho-me só como voluntário. Pensei que o motivo que me deixava constantemente ansioso fosse a pressão a que era submetido diariamente ao exercer esta profissão, mas cheguei à conclusão que mesmo mudando de emprego a situação se mantém. Não conseguindo lidar com esta situção resolvi ir a um especialista em psiquiatria que me disse exactamente aquilo que esperava, sofria realmente de ansiedade generalizada, faço busansil e cipralex há um ano e 3 meses, mas para minha tristeza não vejo melhoras. Tenho medo de me ir abaixo, tenho um filho lindo com 3 anos e uma esposa magnífica que me tem apoiado, mas não sei por quanto mais tempo ela irá suportar a situação. Quero ser um exemplo para o meu filho, como o meu pai foi para mim. Dr.ª diga-me, estes tratamentos são longos? Acha que um dia poderei superar estas crises? Gostaria que me desse agumas dicas sobre como contornar os sintomas sem que os leve tão a sério. Por vezes fico com medo de adormecer e não voltar a acordar ou então que com esta tensão permanente me venha a dar um enfarte. Certamente as suas palavras me darão algum alento nesta fase da vida que é por mim vista como um obstáculo incontornável. &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;H.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Os transtornos de ansiedade são potencialmente incapacitantes, na medida em que afectam não apenas o nosso bem-estar, mas também as relações familiares e sociais e até a realização das mais simples tarefas do dia-a-dia. Para quem não conhece este tipo de transtornos, talvez seja difícil perceber como é que alguém pode ver a sua vida "virada do avesso" em função da aceleração/ agitação a que se vê sujeito diariamente. Não quero com isto dizer que quem sofra de ansiedade generalizada ou de qualquer outra perturbação ansiosa esteja condenado a uma vida difícil. Pelo contrário, as perturbações ansiosas afectam milhões de pessoas em todo o mundo mas são tratáveis. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Bem sei que seria desejável que pudéssemos resolver estas dificuldades em pouco tempo e apenas com o recurso a alguns comprimidos. É difícil encarar a hipótese de as melhorias serem graduais e/ou de o tratamento poder estender-se no tempo. Mas cada caso é único, cada história requer atenção especial e é preciso ser perseverante.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Tratando-se de transtornos que afectam homens e mulheres de todas as faixas etárias e de todas as classes sociais, estas perturbações atingem sobretudo as pessoas menos habituadas a identificar e a gerir as suas emoções. Daí que, a par da ajuda farmacológica, quase sempre determinante, é muito importante que o doente possa também ser acompanhado em sede de Psicoterapia. A ajuda de um psicólogo experiente é quase sempre fundamental para que possam ser analisadas as causas da perturbação e para que as emoções possam ser trabalhadas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Fico feliz por perceber que tem contado com o apoio da sua mulher. Sei que não é fácil para o cônjuge gerir as consequências de uma situação como esta. Quer pela sua relação conjugal, quer pela relação com o seu filho, faz todo o sentido que possa ser perseverante no seu tratamento. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Falar abertamente sobre aquilo que o preocupa, bem como sobre as suas feridas emocionais, sobre as vulnerabilidades do passado, pode ser importante para que se sinta mais livre, mais sereno. Mas lembre-se de que as pessoas que gostam de si não podem ser simultaneamente médicos, psicólogos, amigos. A cada um competirá uma função diferente, sob pena de este se transformar numa peso imenso para a sua família.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Claro que paralelamente à ajuda especializada há exercícios diários que pode fazer para gerir os picos de ansiedade. Isso passa por ser capaz de desconstruir os pensamentos mais irracionais (dizendo a si mesmo inúmeras vezes "isto não é um problema porque..."), realizando actividades que o distraiam das ruminações, ou até tentando realizar um registo diário das coisas positivas que vão acontecendo (para treinar o seu cérebro para o optimismo). Além disso, seria positivo que pudesse envolver-se de forma regrada numa actividade física de que goste. O desporto é potencialmente terapêutico para as perturbações de ansiedade. Mas o mais importante é interiorizar que tudo passa nesta vida e que este mal-estar também vai passar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1604053015311107771-8181987421645275345?l=apsicologaresponde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/8181987421645275345'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/8181987421645275345'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apsicologaresponde.blogspot.com/2010/07/ansiedade-generalizada.html' title='ANSIEDADE GENERALIZADA'/><author><name>Cláudia Morais</name><uri>https://profiles.google.com/114522808266184403458</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-_agjL4wpQfg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAB0s/uQkbw7VAUbQ/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TE27sgafruI/AAAAAAAABUY/xzgnCCrh_2A/s72-c/87812771.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1604053015311107771.post-2831787859208356332</id><published>2010-07-12T17:16:00.000+01:00</published><updated>2010-07-12T17:16:56.409+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Amor'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Violência'/><title type='text'>MUDANÇAS DE HUMOR</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TDs_2mD7-VI/AAAAAAAABUI/M2pdxcGvFUI/s1600/DSCN0722.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="297" src="http://3.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TDs_2mD7-VI/AAAAAAAABUI/M2pdxcGvFUI/s400/DSCN0722.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;O meu caso é comum ao de muitos - tenho uma relação de longa data, o meu companheiro tem mudanças de humor incríveis, ora está todo carinhoso ora está autoritário e desagradável. Por achar que sofria de violência psicológica acabei a relação mas voltámos depois de muito falarmos. Durante um ano esteve tudo bem mas agora voltou a ter ataques de estupidez. Justifica-se sempre metendo as culpas em mim, mas quando o ignoro fica manso e fica logo terno. Basta enfrentá-lo e chega a ter picos de histerismo, o que me assusta, apesar de lhe fazer frente. Acho que ele tem falta de auto-estima e tenta mostrar o contrário às vezes de forma bem excessiva, é machista, acho que é um frustrado (pois chega a implicar com as coisas mais absurdas). Gostaria que me desse a sua opinião sobre o porquê de ele ser assim e como superar isto.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;J.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Quando as discussões conjugais se sucedem e tomam conta do dia-a-dia do casal, é relativamente fácil criar-se um ciclo vicioso em que o que sobressai é uma espécie de braço-de-ferro. O facto de lhe ser mais fácil rotular as queixas do seu companheiro como "ataques de histerismo" ou exemplos de "estupidez" terá a ver com o facto de este não estar a ser capaz de lhe mostrar de forma clara as próprias necessidades. Acredite que não a julgo. Entendo que se sinta cansada e que, não raras vezes, até possa sentir-se ofendida. Mas devo alertá-la para os perigos das escolhas que tem feito. Ignorar o seu companheiro não é exactamente o mesmo que ignorar a birra de uma criança. Se o seu companheiro se queixa, mesmo que de forma desajustada, é porque se sente inseguro e precisa de si. Procure ajudá-lo a exteriorizar aquilo que sente de forma clara, sem ofensas. Mostre-lhe que se preocupa com ele e que quer estar ao seu lado. Isso não significa que deva anular-se ou tão-pouco ceder a todas as pressões do seu companheiro. Ouvi-lo e tentar ir ao encontro das suas necessidades é tão importante quanto ser capaz de expressar as suas emoções e aquilo de que precisa. Se não se sentir capaz de gerir estes ciclos viciosos e quiser continuar a apostar nesta relação, é importante que considere a hipótese de recorrer à terapia conjugal. Não há motivos para que continuem ambos a desgastar-se tanto.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1604053015311107771-2831787859208356332?l=apsicologaresponde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/2831787859208356332'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/2831787859208356332'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apsicologaresponde.blogspot.com/2010/07/mudancas-de-humor.html' title='MUDANÇAS DE HUMOR'/><author><name>Cláudia Morais</name><uri>https://profiles.google.com/114522808266184403458</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-_agjL4wpQfg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAB0s/uQkbw7VAUbQ/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TDs_2mD7-VI/AAAAAAAABUI/M2pdxcGvFUI/s72-c/DSCN0722.JPG' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1604053015311107771.post-6905216121046875091</id><published>2010-07-06T10:38:00.000+01:00</published><updated>2010-07-06T10:38:00.920+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ansiedade'/><title type='text'>TRANSTORNOS DE ANSIEDADE</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TDJSQM1DqUI/AAAAAAAABTw/X_J-rTegZ2Y/s1600/how_to_nervous.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="286" src="http://4.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TDJSQM1DqUI/AAAAAAAABTw/X_J-rTegZ2Y/s400/how_to_nervous.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;Os transtornos de ansiedade vão-se agravando ao longo do tempo? Eu tomo Paroxetina e identifiquei-me muito com o texto "Transtorno de Ansiedade Generalizada", daí a pergunta. É que existe Fobia Social/Transtorno de Ansiedade Social, que me parece menos "grave". Gostaria de saber se antes de eu ter o Transtorno de Ansiedade Generelizada (se é que eu tenho), eu tive Fobia Social.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;C.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Seria impossível efectuar qualquer diagnóstico por esta via, mesmo que a sua descrição fosse detalhada, mas parece-me evidente que o mais importante não é o "nome" do transtorno ansioso mas o sofrimento que este acarreta. O facto de estar medicada leva-me a presumir que procurou ajuda médica, o que me parece muito ajustado. Independentemente de se tratar de uma situação de Fobia Social ou de Ansiedade Generalizada, quando os níveis de ansiedade comprometem o nosso bem-estar e a realização das mais banais tarefas do quotidiano, é fundamental pedir ajuda. Em qualquer uma destas situações é mais frutífero combinar a terapia farmacológica (medicamentos) com a psicoterapia. O acompanhamento efectuado por um psicólogo experiente ajudá-la-á a perceber a origem da sua ansiedade, a gerir melhor as suas emoções e a recuperar a segurança. Cada caso é único e importa que dê a si mesma a oportunidade de "trabalhar" as suas emoções.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1604053015311107771-6905216121046875091?l=apsicologaresponde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/6905216121046875091'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/6905216121046875091'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apsicologaresponde.blogspot.com/2010/07/transtornos-de-ansiedade.html' title='TRANSTORNOS DE ANSIEDADE'/><author><name>Cláudia Morais</name><uri>https://profiles.google.com/114522808266184403458</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-_agjL4wpQfg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAB0s/uQkbw7VAUbQ/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TDJSQM1DqUI/AAAAAAAABTw/X_J-rTegZ2Y/s72-c/how_to_nervous.JPG' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1604053015311107771.post-3453856133079919905</id><published>2010-07-05T13:23:00.000+01:00</published><updated>2010-07-05T13:23:01.796+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mulher'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Amor'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Depressão'/><title type='text'>A DEPRESSÃO E O AMOR</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TDHOfpDUrdI/AAAAAAAABTg/sedityXljP4/s1600/couple_sad.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="267" src="http://2.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TDHOfpDUrdI/AAAAAAAABTg/sedityXljP4/s400/couple_sad.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;Estou a passar um momento difícil na minha vida. Estou com uma depressão que se desencadeou o ano passado e tem vindo a piorar desde então. Não sinto felicidade em nada. Estou a namorar e esta depressão tem vindo a afectar a minha relação. Para além das coisas já serem difíceis (pois namoramos à distância e não estamos juntos sempre), às vezes não sinto que o amo como no princípio, às vezes não sinto saudades dele ou parece que me esqueço que tenho namorado ou que ele existe... Estou muito preocupada porque com a minha depressão ele voltou a entrar numa (ele já tinha estado deprimido durante muitos anos) e agora parece que nada na nossa relação faz sentido. Eu quero que tudo volte ao normal, pois tenho um medo de morte de o perder. Sinto-me impotente perante isto tudo. Acha que isto é normal? Que posso começar a fazer para voltarmos a sentir o mesmo? Eu já não sei o que fazer, sinto- me tão mal pois não o quero magoar nem perder e visto que os dois estamos sentindo o mesmo não sei que fazer. &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;P.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Uma das consequências da depressão é precisamente o desinteresse generalizado - para além da tristeza e da fadiga, é perfeitamente natural que se sinta perdida, desorientada e que poucas coisas a motivem. Isso implica que até o seu namoro possa ser afectado e que, claro, o seu namorado também se sinta triste e confuso. Como não sei em que circunstâncias foi feito este diagnóstico, começo por sugerir que seja rigorosamente acompanhada em termos clínicos. Tratando-se de uma perturbação que afecta milhões de pessoas em todo o mundo, a depressão é uma doença tratável, que requer normalmente a prescrição de medicamentos e o acompanhamento psicoterapêutico. Falar com um médico de família é, na maioria das vezes, um passo fundamental para que se proceda ao encaminhamento para uma consulta de especialidade. Mesmo que não se sinta absolutamente confortável para falar sobre os seus problemas com um "estranho", é fundamental que reconheça que esta ajuda é determinante para que possa recuperar com segurança e rapidez. Esperar que os sintomas passem com o tempo é um erro tantas vezes cometido e que acarreta o risco de agravamento de uma doença que é incapacitante. Assumir que precisa de intervenção médica ajudá-la-á a sentir-se menos desesperada e a, progressivamente, ser capaz de recuperar a alegria pelas coisas de que sempre gostou.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1604053015311107771-3453856133079919905?l=apsicologaresponde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/3453856133079919905'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/3453856133079919905'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apsicologaresponde.blogspot.com/2010/07/depressao-e-o-amor.html' title='A DEPRESSÃO E O AMOR'/><author><name>Cláudia Morais</name><uri>https://profiles.google.com/114522808266184403458</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-_agjL4wpQfg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAB0s/uQkbw7VAUbQ/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TDHOfpDUrdI/AAAAAAAABTg/sedityXljP4/s72-c/couple_sad.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1604053015311107771.post-5482601564520000285</id><published>2010-07-01T10:50:00.000+01:00</published><updated>2010-07-01T10:50:00.258+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Amor'/><title type='text'>DISCUSSÕES INTENSAS</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TCvZ-6_XwmI/AAAAAAAABTI/U6VlaVwZtVQ/s1600/fighting.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="262" src="http://4.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TCvZ-6_XwmI/AAAAAAAABTI/U6VlaVwZtVQ/s400/fighting.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;Escrevo-lhe porque a minha vida sentimental está um caos e nao sei a quem recorrer. A verdade é que me sinto muito sozinha e as discussões que tenho com o meu namorado não ajudam. Eu amo-o muito e acredito que ele também me ame mas discutimos por coisas absurdas e as nossas discussões tendem a tornar-se um pouco graves. Costumamos ficar uma semana zangados (nas piores zangas). A nossa diferença de idades é de 10 anos e eu sou a mais nova mas às vezes parece que ele ainda é mais novo que eu com certas atitudes que toma. Por favor, ajude-me. Esta dor que sinto é muito forte. Não consigo aguentar pois sinto-me fraca e muito desgastada...&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;P.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Acredite que sei bem como se sente. Quando tudo corre bem em termos conjugais, sentimo-nos mais fortes, mais confiantes, mais seguros para enfrentar as dificuldades nas outras áreas da vida. Pelo contrário, quando existem problemas sérios na relação, sentimo-nos mais frágeis, inseguros, às vezes até incapazes de lidar com os obstáculos que surgem.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Todos os casais discutem e fazem-no quer por motivos importantes, quer por coisas insignificantes. Mas a verdade é que quando os problemas parecem tomar conta do dia-a-dia do casal, é importante parar para reflectir sobre aquilo que cada um pode fazer, sob pena de a desesperança começar a instalar-se.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Presumo que já tenha tentado conversar serenamente com o seu namorado, mas é tempo de o fazerem de forma regrada. Falar sobre aquilo que os incomoda não é fácil - há sempre o risco de magoar ou até de ofender a pessoa que se ama e, assim, piorar ainda mais a situação. Por isso, sugiro que comece por tentar perceber aquilo que mais o incomoda - procure ouvi-lo relativamente às situações que o fragilizam, àquilo que o deixa inseguro e/ou o faz sentir-se rejeitado. Depois, reflicta sobre o que pode fazer para fomentar a vossa união, sobre os gestos/ comportamentos que podem fazer com que o seu namorado sinta que é importante para si. Claro que esta reflexão deve ser recíproca - deve ser capaz de dar a conhecer as situações que a fragilizam, bem como aquilo que gostaria que o seu namorado fizesse para que se sinta especial na vida dele.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Evite fazer generalizações como "não é normal" ou "é sempre a mesma coisa". Centre-se naquilo que sente ("quando fazes (...) sinto-me (...)"). Quando se sentir atacada/ ofendida, peça-lhe para reformular o raciocínio, de modo a diminuir os níveis de tensão.  Se não forem capazes de resolver a situação sozinhos, peçam ajuda especializada.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1604053015311107771-5482601564520000285?l=apsicologaresponde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/5482601564520000285'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/5482601564520000285'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apsicologaresponde.blogspot.com/2010/07/discussoes-intensas.html' title='DISCUSSÕES INTENSAS'/><author><name>Cláudia Morais</name><uri>https://profiles.google.com/114522808266184403458</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-_agjL4wpQfg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAB0s/uQkbw7VAUbQ/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TCvZ-6_XwmI/AAAAAAAABTI/U6VlaVwZtVQ/s72-c/fighting.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1604053015311107771.post-4361763032342881584</id><published>2010-06-30T10:54:00.001+01:00</published><updated>2010-06-30T10:54:00.537+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ansiedade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mulher'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Família'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Depressão'/><title type='text'>DEPRESSÃO PÓS-PARTO E O MEDO DE VOLTAR A ENGRAVIDAR</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TCpttm0sOjI/AAAAAAAABS4/Q8G1IKrTdQI/s1600/mother-and-baby-by-nem_youth-thumb-280x186-7524.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="266" src="http://3.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TCpttm0sOjI/AAAAAAAABS4/Q8G1IKrTdQI/s400/mother-and-baby-by-nem_youth-thumb-280x186-7524.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;Eu tive depressão pós-parto e não fui compreendida pelas pessoas que me cercavam. Tive o apoio do meu marido que sofreu comigo. Eu achava que não seria capaz de cuidar de uma criança, de fazê-la feliz, de a alimentar... Tudo era difícil para mim, uma tragédia. A primeira vez que fui com o meu filho a uma consulta ao pediatra sozinha foi horrível, eu tinha medo de tudo! Mas graças a Deus passou e hoje tenho medo de ter outro filho por causa de tudo o que passei, mas ninguém entende isso.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;S.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Tal como acontece em relação a muitas outras perturbações, a depressão pós-parto é duplamente avassaladora - em primeiro lugar, porque é dolorosa e incapacitante; e depois porque quem está à volta da mulher com depressão pós-parto pode ter seríssimas dificuldades em entender os contornos da doença. A incompreensão, a falta de informação e a intolerância são males terríveis, já que contribuem para a agudização do transtorno depressivo. Felizmente, teve o apoio do seu marido e recuperou. Compreendo, ainda assim, que se sinta receosa em relação à possibilidade de engravidar novamente. Este é um medo comum a praticamente todas as mulheres em situações como a sua. Não podendo dizer-lhe que não voltará a acontecer, devo chamar a sua atenção para a importância da sua experiência. O facto de já ter vivido uma depressão pós-parto faz com que conheça muito bem os sinais e possa, eventualmente, recorrer à ajuda especializada se voltar a sentir-se fragilizada. Por outro lado, e porque as expectativas em relação ao nascimento do primeiro filho também contribuem para o aparecimento deste transtorno depressivo, é expectável que viva uma segunda gravidez com maior tranquilidade, pelo que o pós-parto também poderá ser mais fácil.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1604053015311107771-4361763032342881584?l=apsicologaresponde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/4361763032342881584'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/4361763032342881584'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apsicologaresponde.blogspot.com/2010/06/depressao-pos-parto-e-o-medo-de-voltar.html' title='DEPRESSÃO PÓS-PARTO E O MEDO DE VOLTAR A ENGRAVIDAR'/><author><name>Cláudia Morais</name><uri>https://profiles.google.com/114522808266184403458</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-_agjL4wpQfg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAB0s/uQkbw7VAUbQ/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TCpttm0sOjI/AAAAAAAABS4/Q8G1IKrTdQI/s72-c/mother-and-baby-by-nem_youth-thumb-280x186-7524.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1604053015311107771.post-22809194772695531</id><published>2010-06-23T10:58:00.002+01:00</published><updated>2010-06-23T10:58:00.349+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fobias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ansiedade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mulher'/><title type='text'>SÍNDROME DO PÂNICO</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TCEYRnizojI/AAAAAAAABSY/y_d-MMnj9Jw/s1600/anxious-woman-pd.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="313" src="http://1.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TCEYRnizojI/AAAAAAAABSY/y_d-MMnj9Jw/s400/anxious-woman-pd.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;Luto contra a síndrome do pânico há dois anos, o que me impede de tudo, às vezes até de comer. O que é que eu faço? Moro no interior e não tenho ajuda de ninguém.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;A.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Compreendo a sua angústia e entendo que o isolamento social a que se vê obrigada a faça sentir-se presa a um problema tão incapacitante. A verdade é que os transtornos ansiosos têm muitas vezes o poder de toldar a nossa percepção sobre a realidade, aumentando o desespero e impossibilitando-nos de vislumbrar qualquer saída - estejamos nós no centro do mundo ou numa aldeia do Interior. A verdade é que para tudo há solução - pode não ser a ideal, mas há. Reconhecer que tem um problema e que esse problema pode ser tratado é o primeiro passo. Depois há que centrar-se nos recursos e não nos obstáculos. Fale mais, saia mais, preocupe-se menos. Fale sobre o seu problema, quer com as pessoas que lhe são próximas, quer com o seu médico de família. Não se preocupe com aquilo que os outros possam pensar e/ou com a avaliação que possam fazer. Centre-se em si e no facto de querer ficar melhor. Converse abertamente com o seu clínico sobre as hipóteses de um acompanhamento médico regrado. Mesmo que não exista um Psicólogo a que possa recorrer, tire partido da confiança no médico de clínica geral. Respeite a prescrição que for feita e procure conversar um bocadinho a cada consulta.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Faça um esforço no sentido de sair mais de casa. A princípio pode parecer-lhe um tormento, mas o isolamento contribuirá para que se sinta pior. Obrigar-se a si mesma a estar com outras pessoas ajudá-la-á a descentrar-se de forma progressiva dos pensamentos mais negativos. Crie objectivos e procure cumpri-los. Escreva sobre os seus sonhos, sobre o rumo que gostaria que a sua vida tomasse. Imagine onde, como e com quem gostaria de estar daqui a 5 anos e dê-se ao "luxo" de escrever/ reflectir sobre isso. Olhe para as coisas boas que fazem parte da sua vida, do seu dia-a-dia, e assinale-as. Mesmo as mais simples. Em suma: treine o seu optimismo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1604053015311107771-22809194772695531?l=apsicologaresponde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/22809194772695531'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/22809194772695531'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apsicologaresponde.blogspot.com/2010/06/sindrome-do-panico.html' title='SÍNDROME DO PÂNICO'/><author><name>Cláudia Morais</name><uri>https://profiles.google.com/114522808266184403458</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-_agjL4wpQfg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAB0s/uQkbw7VAUbQ/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TCEYRnizojI/AAAAAAAABSY/y_d-MMnj9Jw/s72-c/anxious-woman-pd.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1604053015311107771.post-6512045059977898995</id><published>2010-06-22T12:32:00.000+01:00</published><updated>2010-06-22T12:32:33.574+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fobias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ansiedade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Depressão'/><title type='text'>MEDO DE VIAJAR</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TCCfOFuHDXI/AAAAAAAABSQ/oXr1y6hgoSA/s1600/Travel-The-World.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="265" src="http://2.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TCCfOFuHDXI/AAAAAAAABSQ/oXr1y6hgoSA/s400/Travel-The-World.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;Tenho 23 anos, há 3 anos e meio vim do Luxemburgo para estudar em Portugal. Os meus pais e as minhas irmãs ficaram lá. Desde então que tenho vindo a desenvolver cada vez mais medos. Comecei por ter medo de estar sozinha, até ao medo de viajar para muito longe. Sempre que sei que vou ter que sair de casa para fazer uma viagem superior a 20 minutos fico angustiada. Tanto que agora é um verdadeiro sacrifício pegar no avião para visitar a minha família. Algum tempo antes da viagem tenho pesadelos, sinto o coração a bater mais forte e sinto-me muito ansiosa. O mesmo acontece quando sei que alguém que me é próximo vai viajar. Não sei bem o que fazer. Será melhor procurar ajuda?&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;C.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Apesar de perceber que o facto de ter vindo para Portugal pode tê-la condicionado muito, fomentando alguns medos e inseguranças, não conheço detalhadamente o seu percurso, pelo que não posso fazer quaisquer considerações sobre a origem destas dificuldades. Posso, isso sim, tentar ajudá-la a definir o problema e dar-lhe algumas sugestões. Em primeiro lugar, sugiro que converse abertamente sobre estes medos com alguém da sua confiança - falarmos sobre aquilo que nos atormenta é um passo muito significativo para reduzir a ansiedade associada. Procure reflectir sobre tudo aquilo que a angustia e avalie a dimensão dos constrangimentos que daí resultam. É natural que nos preocupemos com a saúde e o bem-estar das pessoas que amamos e a distância deixa-nos normalmente mais inseguros. O medo é natural e, até certo ponto, saudável. Se acha que este é um problema que começa a comprometer o seu quotidiano e/ou há algumas coisas que tem deixado de fazer por causa disso, valerá a pena falar com um profissional especializado.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Como sei que estes níveis de ansiedade são ainda mais comuns em função do isolamento social, sugiro que procure estar com as pessoas que conhece em Portugal - saia mais, procure criar as suas raízes, fazer amigos, lutar pelos seus objectivos. Quanto maior for o seu isolamento, maior será a probabilidade de se sentir dominada por pensamentos automáticos negativos. Finalmente, sugiro que converse abertamente com os seu familiares sobre as saudades que sente. Expresse a sua tristeza, sem embaraço, já que isso impedi-la-á de acumular tensões que, mais tarde, serão exteriorizadas de modo ansioso.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1604053015311107771-6512045059977898995?l=apsicologaresponde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/6512045059977898995'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/6512045059977898995'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apsicologaresponde.blogspot.com/2010/06/medo-de-viajar.html' title='MEDO DE VIAJAR'/><author><name>Cláudia Morais</name><uri>https://profiles.google.com/114522808266184403458</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-_agjL4wpQfg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAB0s/uQkbw7VAUbQ/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TCCfOFuHDXI/AAAAAAAABSQ/oXr1y6hgoSA/s72-c/Travel-The-World.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1604053015311107771.post-4001080059702905396</id><published>2010-06-17T10:45:00.000+01:00</published><updated>2010-06-17T10:45:00.316+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ansiedade'/><title type='text'>ORIGEM DAS CRISES DE ANSIEDADE</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TBlVgt7F1XI/AAAAAAAABSA/XwP0-t1MxCc/s1600/fan20177561.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="267" src="http://3.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TBlVgt7F1XI/AAAAAAAABSA/XwP0-t1MxCc/s400/fan20177561.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;Sinto-me um bocadinho mal porque não sei como expressar isto... tenho andado a ter ataques de pânico/ansiedade porque simplesmente quando penso em desaparecer, ou penso na morte, tenho imediatamente uma crise. Qualquer coisa as despoleta e já me aconteceu ir a conduzir e ter uma crise. Há cerca de um ano o meu médico de fámilia receitou-me uns ansioliticos e andei muito bem mesmo, mas gostava de chegar ao cerne da questão, do porquê de ter estes ataques. Por norma, para me acalmar, ligo ao meu marido (que trabalha à noite pelo que estou sozinha quando tenho as crises) e ele sabe que nestas alturas tem de falar das coisas mais banais para me acalmar. Resulta mas gostava de saber o porquê destas crises. Os sintomas são: aceleração da pulsação, dificuldade em respirar, em pensar e em mexer-me e tonturas. Pode ajudar-me por favor?&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;C.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;As crises de ansiedade são muito mais frequentes do que possa imaginar - atingem homens e mulheres de todas as idades e de todas as classes sociais. Nalguns casos, a situação é gerida/ ultrapassada com celeridade e eficácia através de um simples telefonema, em que a pessoa tem oportunidade de conversar com alguém da sua confiança e consegue, assim, acalmar-se e retomar os seus afazares. Infelizmente, existem situações bastante mais difíceis, em que a pessoa chega a bloquear, mostrando-se incapaz sequer de fazer qualquer movimento. Independentemente da "forma" que estes episódios tomem, as crises de ansiedade são uma imensa fonte de angústia e podem limitar de forma séria o ritmo de vida do doente e da sua família.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Sendo a origem potencialmente diversa, existe, de um modo geral, algo em comum entre as pessoas que sofrem estes picos de ansiedade: a dificuldade em gerir as suas emoções mais negativas, nomeadamente a tristeza. O que acontece é que quando não reconhecemos e expressamos de forma clara a nossa tristeza, ela pode acumular-se e acabar por ser exteriorizada de forma explosiva através de sintomas físicos. É por isso que tantas vezes se confunde um ataque de pânico com um ataque do coração.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Como certamente compreenderá, cada pessoa terá o seu próprio percurso, as suas próprias vulnerabilidades, pelo que também o caminho em termos psicoterapêuticos é variável. De um modo geral, o tratamento envolve a combinação de medicação ansiolítica/ antidepressiva com Psicoterapia.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1604053015311107771-4001080059702905396?l=apsicologaresponde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/4001080059702905396'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/4001080059702905396'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apsicologaresponde.blogspot.com/2010/06/origem-das-crises-de-ansiedade.html' title='ORIGEM DAS CRISES DE ANSIEDADE'/><author><name>Cláudia Morais</name><uri>https://profiles.google.com/114522808266184403458</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-_agjL4wpQfg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAB0s/uQkbw7VAUbQ/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TBlVgt7F1XI/AAAAAAAABSA/XwP0-t1MxCc/s72-c/fan20177561.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1604053015311107771.post-8498038030631359539</id><published>2010-06-16T18:07:00.000+01:00</published><updated>2010-06-16T18:07:16.470+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mulher'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Amor'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Divórcio'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Família'/><title type='text'>A INFLUÊNCIA DA EX-MULHER</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TBkBSrHWwvI/AAAAAAAABRw/u0sgbE2ry48/s1600/29799.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="268" src="http://4.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TBkBSrHWwvI/AAAAAAAABRw/u0sgbE2ry48/s400/29799.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;Há mais de 1 ano que namoro com um rapaz espectacular. Acontece que ele é separado (não divorciado) e tem um filho pequeno. A ex-mulher não é uma pessoa normal. É agressiva, violenta e tem um temperamento explosivo. Já aconteceu ser violenta comigo. Mais tarde pediu-me desculpa mas notei uma certa falsidade na conversa. O problema foca-se essencialmente nela já que, não tendo família em Portugal, durante muito tempo o meu namorado e a família dele foram o seu amparo. Dois anos depois da separação (estiveram juntos 3 anos, primeiro em casa dos pais dele e depois em casa alugada), ele foi morar com os pais e ainda recebe cartas remetidas a ela em casa. Para além de ser super-dependente (pedir-lhe o carro emprestado, ligar-lhe para ele ir buscar gás etc, etc), não me parece que ele ou os pais dele (que eu adoro) lhe imponham os devidos limites. Um destes dias o pequeno ficou doente e ela foi lá para casa tomar conta dele. Quando lá chegámos à hora de almoço ela estava deitada na cama do meu namorado a dormir e o pequenote a brincar no quintal, ao frio. E não foi a primeira vez que isso aconteceu. Já fiz saber ao meu namorado que não me sinto confortável com o facto de, para além de ele não se decidir a iniciar o divórcio, nós tenhamos que aturar o mau feitio e dependência dela. Agora eu pergunto: Será que é normal o meu namorado não se decidir de uma vez e, para além de pedir o divórcio, começar a impor limites a certas situações? Tenho receio de que ele não se divorcie com medo que ela faça um escândalo e que peça a guarda do menino inteiramente para ela.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;S.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Compreendo perfeitamente o seu desconforto e estou naturalmente de acordo quanto à necessidade de se definir de forma mais clara os limites em relação à ex-mulher do seu namorado. Felicito-a por ser tão clara na manifestação das suas emoções e louvo o esforço que tem feito no sentido de mostrar ao seu namorado aquilo de que precisa. De resto, sugiro que evite expressões como "não é normal" e que procure centrar-se naquilo que sente. Por outro lado, e pegando na sua própria reflexão, parece-me importante questionar o seu companheiro acerca dos medos que o impedem de avançar para o pedido de divórcio e/ou para a definição clara das fronteiras. É possível que o afecto que o une ao filho aliado ao medo (irracional ou não) de perder a guarda do menino esteja na origem deste impasse. Se assim for, terão de conversar abertamente sobre aquilo que cada um pode fazer para que a situação seja resolvida. Caso contrário, correm o sério risco de se pressionarem mutuamente, contribuindo para a agudização do problema.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Lembre-se de que o seu namorado não é seu adversário. Pelo contrário, são ambos vítimas de uma situação desagradável mas com consequências diferentes para cada um. Procure ouvi-lo acerca do que o preocupa e tente perceber se há algo que dependa de si para que o seu namorado se sinta mais apto a dar alguns passos. Se o impasse se prolongar, conversem sobre a possibilidade de recorrerem à ajuda da mediação familiar, que serve precisamente para ajudar os adultos a garantir que o processo de separação seja construtivo e defenda os interesses das crianças.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1604053015311107771-8498038030631359539?l=apsicologaresponde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/8498038030631359539'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/8498038030631359539'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apsicologaresponde.blogspot.com/2010/06/influencia-da-ex-mulher.html' title='A INFLUÊNCIA DA EX-MULHER'/><author><name>Cláudia Morais</name><uri>https://profiles.google.com/114522808266184403458</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-_agjL4wpQfg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAB0s/uQkbw7VAUbQ/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TBkBSrHWwvI/AAAAAAAABRw/u0sgbE2ry48/s72-c/29799.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1604053015311107771.post-1112492292443981888</id><published>2010-06-08T15:23:00.000+01:00</published><updated>2010-06-08T15:23:34.770+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Amor'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Infidelidade'/><title type='text'>INFIDELIDADE DE LONGA DATA</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TA5SNsplCgI/AAAAAAAABRY/W5QMhD26kGE/s1600/couple+fighting+2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="282" src="http://4.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TA5SNsplCgI/AAAAAAAABRY/W5QMhD26kGE/s400/couple+fighting+2.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;Casei-me no início de 2005 com a namorada de há muito, tínhamos então 27 anos. Tudo ok, felizes. De vez em quando, uma discussão ou outra pela pouca abertura dela para o sexo e eu a pensar que ela não é muito dada a coisas 'fora do convencional'. Fomos pais no início de 2007. No final de 2009 chego a casa e ela, chorosa, diz-me que tinha beijado um par de vezes um indivíduo mais velho 30 anos do que ela, que eu sabia estar a trabalhar com ela e de quem já me tinha falado. Uns beijos, coisa pouca, ok, deixei passar, com dor, obviamente. Mas a história 'cheirava' mal pelo que insisti. Uma semana depois, contou-me o resto. Conheceram-se no final de 2003, encontravam-se de vez em quando e, quando havia oportunidade, trocavam mais do que beijos. Houve sexo um par de vezes, houve sexo oral não protegido umas poucas vezes, trocavam mensagens a roçar o hard core por telefone ou pelo chat, e eu na minha perfeita ignorância. Inclusive falaram-se quando fomos de lua-de-mel. Agora jura-me que não sabe explicar porquê, diz que estava fascinada por aquele indivíduo, que procurou uma experiência nova no início e que depois se descontrolou. Diz que me ama, que sempre o fez, que não sabe explicar como é que isto pode acontecer. Que sente nojo e vergonha quando se vê ao espelho. E eu, que amo esta mulher, que em público tem uma imagem de respeitável esposa, filha, mãe, amiga, e em segredo se portou como uma femme fatale fria, estou aqui, entre a espada e a parede, indeciso entre o meu coração e o meu orgulho...&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;D.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;A revelação de uma infidelidade representa quase sempre um choque emocional, independentemente dos detalhes de cada história. Neste caso, o facto de se tratar de uma relação extraconjugal de longa data, com os contornos que descreveu, indicia algum envolvimento emocional, pelo que acredito que o seu sofrimento seja ainda maior. É absolutamente legítimo que se sinta perdido e que até tenha dúvidas em relação aos seus sentimentos - tudo isso é expectável e natural. É preciso algum tempo para que a poeira assente e a confusão mental dê lugar a alguma estruturação. Mesmo que não se sinta seguro dos passos que deve dar, ou dos passos que é capaz de dar, importa que possa avaliar aquilo que ainda sente pela sua mulher, para que assim possa determinar se está ou não disposto a voltar a investir no seu casamento. Acredito que a sua mulher o ame e que esteja também a sofrer muito com esta revelação. De resto, o facto de trabalhar diariamente com casais que viveram a experiência da infidelidade faz com que eu tenha a obrigação de perceber que se trata de um processo em que todos sofrem e em que nem sempre é fácil responder aos porquês.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Sem querer ferir a sua susceptibilidade, e reconhecendo que a infidelidade não é um comportamento que dignifique ninguém, devo chamar a atenção para o facto de a traição representar, acima de tudo, a ponta do icebergue, já que existem quase sempre dificuldades conjugais antigas que abrem espaço ao aparecimento de uma terceira pessoa. Reconstruir um casamento na sucessão de uma infidelidade implica ser capaz de olhar em retrospectiva e identificar os erros cometidos por ambos. Trata-se de um processo difícil, mas compensador.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1604053015311107771-1112492292443981888?l=apsicologaresponde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/1112492292443981888'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/1112492292443981888'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apsicologaresponde.blogspot.com/2010/06/infidelidade-de-longa-data.html' title='INFIDELIDADE DE LONGA DATA'/><author><name>Cláudia Morais</name><uri>https://profiles.google.com/114522808266184403458</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-_agjL4wpQfg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAB0s/uQkbw7VAUbQ/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TA5SNsplCgI/AAAAAAAABRY/W5QMhD26kGE/s72-c/couple+fighting+2.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1604053015311107771.post-5460360480974406393</id><published>2010-06-07T17:55:00.000+01:00</published><updated>2010-06-07T17:55:06.083+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Amor'/><title type='text'>NAMORADO PEDIU UM TEMPO</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TA0kTke4N-I/AAAAAAAABRI/Az2POFLRvg8/s1600/fighting-couple.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="266" src="http://2.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TA0kTke4N-I/AAAAAAAABRI/Az2POFLRvg8/s400/fighting-couple.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;Namoro há cerca de três anos e sou vizinha do meu namorado. A nossa relação já está assumida há muito tempo perante as nossas famílias e amigos, sempre nos demos bem mas, há cerca de um ano, ele deixou de dar-me atenção e eu passei a procurar outras actividades para abstraír-me disso. Comecei a sair mais com os meus amigos, cheguei a ir de viagem com eles várias vezes, e deixava o meu namorado aqui. Acontece que, durante este ano, nunca conversámos com calma, fomos acumulando os problemas e, há cerca de uma semana, uma discussão foi o suficiente para que ele me pedisse um tempo para pensar. Não terminámos a relação e eu tenho feito o que posso para conseguir estar com ele. Nada aconteceu durante seis dias, até que nos envolvemos sexualmente. Desde aí, faz dois dias que não estamos juntos. Já tivemos uma conversa séria (e foi depois dessa conversa que nos envolvemos) e ele disse que me ama, mas que eu mudei muito e que não sabe se quer continuar assim. Eu reconheço que errei em várias coisas e nem sequer reparei nisso na altura, reconheço também que mudei (para pior), mas sei que posso alterar o meu comportamento e que tenho capacidade de fazê-lo feliz. Agora não sei o que fazer. Há quem me diga para insistir com ele e tentar estar sempre por perto, para que ele perceba que gosta da minha companhia, e há quem me diga para deixar que seja ele a vir ter comigo e a telefonar-me, porque só assim sentirá a minha falta. Estou a sofrer muito, porque gosto muito dele e sei que podemos ser felizes, só preciso que ele me dê uma hipótese. O que é que faço agora?&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;J.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Manter uma relação amorosa é dos desafios mais difíceis que podem existir. Ao fim de algum tempo, corremos o risco de nos acomodarmos, comprometendo o bem-estar conjugal e o futuro da relação. Se, a partir do momento em que começam a surgir as primeiras dificuldades, nos voltarmos para fora da relação, numa espécie de braço-de-ferro, à espera que o outro leia o nosso pensamento, compreenda a nossa frustração e, por isso, venha ao encontro das nossas necessidades, corremos o sério risco de esse braço-de-ferro se eternizar, contribuindo para o progressivo afastamento. Acredito que, a par das múltiplas tentativas que fez para estar com os seus amigos e mostrar ao seu namorado que também seria capaz de "viver" sem ele, tenha sofrido muito com a distância progressiva.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Ambos terão cometido erros, mas estes são reparáveis se ainda existir amor. Claro que o amor nem sempre chega, pelo que é preciso reconhecer os erros do passado para que possam, se for esse o desejo de ambos, reconstruir a relação. Ora, aquilo que não funcionou no passado dificilmente funcionará agora. Se já antes optaram por guardar os vossos sentimentos, as vossas dores e insatisfações, impedindo que o outro fizesse alguma coisa, hoje é tempo de mudar. De que lhe valerá guardar para si o seu sofrimento e esperar que o seu namorado "sinta a sua falta"? Compensar-lhe-á muito mais ser capaz de assumir que sente a falta dele, mostrar-lhe que ele é importante para si e que este compromisso é uma prioridade sua. Só assim poderá exigir-lhe o mesmo, garantindo que a vossa relação estará sustentada em elevados níveis de intimidade emocional.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1604053015311107771-5460360480974406393?l=apsicologaresponde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/5460360480974406393'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/5460360480974406393'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apsicologaresponde.blogspot.com/2010/06/namorado-pediu-um-tempo.html' title='NAMORADO PEDIU UM TEMPO'/><author><name>Cláudia Morais</name><uri>https://profiles.google.com/114522808266184403458</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-_agjL4wpQfg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAB0s/uQkbw7VAUbQ/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TA0kTke4N-I/AAAAAAAABRI/Az2POFLRvg8/s72-c/fighting-couple.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1604053015311107771.post-8935355908994127710</id><published>2010-06-02T10:26:00.000+01:00</published><updated>2010-06-02T10:26:00.082+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Amor'/><title type='text'>RECUSA APRESENTAR A NAMORADA À FAMÍLIA</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TAV8r0vYNkI/AAAAAAAABQ4/FAUcRNRuy3g/s1600/break+up.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="306" src="http://3.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TAV8r0vYNkI/AAAAAAAABQ4/FAUcRNRuy3g/s400/break+up.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;Tenho 21 anos e namorava há 3 com um rapaz. A nossa relação sempre foi muito atribulada, no início por causa de uma ex-namorada dele e depois porque durante toda a relação me colocou de lado nas suas coisas, como família e amigos. Era como se eu não existisse e chateávamo-nos muitas vezes. Logo de início assumi tudo - ele foi apresentado à minha familia e amigos. Íamos agora fazer 3 anos e comentei com ele que após tanto tempo gostava de ser apresentada e ele negou e preferiu terminar comigo. Sinto-me usada e magoada. Depois de tanto tempo a lutar por uma coisa em que acreditava fui deitada fora como lixo só porque ele não quis que eu fosse apresentada. Não entendo isto nem sem sei como ultrapassar.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;D.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Percebo perfeitamente por que se sente triste e usada. Aquilo que se espera ao fim de algum tempo de namoro é que ambos queiram assumir o seu amor, apresentando-o à família e aos amigos. Infelizmente, conheço vários casos em que isso não acontece, sobretudo porque existe uma entrega diferente do outro lado.O facto de o seu namorado a colocar em segundo plano tê-la-á magoado muito com certeza. Independentemente dos motivos que o terão levado a optar por este aparente desprendimento, compete-lhe a si cuidar das suas necessidades, mesmo que isso implique, como agora, uma ruptura. Três anos é muito tempo para continuar a dar sem receber na mesma medida, pelo que acredito que tomou a decisão certa, mesmo que agora esteja a sofrer. Às vezes é preciso passar por estes momentos difíceis para que possamos dar-nos o merecido valor. Tudo passa nesta vida e a sua dor também vai passar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1604053015311107771-8935355908994127710?l=apsicologaresponde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/8935355908994127710'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/8935355908994127710'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apsicologaresponde.blogspot.com/2010/06/recusa-apresentar-namorada-familia.html' title='RECUSA APRESENTAR A NAMORADA À FAMÍLIA'/><author><name>Cláudia Morais</name><uri>https://profiles.google.com/114522808266184403458</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-_agjL4wpQfg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAB0s/uQkbw7VAUbQ/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TAV8r0vYNkI/AAAAAAAABQ4/FAUcRNRuy3g/s72-c/break+up.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1604053015311107771.post-2011659262220940194</id><published>2010-06-01T17:22:00.000+01:00</published><updated>2010-06-01T17:22:44.604+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Amor'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ciúme'/><title type='text'>SALVAR UM CASAMENTO DE 4 MESES</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TAUzqCKfruI/AAAAAAAABQw/H8Dm_7h0wpE/s1600/young-couple-back-to-back.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="266" src="http://3.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TAUzqCKfruI/AAAAAAAABQw/H8Dm_7h0wpE/s400/young-couple-back-to-back.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;Tenho 24 anos e a minha mulher tem 20. Nós estamos casados há cerca de 4 meses e vivemos juntos há 3 anos, desde que ela fugiu de casa. Estivemos em Portugal, depois fomos trabalhar para fora e agora estamos novamente em casa dos pais dela. Desde que chegámos eu senti receio de a qualquer momento poder ficar sem ela. Sempre fui dado a problemas e sempre soube que a estabilidade emocional me podia dar a confiança para ser uma pessoa íntegra mas quando chegámos  ela comecou a utilizar muito a Internet e a trocar mensagens com outros rapazes. Agora acalmou, até porque eu dava conta dos passos dela. Comecei a falar também com amigas minhas para ela ver de que forma me estava a magoar. Agora trabalhamos os dois mas temos horários opostos. Eu passo metade do dia sem ela e ela sem mim. Temos brincadeiras normais de um casal, às vezes criticamo-nos com nomes menos próprios, falamos à noite sobre o nosso dia... Mas eu noto que há falta de diálogo entre nós. Gostava de saber se há forma de sustentar esta relação de 3 anos dando-lhe um novo impulso. Eu não quero desistir, mas às vezes sinto-me obrigado a isso pois sei que ainda somos muito jovens e ainda temos muito pela frente. Nós já passámos por bastante. Ela fugiu de casa, fomos juntos para outro país, ela passou por 2 abortos. Será que isso a mantém de alguma forma apegada a mim? De que forma é que isso influencia uma relação? Há forma de salvar o nosso tão recente casamento?&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;H.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Sendo, de facto, ambos muito jovens, são muitas as provas por que já passaram juntos e esses eventos compõem a vossa história de amor. Nada une mais um casal do que a vontade de vencerem juntos uma batalha. Pelo que percebi, não enfrentam hoje qualquer obstáculo concreto, pelo que é tempo de pensar, finalmente, nos projectos e sonhos que gostariam de concretizar - quer a dois, quer individualmente. Não sendo fácil nos dias de hoje manter uma relação duradoura, também não é impossível. Para além do amor que obviamente os une é importante que ambos se esforcem no sentido de continuar a investir activamente nesta relação. Como? Por exemplo, continuando a alimentar o conhecimento mútuo através das conversas que procuram manter no final do dia. Mais do que falar sobre a relação, é importante que sejam capazes de falar sobre o mundo de cada um, sobre as experiências por que passaram ao longo do dia de trabalho, sobre os novos interesses que vão surgindo e sobre as batalhas individuais. Desse conhecimento mútuo deve resultar a capacidade para ir ao encontro das necessidades do outro, tentando agradar, tentando surpreender. Claro que isso requer investimento afectivo, disciplina e cedências. E aqui entra em "jogo" uma competência fundamental em qualquer casamento: a capacidade para aceitar o outro tal como ele é, sem que isso implique que haja uma anulação das próprias necessidades. Dar a conhecer aquilo que precisa que a sua mulher lhe dê para que se sinta seguro nesta relação é tão importante quanto conhecer os limites dela. Do mesmo modo, importa que seja capaz de mostrar regularmente a importância que a sua mulher tem na sua vida, fazendo com que ela se sinta especial. Não existem almas gémeas e é natural que ainda tenham de enfrentar conflitos sérios. Mas desses conflitos poderão resultar aprendizagens importantes, desde que ambos sejam capazes de reconhecer a importância deste casamento.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1604053015311107771-2011659262220940194?l=apsicologaresponde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/2011659262220940194'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/2011659262220940194'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apsicologaresponde.blogspot.com/2010/06/salvar-um-casamento-de-4-meses.html' title='SALVAR UM CASAMENTO DE 4 MESES'/><author><name>Cláudia Morais</name><uri>https://profiles.google.com/114522808266184403458</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-_agjL4wpQfg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAB0s/uQkbw7VAUbQ/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TAUzqCKfruI/AAAAAAAABQw/H8Dm_7h0wpE/s72-c/young-couple-back-to-back.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1604053015311107771.post-2299794478244373308</id><published>2010-05-31T10:56:00.000+01:00</published><updated>2010-05-31T10:56:01.121+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Doença e Morte'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Família'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Depressão'/><title type='text'>LUTO PATOLÓGICO</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TALuuK1cW6I/AAAAAAAABQg/rQzXZya1cSQ/s1600/Old-depressed-woman-being-consoled-KC5001-44.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="252" src="http://1.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TALuuK1cW6I/AAAAAAAABQg/rQzXZya1cSQ/s400/Old-depressed-woman-being-consoled-KC5001-44.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;A minha mãe sofreu a perda do meu pai há 43 anos. Já casou segunda vez, mas até hoje vive o luto e o sofrimento porque passou, arrastando toda a família com ela. Desde essa altura tudo é visto negativamente, apesar de já ter passado tanto tempo. A vida mudou mas ela continua num mundo sempre negativo. Já não sei o que fazer, nem como ajudar, porque também eu vivi sempre nesse ambiente e é horrivel para quem está à volta. Pensei ir a uma consulta de hipnoterapia, regressão, etc. Como pode ela ultrapassar o luto e passar a olhar para a VIDA?&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;A.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Embora desconheça as especificidades da sua situação familiar, e reconheça que o luto patológico consiste precisamente na incapacidade de ultrapassar a perda, creio que é mais importante centrar-se nas suas "queixas" do que no rótulo propriamente dito. Falar sobre a necessidade de "seguir em frente" ou sobre o facto de "não ser normal estar há tanto tempo em luto" não promoverá qualquer mudança. A sua mãe está com certeza a sofrer e isso implica que a leitora e o resto da sua família também sofram. Ora, do meu ponto de vista, fará mais sentido que dê voz à sua própria tristeza e ao sofrimento que lhe causa a inacção da sua mãe. Procure explicar-lhe que, se nada for feito, a leitora dificilmente conseguirá ser feliz. Proponha-lhe que procure ajuda, para que, através de um profissional especializado, a tristeza que agora domina as relações familiares possa dar lugar à harmonia real. É possível que a perda do seu pai tenha dado origem a uma depressão que, não sendo devidamente tratada, ter-se-á arrastado ao longo de tanto tempo. Mas isso não quer dizer que a sua mãe (e a leitora) devam aceitar esta situação como permanente. Há diversos tipos de ajuda ao vosso alcance e que vão desde uma primeira conversa com o médico de família até uma consulta com um psicólogo ou terapeuta familiar. A sua mãe poderá sentir-se mais confortável se for acompanhada pelos restantes membros da família a uma consulta onde se possa explorar o mal-estar de cada um, mas também é possível que prefira dar os primeiros passos sozinha. O importante é que não desista.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1604053015311107771-2299794478244373308?l=apsicologaresponde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/2299794478244373308'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/2299794478244373308'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apsicologaresponde.blogspot.com/2010/05/luto-patologico.html' title='LUTO PATOLÓGICO'/><author><name>Cláudia Morais</name><uri>https://profiles.google.com/114522808266184403458</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-_agjL4wpQfg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAB0s/uQkbw7VAUbQ/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/TALuuK1cW6I/AAAAAAAABQg/rQzXZya1cSQ/s72-c/Old-depressed-woman-being-consoled-KC5001-44.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1604053015311107771.post-7179587011525346251</id><published>2010-05-26T10:48:00.000+01:00</published><updated>2010-05-26T10:48:00.036+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ansiedade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Amor'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Depressão'/><title type='text'>OBCECADO POR UM AMOR DO PASSADO</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/S_r2fQ5DLuI/AAAAAAAABQI/XMqqXHWNrJc/s1600/Man-and-Suitcase.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="265" src="http://1.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/S_r2fQ5DLuI/AAAAAAAABQI/XMqqXHWNrJc/s400/Man-and-Suitcase.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;Tenho 23 anos e vivo obcecado por um grande amor do passado. Sou homossexual e conheci um rapaz há algum tempo. Na altura em que andava com ele não dava a devida importância à nossa relação. Estivemos pouco tempo juntos. Separámo-nos fisicamente, pois ele teve de emigrar, e desde essa altura não houve um único dia em que não pensasse nele. Já se passaram 3 anos e meio, e ainda fico preso a hipotéticos sonhos de emigrar também, ir ter com ele, viver com ele. Mas fazê-lo, de livre vontade, seria um tiro no escuro, já que ele não sabe do que realmente ainda sinto por ele, e ao contar-lhe arriscar-me-ia a perder o seu contacto, pois ele também merece ser feliz com a vida dele. Nem sei se o sentimento é recíproco... Além disso, se emigrasse, isso seria um choque enorme para a minha família e amigos, por desconhecerem e não saberem da minha situação. Já tentei várias vezes esquecê-lo, envolvendo-me com outras pessoas... Mas não resulta. Já pensei várias vezes em viajar para ter uma conversa sincera com ele... Mas o facto é que ainda não tive condições para tal, pois ainda sou muito jovem e vivo sob a guarda dos meus pais. O meu maior medo é que este amor, obsessivo, me leve a não avançar noutras relações. Já passei por um longo processo de alteração de imagem, incluindo cirurgia plástica (por ter baixa auto-estima) e julgar-me inferior nas relações, e com o hipotético sonho de um dia chegar ao pé dele, e ele poder sentir o mesmo que eu sinto por ele. Já perdi muitos anos de estudo com esse processo. Gostaria de saber se há uma solução. Se é possível esquecer-se um grande amor, sem perder o contacto dessa pessoa. Se fará sentido esperar que o tempo passe (já lá vão 3 longos anos) ou se devo esperar pela minha independência e lutar por esse amor.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;P.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Quase todas as pessoas, independentemente de estarem ou não numa relação, são capazes de identificar grandes amores no seu passado, sem que isso implique que se sintam angustiadas ou sequer as impeça de fazer planos. O facto de se sentir preso a esta relação pode ter pouco a ver com a pessoa em causa, estando mais relacionado com as dificuldades a que se refere em termos de auto-estima e segurança emocional. Acredito que tenha amado profundamente este rapaz e que se sinta infeliz porque a relação não perdurou, pelo que me parece natural que tenha ainda algo a dizer e até que deseje fazê-lo pessoalmente. No entanto, muito tempo passou e esta hipótese acaba por tornar-se menos ajustada, já que existe uma forte probabilidade de a outra pessoa ter seguido em frente. Talvez valha a pena exteriorizar a sua dor através da escrita - a terapia narrativa, que não é mais do que o recurso a cartas, diários e outros registos que nos permitam deitar cá para fora os nossos sentimentos, pode ser efectivamente útil à estruturação dos seus pensamentos e emoções. Escrever uma carta que jamais será entregue pode ser libertador, funcionando como uma ponte para que o luto da relação fique completo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Por outro lado, e em função de tudo o que descreveu, parece-me importante que possa investir em si, no seu autoconhecimento e na sua valorização emocional, mais do que na resolução de questões específicas relacionadas com a auto-imagem. Investir nas suas amizades, nas pessoas que gostam de si e, porventura, recorrer à Psicoterapia são passos que o o ajudarão a aproximar-se daquilo que quer ser.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1604053015311107771-7179587011525346251?l=apsicologaresponde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/7179587011525346251'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/7179587011525346251'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apsicologaresponde.blogspot.com/2010/05/obcecado-por-um-amor-do-passado.html' title='OBCECADO POR UM AMOR DO PASSADO'/><author><name>Cláudia Morais</name><uri>https://profiles.google.com/114522808266184403458</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-_agjL4wpQfg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAB0s/uQkbw7VAUbQ/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/S_r2fQ5DLuI/AAAAAAAABQI/XMqqXHWNrJc/s72-c/Man-and-Suitcase.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1604053015311107771.post-1794317481598354218</id><published>2010-05-25T10:36:00.001+01:00</published><updated>2010-05-25T10:36:00.397+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fobias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ansiedade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Doença e Morte'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Depressão'/><title type='text'>PREOCUPAÇÃO EXCESSIVA COM DOENÇAS</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/S_r3DJWGtTI/AAAAAAAABQQ/_BrZZkNkRJw/s1600/420kirk-420x0.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="285" src="http://3.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/S_r3DJWGtTI/AAAAAAAABQQ/_BrZZkNkRJw/s400/420kirk-420x0.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;Tive uma crise de ansiedade há uns meses porque pensava que tinha uma série de doenças. Fui a uma psicóloga porque já nao aguentava e foi ela que me disse o que era, a partir dos sintomas que eu apresentava. Antes disso fiz uma bateria de exames e estava sempre tudo bem comigo, mas eu nunca me convencia e então eu fui a um psiquiatra e ele disse o mesmo que a psicóloga e receitou-me um medicamento durante mais ou menos 3 meses mas não me mandou fazer desmame. Passado esse tempo voltei a ter preocupações desta natureza e agora sinto uns sintomas esquisitos como espasmos musculares, dores ósseas,  principalmente nas articulações, dores no peito e já começo a pensar que tenho para aí um cancro nos ossos. Até porque a doença que mais me aterroriza é o cancro. O que é que eu tenho, será outra crise? Que sintomas são estes?&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;J.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Os sinais e sintomas associados aos transtornos de ansiedade são potencialmente incapacitantes, já que o medo exacerbado quando não é tratado condiciona cada vez mais a realização de tarefas simples do quotidiano. A hipocondria - medo de doenças ou de adoecer - é um transtorno relativamente comum que merece um acompanhamento especializado. De um modo geral, é através da combinação de medicação antidepressiva, ansiolítica e acompanhamento psicoterapêutico que se consegue resultados mais rápidos e consistentes. Compete ao seu médico avaliar o período durante o qual deverá tomar a respectiva medicação, mas é usual que haja uma avaliação a cada três meses (no mínimo). É possível que tenha havido alguns equívocos de comunicação que o levaram à interrupção prematura do fármaco que, de resto, acarreta quase sempre o risco de recaídas. Sugiro, por isso, que volte a ser consultado pelo médico psiquiatra e que retome as consultas com a sua psicóloga. Com o seu esforço e a sua determinação será capaz de recuperar o bem-estar e a tranquilidade.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1604053015311107771-1794317481598354218?l=apsicologaresponde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/1794317481598354218'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/1794317481598354218'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apsicologaresponde.blogspot.com/2010/05/preocupacao-excessiva-com-doencas.html' title='PREOCUPAÇÃO EXCESSIVA COM DOENÇAS'/><author><name>Cláudia Morais</name><uri>https://profiles.google.com/114522808266184403458</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-_agjL4wpQfg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAB0s/uQkbw7VAUbQ/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/S_r3DJWGtTI/AAAAAAAABQQ/_BrZZkNkRJw/s72-c/420kirk-420x0.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1604053015311107771.post-3327109694322879630</id><published>2010-05-24T11:14:00.000+01:00</published><updated>2010-05-24T11:14:00.268+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ansiedade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Depressão'/><title type='text'>MAL-ESTAR SEM EXPLICAÇÃO: ANSIEDADE</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/S_mdbR2eguI/AAAAAAAABPo/MqYxk24eC5A/s1600/anxiety-paul-bradbury.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="297" src="http://3.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/S_mdbR2eguI/AAAAAAAABPo/MqYxk24eC5A/s400/anxiety-paul-bradbury.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;Há alguns anos quando frequentava a faculdade comecei a sentir-me com mal-estar sem explicação aparente (a não ser o facto de uma grande amiga ter tido um acidente de carro e, como acompanhei bem de perto o caso dela, deixou-me bastante mal). Recorri ao médico pensando que poderia ter algum problema físico, mas após todos os exames feitos a resposta foi: ANSIEDADE. Comecei por tentar viver com este mal-estar (mãos a suar; coração a bater aceleradamente; sensação de desmaio; vontade de desaparecer). A médica recomendou-me tomar SEDOXIL 2 vezes por dia mas como eu não me sinto assim permanentemente, só os tomo quando estou perante situações que me deixam mais ansiosa. O facto é que há alturas em que sem tomar nada ando sempre bem disposta e até me parece que tenho uma vida normal. Por outro lado, tenho fases em que me apetece desaparecer ou até mesmo morrer porque não consigo viver com estes sintomas. Escusado será dizer que isto me acarreta graves problemas a nível profissional, emocional e até relacional. Será que algum dia isto vai acabar?&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;S.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Cada pessoa avaliará de forma precisa os seus próprios níveis de ansiedade, bem como a capacidade para gerir o mal-estar que daí resulta. Independentemente desta auto-avaliação, podemos e devemos fazer o que está ao nosso alcance para que nos sintamos melhor - e isso inclui usar os recursos da ajuda especializada.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Não sei se o facto de ter acompanhado de perto o acidente da sua amiga está ou não na origem das suas dificuldades mas parece-me evidente que os sintomas que a levaram a pedir ajuda médica ainda não desapareceram. Compreendo por que é que decidiu tomar a medicação que lhe foi prescrita apenas em SOS. Afinal, a sintomatologia que descreve não estava sempre presente. Contudo, a confiança na sua médica deve implicar que lhe coloque todas as questões a respeito dos medicamentos a tomar e a rigorosa aplicação daquilo que lhe foi proposto. Se é verdade que cada pessoa é a principal cuidadora de si mesma, também é verdade que só os médicos podem determinar como e quando devemos deixar de tomar um medicamento, sob pena de a auto-gestão implicar riscos acrescidos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Sugiro que converse abertamente com a sua médica e que equacione a possibilidade de fazer um tratamento regrado que, nestas situações, implica quase sempre a combinação de medicação ansiolítica/ antidepressiva e Psicoterapia.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Não há razões para sofrer sozinha. Estas são dificuldades partilhadas por milhões de pessoas em todo o mundo e que não têm nada a ver com a força de cada um. Trata-se de transtornos que podem e devem ser tratados.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1604053015311107771-3327109694322879630?l=apsicologaresponde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/3327109694322879630'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/3327109694322879630'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apsicologaresponde.blogspot.com/2010/05/mal-estar-sem-explicacao-ansiedade.html' title='MAL-ESTAR SEM EXPLICAÇÃO: ANSIEDADE'/><author><name>Cláudia Morais</name><uri>https://profiles.google.com/114522808266184403458</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-_agjL4wpQfg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAB0s/uQkbw7VAUbQ/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/S_mdbR2eguI/AAAAAAAABPo/MqYxk24eC5A/s72-c/anxiety-paul-bradbury.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1604053015311107771.post-6447225373735865511</id><published>2010-05-21T10:10:00.000+01:00</published><updated>2010-05-21T10:10:00.301+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Amor'/><title type='text'>NUNCA TIVE UM NAMORADO</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/S_XR_uZ6WmI/AAAAAAAABPY/FEC9cNGa5mo/s1600/black-female-teen-texting.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="301" src="http://4.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/S_XR_uZ6WmI/AAAAAAAABPY/FEC9cNGa5mo/s400/black-female-teen-texting.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;Tenho 19 anos (quase a completar 20) e nunca tive um namorado e muito menos sei o que é um beijo. Não é por falta de vontade própria ou de desejo mas sim porque talvez não tenha sido feita para ser amada por alguém, ou porque sou mesmo azarada no amor... não sei. Anteriormente tinha muita auto-estima e confiança em mim, mas agora isso desapareceu desde que fiquei sem o meu cabelo (não querendo entar em muitos detalhes sobre isso agora). Sou africana e o cabelo é das belezas e riquezas mais importantes que uma rapriga pode trazer de herança. Sei que posso ser vista como uma pessoa fútil, etc. Mas o facto é que a minha imagem era a única razão sustentável da minha confiança. Na minha adolescência dos 10 aos 14, 15 era gozada na escola pela minha aparência, por ser gordinha e feia. Até atingir alguma maturidade e conseguir criar a minha própria personalidade e modificar a minha imagem. Havia passado de patinho-feio a cisne. Mas nem mesmo a minha mudança de aparência foi suficiente para despertar o interesse dos rapazes. Apenas recebia elogios do sexo oposto, mas nunca obtive um único pedido de namoro. Nunca saio de casa desarranjada. Saio para festas, discotecas, enfim, locais onde se pode conhecer novas pessoas, mas não tem dado resultado positivo. Agora sinto que regredi em tudo o que já me tinha tornado como pessoa, e sinto que a possibilidade de vir a namorar algum dia está a ficar cada vez mais limitada e reduzida. Não sei o que pensar. E estou farta de estar só. Hoje em dia até miúdas de 12 anos já namoram e eu sinto-me bastante frustada com isso. O que haverá de errado comigo afinal?&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;M.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;A adolescência é, de um modo geral, o período da vida em que surgem os primeiros amores. É também a altura em que os problemas tomam dimensões desproporcionais e em que as diferenças em relação aos amigos e colegas mais sobressaem. Apesar de quase todas as pessoas terem na sua bagagem emocional histórias de amores platónicos, amores não correspondidos, vazios afectivos e frustrações amorosas, só o tempo e o amadurecimento permite olhar para estes factos com discernimento. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Compreendo que se sinta triste e frustrada por não estar a viver uma história de amor. Acredite também que empatizo com as suas preocupações no que diz respeito à imagem. Não posso considerá-la uma pessoa fútil. Seria, aliás, hipócrita, considerar que a falta de cabelo é um problema que se encare com leveza. Não posso, no entanto, concordar com a ideia de que a sua imagem possa ser a única fonte de auto-estima e segurança. Estou certa de que existem muitos outros motivos de que possa orgulhar-se e que nada têm a ver com a sua imagem. De resto, nenhuma relação amorosa sobrevive apenas à conta da beleza. Se não for capaz de reconhecer as suas qualidades, de apreciar as suas competências, como é que os outros a poderão valorizar?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Faz muito bem em sair e tentar conhecer pessoas novas, mas é preciso que invista afectivamente nessas relações. Interessar-se genuinamente por aquilo que as outras pessoas dizem/ fazem aproximá-la-á dos seus amigos de uma forma diferente. Por outro lado, para que os outros possam interessar-se por aquilo que diz/ faz, é preciso que identifique os seus próprios gostos e objectivos. Já reparou que as pessoas mais seguras e interessantes são normalmente aquelas que lutam pelos seus objectivos e que investem realmente nas relações afectivas?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Quem sabe fazer e manter amizades acaba invariavelmente por encontrar o amor romântico. Aos 19 anos a espera pode parecer-lhe desesperante mas, garanto-lhe, mais cedo ou mais tarde viverá tudo aquilo a que tem direito.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1604053015311107771-6447225373735865511?l=apsicologaresponde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/6447225373735865511'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/6447225373735865511'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apsicologaresponde.blogspot.com/2010/05/nunca-tive-um-namorado.html' title='NUNCA TIVE UM NAMORADO'/><author><name>Cláudia Morais</name><uri>https://profiles.google.com/114522808266184403458</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-_agjL4wpQfg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAB0s/uQkbw7VAUbQ/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/S_XR_uZ6WmI/AAAAAAAABPY/FEC9cNGa5mo/s72-c/black-female-teen-texting.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1604053015311107771.post-5778029947101753675</id><published>2010-05-20T11:25:00.001+01:00</published><updated>2010-05-20T11:25:00.305+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Família'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Depressão'/><title type='text'>ESCONDER A DEPRESSÃO</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/S_SSrkjDA-I/AAAAAAAABPI/sqrU8ggWqUc/s1600/sad_woman_420jpg-420x0.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="258" src="http://4.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/S_SSrkjDA-I/AAAAAAAABPI/sqrU8ggWqUc/s400/sad_woman_420jpg-420x0.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;Tenho 19 anos e desde que entrei para a faculdade que estou com depressão (coisa que jamais imaginaria possivel acontecer comigo, por me conseguir ter tornado na rapariga que era até então: extrovertida, confiante, com projectos de vida e ambições planeadas). Hoje não me reconheço. Sinto-me fraca, não de uma forma física, mas "interiormente", como se me tivessem "roubado" a alma. O meu desempenho académico não tem sido dos melhores. Neste momento deveria prosseguir para o 2.º ano curricular mas ainda me vejo retida a completar as cadeiras semestrais que deixei por fazer. A minha auto-estima está em baixo, já tentei procurar apoio psicológico mas não sei a quem recorrer, por não ter a certeza se o devo fazer e também por ter medo de não ser levada a sério. Em casa acho que ninguém tem noção desta minha "situação". Não sei se eles (pais, irmão, irmãs) sabem e preferem não falar sobre isso, ou se simplesmente me ignoram e preferem não ver o que realmente se está a passar comigo??!! Ou talvez a culpa seja minha, por não demonstrar à frente de todos o quão deprimida estou, limitando-me a fazer e parecer ser a rapariga divertida e alegre que era antes. Sinceramente, não tenho com quem desabafar e por isso carrego este fardo sozinha, isolo-me em casa, arranjo desculpas para não ir às aulas, tranco-me no meu quarto e lá embebedo-me todas as noites para aliviar a minha solidão. Não sei mais o que fazer, pensava que por esta altura tudo isto já teria terminado, mas pelos vistos não foi bem assim... Já tive pensamentos suicidas todas as manhãs ao acordar, mas por outro lado nunca ponderei em vir mesmo a fazê-lo. Ainda me restam algumas "forças", ainda que poucas, para não ir mais além do que os simples pensamentos negativos como esses... Diga-me o que fazer ou apenas o que pensa de tudo isto? &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;C.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Apesar de os transtornos depressivos afectarem uma larga fatia da população, continua a vigorar alguma falta de informação acerca deste tipo de perturbações, o que acaba tantas vezes por comprometer os pedidos de ajuda. Não posso, como compreenderá, fazer qualquer diagnóstico por esta via, mas compete-me deixar-lhe algumas sugestões. Em primeiro lugar, e tal como acontece em relação à saúde física, é importante interiorizar que nós somos os primeiros cuidadores de nós mesmos. Compete a cada pessoa olhar para os sinais e sintomas que o corpo vai emitindo e, em função da sua intensidade, prolongamento e/ou injustificação, ser capaz de pedir ajuda especializada. Repare: se for subitamente acometida por uma intensa dor de cabeça, mesmo que desconheça a sua origem, dificilmente procurará ajuda médica, limitando-se a tomar um analgésico; mas se essa dor se prolongar e/ou se se intensificar, sem que haja uma causa conhecida, o mais prudente será consultar um médico e realizar alguns exames. Esta metáfora é aplicável à nossa saúde emocional - sendo absolutamente natural que cada pessoa atravesse períodos de maior cansaço, tristeza ou abatimento (nem sempre explicáveis), não será necessário pedir imediatamente ajuda a um psicólogo. Mas se, entretanto, estes sinais/ sintomas persistirem, comprometendo o bem-estar geral ou até a realização das tarefas quotidianas, é importante dar-lhes o devido valor.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Estar deprimido não tem nada a ver com a força interior de cada pessoa, pelo que não é saudável que escondamos a tristeza ou a ansiedade das pessoas que gostam de nós. Este retraimento acaba quase sempre por contribuir para a agudização do estado depressivo e para a sensação de desamparo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Comece por falar de forma clara e honesta sobre as suas emoções. Mesmo que não o faça com todas as pessoas, já será significativo se se sentir amparada por pessoas em quem confia e que gostam de si. Depois, aborde também esta questão junto do seu médico de família - pode parecer-lhe constrangedor, mas este é o primeiro passo para que possa sentir-se verdadeiramente compreendida e, eventualmente, possa ser acompanhada numa consulta de especialidade. Se preferir, pode recorrer directamente à ajuda de um psicólogo, que a ajudará a perceber e gerir melhor as suas dificuldades. O importante é que não se acomode a um estado de tristeza, nem se isole.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1604053015311107771-5778029947101753675?l=apsicologaresponde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/5778029947101753675'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/5778029947101753675'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apsicologaresponde.blogspot.com/2010/05/esconder-depressao.html' title='ESCONDER A DEPRESSÃO'/><author><name>Cláudia Morais</name><uri>https://profiles.google.com/114522808266184403458</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-_agjL4wpQfg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAB0s/uQkbw7VAUbQ/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/S_SSrkjDA-I/AAAAAAAABPI/sqrU8ggWqUc/s72-c/sad_woman_420jpg-420x0.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1604053015311107771.post-7187125886712009629</id><published>2010-05-11T10:37:00.000+01:00</published><updated>2010-05-11T10:37:00.098+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ansiedade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mulher'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Família'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Depressão'/><title type='text'>A DEPRESSÃO PÓS-PARTO PODE REAPARECER NUMA SEGUNDA GRAVIDEZ?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/S-io60NhepI/AAAAAAAABOI/p4CtpPpYRCg/s1600/PostPartum-Depression.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="245" src="http://3.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/S-io60NhepI/AAAAAAAABOI/p4CtpPpYRCg/s400/PostPartum-Depression.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;Eu tive uma depressão pós-parto grave, cheguei mesmo a ser internada. Agora a minha dúvida é se numa segunda gravidez pode voltar a acontecer.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;M.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;A depressão pós-parto pode surgir em mulheres sem qualquer histórico de depressão e é precisamente por isso que muitas mulheres são "apanhadas de surpresa" com o turbilhão de sentimentos associados a esta doença. Não existindo qualquer motivo para sofrer antecipadamente, creio que é natural que se preocupe com a possibilidade de voltar a viver estes sintomas. Não posso dar-lhe quaisquer garantias de que não volte a acontecer, mas posso dar-lhe duas boas notícias. A primeira diz respeito à ansiedade e ao stress inerentes a uma primeira gravidez, que estão muito menos presentes na altura do nascimento do segundo filho. Como provavelmente sabe, a elevação das expectativas também contribui para o aparecimento desta perturbação, pelo que, desta vez, tem a vantagem de poder contar com a experiência de já ter sido mãe. Por outro lado, mesmo que o cenário da depressão pós-parto volte a ser uma realidade, é provável que esteja bastante mais alerta para os primeiros sinais e sintomas, o que lhe permitirá recorrer à ajuda especializada mais cedo, evitando a agudização da doença.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1604053015311107771-7187125886712009629?l=apsicologaresponde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/7187125886712009629'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/7187125886712009629'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apsicologaresponde.blogspot.com/2010/05/depressao-pos-parto-pode-reaparecer.html' title='A DEPRESSÃO PÓS-PARTO PODE REAPARECER NUMA SEGUNDA GRAVIDEZ?'/><author><name>Cláudia Morais</name><uri>https://profiles.google.com/114522808266184403458</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-_agjL4wpQfg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAB0s/uQkbw7VAUbQ/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/S-io60NhepI/AAAAAAAABOI/p4CtpPpYRCg/s72-c/PostPartum-Depression.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1604053015311107771.post-2321718530061407906</id><published>2010-05-10T10:46:00.001+01:00</published><updated>2010-05-10T10:46:01.308+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Amor'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Infidelidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ciúme'/><title type='text'>TRAÍDA PELO HI5</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/S-dMUivTRlI/AAAAAAAABN4/UFpYTtdvOYw/s1600/ijunkie.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="265" src="http://3.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/S-dMUivTRlI/AAAAAAAABN4/UFpYTtdvOYw/s400/ijunkie.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;Vivo em união de facto há 9 anos, tenho duas filhas, uma de uma relação anterior, tenho 30 anos e o meu marido 28. Sempre pensei que tinha um marido perfeito, trabalhador, bom pai, não saía sem mim. Os nossos amigos são comuns e ele aparentemente nunca foi de dar muita conversa a ninguém. Ele é bonito e eu sempre fui algo ciumenta, mas não exageradamente, até que há mais ao menos três meses encontrei um Hi5 paralelo, sem fotografia, onde ele dizia que era solteiro e que pretendia conhecer mulheres. Até tinha um e-mail na página através do qual mantinha contacto com elas. Confrontei-o exaustivamente até que ele confessou que se encontrou com uma mas que não aconteceu nada. Fiquei de rastos, quase enlouqueci, vivia agarrada ao computador a tentar encontrar mais coisas, descobri que ele se inscrevia em tudo o que era redes sociais (Netlog, Meetic, Clube da Amizade, Boomclub e muitos mais, mas via-se que se inscrevia e que nunca mais lá ia, ou seja, não havia muito interesse. Agora consegui chegar à fala com mais uma das mulheres que me disse que foi almoçar com ele e nada mais. Confrontei-o novamente, só chora, diz que me ama e que foi só uma fase (tudo isto se passou em 2008), diz que nunca me traiu efectivamente, que para ele era um jogo e que foi só curiosidade. Mas eu estou de rastos, passo a vida a vasculhar o computador e sites à procura de vestígios. Quero continuar com ele mas sinto que tudo se desmoronou.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;A.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;A criação de uma conta no Hi5 ou em qualquer outra rede social pressupõe quase sempre a vontade de fazer novos contactos, conhecer outras pessoas. Quando este passo é dado de forma a que o cônjuge não tome conhecimento, mesmo que não haja vontade se ser infiel, a relação conjugal corre alguns riscos. É possível que os ciúmes a que se refere tenham contribuído para que o seu marido pudesse, de algum modo, sentir-se sufocado, buscando nestas ferramentas um escape. Acredito que o facto de ter descoberto estas contas e os encontros que terão ocorrido à sua revelia tenha abalado a sua confiança. Sentir-se-á legitimamente insegura e procura, através de buscas no computador do seu marido, "provas" que lhe permitam ter mais certezas. Permita-me, no entanto, dizer-lhe que conheço bem estes comportamentos "à detective", como lhes chamo, e sei o quão perigosos são - quer para a relação, quer para a sua auto-estima.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Mesmo que ainda lhe seja difícil encarar o problema de forma diferente, garanto-lhe que o restabelecimento da confiança depende mais do diálogo e dos compromissos que cada um for capaz de assumir do que de qualquer prova. Refiro-me à importância de cada um ser capaz de expressar sem medos aquilo de que precisa para se sentir amparado, mas também à manifestação clara daquilo que os insatisfaz e que tem contribuído para este afastamento. Bem sei que quando a confiança é abalada tudo parece desmoronar-se, mas lembre-se de que, se não forem capazes de dar resposta a estas dificuldades sozinhos, existe ajuda especializada a que podem recorrer.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1604053015311107771-2321718530061407906?l=apsicologaresponde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/2321718530061407906'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/2321718530061407906'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apsicologaresponde.blogspot.com/2010/05/traida-pelo-hi5.html' title='TRAÍDA PELO HI5'/><author><name>Cláudia Morais</name><uri>https://profiles.google.com/114522808266184403458</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-_agjL4wpQfg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAB0s/uQkbw7VAUbQ/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/S-dMUivTRlI/AAAAAAAABN4/UFpYTtdvOYw/s72-c/ijunkie.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1604053015311107771.post-781221785218138602</id><published>2010-05-05T17:19:00.000+01:00</published><updated>2010-05-05T17:19:42.332+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Família'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Depressão'/><title type='text'>A MELHOR FORMA DE TRATAR UMA DEPRESSÃO</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/S-Gah7M26gI/AAAAAAAABIc/RUNO76xhgHA/s1600/Sad+Woman%27s+Face.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="267" src="http://1.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/S-Gah7M26gI/AAAAAAAABIc/RUNO76xhgHA/s400/Sad+Woman%27s+Face.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;Venho pedir que me elucide acerca da melhor forma de tratamento de uma depressão. A minha mãe tem 57 anos e vive na província mas o aconselhamento que lhe tem sido dado não tem sido o mais adequado, na minha prespectiva. Infelizmente, vivo em Lisboa e não posso dar o apoio desejado para procurar e tentar ajudar a minha mãe. Ele já está a ser medicada há pelo menos 1 mês e eu sei que não é de um momento para o outro que se obtêm resultados positivos, mas ela não consegue dormir de noite nem de dia. Diz que só dorme no máximo 2 horas por noite e o resto são pesadelos. Pode aconselhar-me?&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;J.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;De um modo geral, a melhor forma de dar resposta a um transtorno depressivo será através da combinação da prescrição de medicação antidepressiva e ansiolítica com intervenção psicoterapêutica. Pelo que percebi, a sua mãe estará já a ser medicada. Apesar de desconhecer os medicamentos que está a tomar, devo dizer-lhe que são precisas 3 semanas para que o médico possa fazer uma primeira avaliação da medicação prescrita. Mas só ao fim de aproximadamente 6 semanas é possível observar-se mudanças concretas. Sugiro que converse com a sua mãe no sentido de esta poder abordar as dificuldades por que tem passado junto do médico que a acompanha. Só assim será possível avaliar se existe ou não viabilidade para se aplicarem alterações à medicação. Note que a prescrição deste tipo de fármacos não deve ser alheia ao histórico de cada doente e a elevação da dosagem pode ser desaconselhada do ponto de vista clínico.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Como não sei se a sua mãe está ou não a ser acompanhada por um psicólogo, reforço a importância desta ajuda. A intervenção psicoterapêutica é o espaço indicado para a reestruturação emocional que se pretende no tratamento da depressão.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1604053015311107771-781221785218138602?l=apsicologaresponde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/781221785218138602'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/781221785218138602'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apsicologaresponde.blogspot.com/2010/05/melhor-forma-de-tratar-uma-depressao.html' title='A MELHOR FORMA DE TRATAR UMA DEPRESSÃO'/><author><name>Cláudia Morais</name><uri>https://profiles.google.com/114522808266184403458</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-_agjL4wpQfg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAB0s/uQkbw7VAUbQ/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/S-Gah7M26gI/AAAAAAAABIc/RUNO76xhgHA/s72-c/Sad+Woman%27s+Face.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1604053015311107771.post-2200790442675360988</id><published>2010-05-04T13:09:00.000+01:00</published><updated>2010-05-04T13:09:19.164+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ansiedade'/><title type='text'>INFORMAÇÃO SOBRE CRISES DE ANSIEDADE</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/S-AOTAZaGZI/AAAAAAAABIM/0Gb55cA43Jc/s1600/100_1670.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="286" src="http://1.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/S-AOTAZaGZI/AAAAAAAABIM/0Gb55cA43Jc/s400/100_1670.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;Há 3 anos que sofro de crises de ansiedade. Já estive melhor e já tive recaídas. Neste momento vou voltar a fazer sessões de psicoterapia. Gostaria de saber se existe algum site ou instituição de apoio a pessoas com este problema. Eu lembro-me de que quando me disseram que tinha crises de ansiedade fui procurar na Internet o que era, e encontrei pouca informação. Hoje já se encontra mais, mas reparei que encontro, isso sim, muitas pessoas que sofrem também de crises de ansiedade e não sabem em que se apoiar... Há pessoas que já têm este problema há anos, dão o seu testemunho e tentam aconselhar, mas eu penso que isso deveria ser feito num site próprio para tal, em que pudéssemos trocar experiências com pessoas que já passaram pelo mesmo. Como não encontro nenhum site gostaria que me pudesse informar, pois penso que seria muito boa ideia criar um.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;S.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Tanto quanto sei, existem muitos fóruns de auto-ajuda mais ou menos espalhados pela Internet. Não conheço nenhum site fidedigno onde proliferem não apenas mensagens de apoio, mas dicas úteis na gestão destes transtornos. De resto, a verdade é que, apesar da boa vontade de muitos utilizadores, a Internet está cheia de recomendações pouco rigorosas e, nalguns casos, arriscadas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Fez bem em voltar ao acompanhamento psicoterapêutico que, acompanhado da prescrição de medicação adequada, é a melhor via para responder a esta perturbação ansiosa. Mas tão importante quanto pedir ajuda especializada será manter-se fiel ao tratamento. Infelizmente, algumas pessoas optam por abandonar a intervenção médica / psicológica aos primeiros sinais de melhorias, o que acaba por não ser consistente com as mudanças duradouras que se pretende.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1604053015311107771-2200790442675360988?l=apsicologaresponde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/2200790442675360988'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/2200790442675360988'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apsicologaresponde.blogspot.com/2010/05/informacao-sobre-crises-de-ansiedade.html' title='INFORMAÇÃO SOBRE CRISES DE ANSIEDADE'/><author><name>Cláudia Morais</name><uri>https://profiles.google.com/114522808266184403458</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-_agjL4wpQfg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAB0s/uQkbw7VAUbQ/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/S-AOTAZaGZI/AAAAAAAABIM/0Gb55cA43Jc/s72-c/100_1670.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1604053015311107771.post-1547145587525907094</id><published>2010-04-29T13:29:00.000+01:00</published><updated>2010-04-29T13:29:50.641+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Depressão'/><title type='text'>EFEITOS SECUNDÁRIOS DOS ANTIDEPRESSIVOS</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/S9l7e4eDfMI/AAAAAAAABH0/ydzPDLp0cbE/s1600/tired-man_1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="272" src="http://2.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/S9l7e4eDfMI/AAAAAAAABH0/ydzPDLp0cbE/s400/tired-man_1.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;Há 1 ano que me encontro a ser medicado com paroxetina e sinto-me sempre cansado e sem conseguir reagir ao mal-estar no meu dia-a-dia. Estou desempregado pois foi derivado a ter estado a trabalhar num péssimo ambiente de trabalho que comecei a ter crises de ansiedade e encontro-me com grandes dificuldades para conseguir reagir às exigências que actualmente as entidades patronais têm com os seus funcionários. Será que eu vou conseguir reagir a curto prazo, uma vez que desde que estou a ser medicado ando constantemente cansado e sonolento? E o periodo de recuperação será demorado? Haverá estimativas de tempo de recuperação? Eu tenho um filho que sofre de paralisia profunda desde que nasceu, o que me tem complicado as possibilidades de poder cumprir com horários de trabalho, no entanto, preciso de trabalhar para fazer face às despesas e a bola de neve é cada vez maior...&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;J.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;A paroxetina é o fármaco mais comummente utilizado no tratamento (farmacológico) das crises de ansiedade. Claro que há pessoas que respondem melhor do que outras à medicação - com mudanças mais ou menos céleres; com mais ou menos efeitos secundários. Compreendo que não seja fácil conviver com o lado menos positivo da medicação, mas, se estes efeitos secundários forem geríveis, garanto-lhe que compensa manter-se fiel ao tratamento. Em alternativa, pode conversar com o médico que lhe prescreveu a paroxetina para que equacionem, juntos, as vantagens de se alterar a medicação. Ainda assim, importa que considere que outros medicamentos poderão implicar outros efeitos secundários. De qualquer modo, o seu médico esclarecê-lo-á acerca das alternativas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;A par deste tratamento, seria desejável que pudesse recorrer à Psicoterapia - não só porque aceleraria as mudanças desejadas, mas sobretudo porque essa é a via mais ajustada para que possa dotar-se de novas competências, que lhe permitam voltar a sentir-se seguro e emocionalmente estável, sem depender de fármacos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1604053015311107771-1547145587525907094?l=apsicologaresponde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/1547145587525907094'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/1547145587525907094'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apsicologaresponde.blogspot.com/2010/04/efeitos-secundarios-dos-antidepressivos.html' title='EFEITOS SECUNDÁRIOS DOS ANTIDEPRESSIVOS'/><author><name>Cláudia Morais</name><uri>https://profiles.google.com/114522808266184403458</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-_agjL4wpQfg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAB0s/uQkbw7VAUbQ/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/S9l7e4eDfMI/AAAAAAAABH0/ydzPDLp0cbE/s72-c/tired-man_1.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1604053015311107771.post-3934458050975220493</id><published>2010-04-28T17:51:00.000+01:00</published><updated>2010-04-28T17:51:45.046+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Amor'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Divórcio'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ciúme'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Depressão'/><title type='text'>DIVÓRCIO E ARREPENDIMENTO</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/S9hnRb7YjDI/AAAAAAAABHo/5RP2jBAWCKw/s1600/Couple1.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://3.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/S9hnRb7YjDI/AAAAAAAABHo/5RP2jBAWCKw/s400/Couple1.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;Divorciei-me há um ano e dei conta do erro que cometi. Tenho 53 anos e estava casada há 36. Já lhe pedi para voltar, não o quero pressionar mas também tenho medo de o perder. O que devo fazer? Estou a entrar em depressão e tenho muitos ciúmes. Dou comigo a pensar "Onde está?", "Com quem está?"... Sinto-me insegura.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;I.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;O divórcio é uma etapa do ciclo de vida que envolve emoções muito intensas - tristeza, angústia, ansiedade, desespero, luto. Por vezes, o divórcio emocional acontece muito antes do passo oficial, o que faz com que a assinatura dos papéis e a ruptura definitiva não sejam tão penosas. Mas, não raras vezes, depois do divórcio há o verdadeiro choque com a nova realidade. A desilusão e o vazio podem levar a que algumas pessoas se arrependam da escolha que fizeram. Ainda assim, em muitos desses casos, não é o amor romântico que faz com que se queira voltar a tentar, mas antes a dificuldade em gerir a nova identidade. Não tenho dados que me permitam avaliar o seu caso, mas gostaria de lhe sugerir que tentasse centrar-se naquilo que sente, que tentasse reconhecer os seus sentimentos em relação ao seu ex-marido, bem como os sonhos que compõem a sua idealização quando pensa novamente numa vida a dois. Só assim poderá, de forma mais clara e honesta, partilhar as suas emoções com o seu ex-marido e, quem sabe, abrir a porta a uma nova oportunidade.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1604053015311107771-3934458050975220493?l=apsicologaresponde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/3934458050975220493'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/3934458050975220493'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apsicologaresponde.blogspot.com/2010/04/divorcio-e-arrependimento.html' title='DIVÓRCIO E ARREPENDIMENTO'/><author><name>Cláudia Morais</name><uri>https://profiles.google.com/114522808266184403458</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-_agjL4wpQfg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAB0s/uQkbw7VAUbQ/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/S9hnRb7YjDI/AAAAAAAABHo/5RP2jBAWCKw/s72-c/Couple1.JPG' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1604053015311107771.post-1315722548208339477</id><published>2010-04-07T16:49:00.000+01:00</published><updated>2010-04-07T16:49:42.654+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ansiedade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Amor'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Família'/><title type='text'>LONGE DA NAMORADA GRÁVIDA</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/S7ypX2iRMYI/AAAAAAAABDg/DY39cMOAEHw/s1600/how.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="276" src="http://3.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/S7ypX2iRMYI/AAAAAAAABDg/DY39cMOAEHw/s400/how.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;Tenho 20 anos e a minha namorada está grávida. Ela está no Brasil, o meu filho está de 4 meses de gestação e a família dela só a deixa vir assim que eu tenha casa para a poder receber. Ando imensamente ansioso, não há um dia em que não me irrito com ela, por coisas absurdas. Não consigo arranjar trabalho, não tenho dinheiro para poder oferecer o que a minha namorada e filho mais precisam, sinto-me frustrado por não estar a acompanhar a gravidez dela, já não saio,  não convivo com os meus amigos, passo as noites inteiras a falar com ela através da Internet. Ela tem sido super paciente, mas eu não sei o que se passa comigo. Ando descontrolado, sem paciência para absulutamente nada, só penso nela, no meu filho e no dinheiro. Sinto imensa falta dela.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;L.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Há alturas na vida em que nada parece correr de feição, em que sentimos que os problemas tomam conta do quotidiano, transformando as conversas em discussões, as pausas em momentos de ansiedade e de desespero. Quando há falta de dinheiro, aumenta a probabilidade de nos sentirmos assim, desesperados. Bem sei que o facto de estar longe da pessoa que ama, particularmente nesta altura, é, em si mesmo, gerador de ansiedade. Mas é importante que se concentre nos problemas que pode gerir. Encontrar um novo emprego pode levar algum tempo, mas é algo que depende de si, do seu esforço, da sua perseverança. Neste momento é nisso que pode e deve concentrar-se. Lamentar-se diariamente pelo facto de não estar ao lado da sua namorada é compreensível, mas essa é uma preocupação infrutífera já que, por enquanto, não pode inverter a situação.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Além disso, e ainda que seja difícil, é importante relativizar a natureza das suas dificuldades. Apesar de todos estes obstáculos, a verdade é que estão todos bem de saúde e que nenhum dos seus problemas é inultrapassável. Tudo se resolverá, mais cedo ou mais tarde, e quanto mais sereno estiver, mais rapidamente será capaz de voltar a tomar as rédeas da sua vida.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1604053015311107771-1315722548208339477?l=apsicologaresponde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/1315722548208339477'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/1315722548208339477'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apsicologaresponde.blogspot.com/2010/04/longe-da-namorada-gravida.html' title='LONGE DA NAMORADA GRÁVIDA'/><author><name>Cláudia Morais</name><uri>https://profiles.google.com/114522808266184403458</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-_agjL4wpQfg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAB0s/uQkbw7VAUbQ/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/S7ypX2iRMYI/AAAAAAAABDg/DY39cMOAEHw/s72-c/how.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1604053015311107771.post-5784665747940747880</id><published>2010-04-05T10:52:00.000+01:00</published><updated>2010-04-05T10:52:00.303+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação dos Filhos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Família'/><title type='text'>SER CONTRARIADO... É COMPLICADO</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/S7j_e3W0tYI/AAAAAAAABDY/Dio4CryKiWM/s1600/ws.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="262" src="http://2.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/S7j_e3W0tYI/AAAAAAAABDY/Dio4CryKiWM/s400/ws.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;Sou mãe solteira, por opção. Aqui na minha casa nunca houve constrangimentos por esse facto. Talvez eu seja uma daquelas mulheres que se dispôs a viver a vida de acordo com as próprias convicções, porque penso que só assim é possível sentir-me bem comigo, logo, mais feliz. Portanto, nunca me preocupei em seguir ditames. Praticamente temos vivido só os dois, no fundo, um para o outro. Sempre soube que o meu filho era uma criança difícil, sempre mal disposto, principalmente ao acordar, altura em que sempre fez birras. Na escola começou a ter problemas com a assiduidade,lá pelos seus 12 ou 13 anos. E assim foi sendo progressivamente até completar o 5.º ano de escolaridade. Chumbou três vezes, dois anos devido à ausência de aproveitamento suficiente e um ano por faltas. Penso que tinha dificuldades em lidar com o ambiente da escola e com os colegas. Qualquer coisinha e ficava logo de cara feia. Há pouco tempo começou a trabalhar na mesma empresa onde laboro. De início tudo correu sobre rodas, parecia gostar muito e sentiu-se dono de si e do seu dinheiro. Mas mais tarde começou a queixar-se dos colegas. Primeiro ainda lhe dei alguma razão, porque até eu tive dificuldades quando entrei naquela empresa, igual a tantas outras. As pessoas é que são muitas e estão juntas oito horas diárias 5 dias por semana, situação que logo à partida pode gerar conflitos nos mais diversos contextos. Temos que saber adaptar-nos às circunstâncias do momento. Mas ele não se adapta e o pior foi a conclusão a que cheguei quando comecei a reunir as pontas. Parece haver algo de complicado com o meu filho, isto é, parece ter uma profunda incapacidade para ser contrariado, tudo tem de correr de acordo com a sua vontade e, se isso não acontecer, desiste. Basta um colega não concordar com ele, num qualquer ponto de uma conversa informal e o meu filho começa a nutrir sentimentos nada simpáticos acerca desse colega. Faço-lhe ver que as pessoas são livres de terem pontos de vista diferentes, até porque depende das experiências de cada um. Mas ele permanece irredutível, só ele é que sabe. Agora deu em faltar ao trabalho e com isto sinto-me desesperada. Que faz um jovem de 19 anos em casa, sem trabalhar, sem poder estabelecer e concretizar objectivos? Durante o seu tempo de escola dedicou-se a uma área da informática, sozinho, e através de intensas pesquisas no Google. Pelo que me foi possível saber, nessa área ele é muito bom. Talvez por isto vive a dizer que é o que gostaria de fazer, não entende que até essa oportunidade lhe cair do céu aos trambolhões, vai ter de trabalhar em outras coisas, como tantos outros fazem com tanto ou mais talento do que ele. Pode levar anos a conseguir os seus intentos, por isso queria que ele entendesse que não deve desempregar-se. Corre o risco, até, de se fartar de estar desempregado e ter de ir trabalhar para um local de que goste menos, aliás, onde estamos é bastante bom. Não consigo estabelecer conversas com ele. Quando o assunto lhe desagrada, desata aos gritos, nem que seja de madrugada, incomodando os vizinhos e diz que não tenho nada que me meter na vida dele. Que argumentos deverei utilizar para o convencer de que a direcção que está a tomar não é a melhor?&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;M.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;A resistência à frustração e a capacidade para enfrentar os obstáculos são competências essenciais ao nosso bem-estar emocional e isso ultrapassa, em larga medida, as questões associadas à realização profissional. É possível que o seu filho não tenha adquirido ainda a maturidade que lhe permita valorizar aquilo que tem, nem tão-pouco conviver com as desvantagens associadas a cada escolha. Compreendo que se sinta magoada e preocupada, sobretudo porque sabe com certeza que, sem esforço e até alguns sacrifícios, pouco ou nada se consegue na vida.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;É importante que no seu papel de mãe seja capaz de transmitir a forma como se sente em relação a alguns dos comportamentos do seu filho. Mais do que fazer críticas que possam ser entendidas como ataques ao seu carácter, importa que seja capaz de se centrar em si ("Quando tu... eu sinto-me..."). Mas também é crucial que possa exercer a sua autoridade como mãe e isso inclui, por exemplo, não patrocinar os gastos do seu filho. A crescente responsabilização e dedicação ao trabalho - nesta ou em qualquer outra organização - dependerão da sua própria capacidade para dizer não. Só assim será capaz de o levar a assumir e manter os seus compromissos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Para que a leitora possa manter o pagamento das despesas da família, teve com certeza de "engolir muitos sapos" ao longo da sua carreira, pelo que não será ajustado tentar proteger o seu filho de eventuais desilusões. É também com os erros e com as reviravoltas que se aprende e eu estou certa de que o seu filho vai a tempo de adquirir as competências necessárias para que possa ser um profissional respeitado.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1604053015311107771-5784665747940747880?l=apsicologaresponde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/5784665747940747880'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1604053015311107771/posts/default/5784665747940747880'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://apsicologaresponde.blogspot.com/2010/04/ser-contrariado-e-complicado.html' title='SER CONTRARIADO... É COMPLICADO'/><author><name>Cláudia Morais</name><uri>https://profiles.google.com/114522808266184403458</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-_agjL4wpQfg/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAB0s/uQkbw7VAUbQ/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/S7j_e3W0tYI/AAAAAAAABDY/Dio4CryKiWM/s72-c/ws.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1604053015311107771.post-9090521157129407523</id><published>2010-03-30T10:40:00.000+01:00</published><updated>2010-03-30T10:40:00.202+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Amor'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Infidelidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ciúme'/><title type='text'>DOIS AMORES</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/S7E-SS6oaRI/AAAAAAAABDI/m202NfrPUjc/s1600/Two+men+and+a+woman+running1_11657527_tcm11-18606.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="302" src="http://1.bp.blogspot.com/_01UuGXv-rtI/S7E-SS6oaRI/AAAAAAAABDI/m202NfrPUjc/s400/Two+men+and+a+woman+running1_11657527_tcm11-18606.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;i&gt;Sinto que a situação que vou expôr pode parecer ridícula ou até mesmo infantil, mas cheguei a um ponto em que não sei o que fazer, e dou por mim desesperada a tentar perceber. Tive uma relação que durou quase 6 anos, terminou de modo fulminante de um dia para o outro, e o meu ex, uns dias depois, já tinha outra companheira. Impus a mim mesma que não ia ficar mal, que ia superar desse por onde desse porque não era o fim de mundo. Confesso que nos dois primeiros dias senti o mundo a desabar, mas depois, de um dia para o outro, houve uma reviravolta interior e agarrei em todas as forças que tinha para seguir em frente. E segui. Não pensei nele, esforcei-me por sair, divertir-me, e viver a minha vida. Passados uns meses conheci outra pessoa com quem iniciei um relacionamento que dura há cerca de 18 meses. Sei que gosto dele, embora nunca me tenha conseguido entregar da mesma forma, e sei que às vezes demonstro até uma certa frieza. Esta relação não é um mar de rosas. Inicialmente foi completamente afectada por actos de machismo, tentativas de controlo da minha vida, pode-se até dizer que houve uma certa violência psicológica. A verdade é que ele mudou radicalmente, ainda que não seja perfeito. Mas sinto que nunca o desculpei verdadeiramente por aquele sofrimento que eu não merecia e que durou meses. E há umas semanas dou por mim a pensar no meu ex-namorado, de manhã à noite, de forma sufocante. Lembro-me das coisas que não merecia, da traição, mas lembro-me sobretudo das coisas boas, até com uma certa saudade, porque nunca mais senti aquela paixão. A verdade é que me sinto desonesta agora, porque estou com alguém que gosta de mim, e tenho medo de estar confusa. Parece que tudo o que devia sentir pelo meu ex quando acabámos e que foi completamente recalcado vem agora à tona e deixa-me sem reacção. Nao quero magoar a pessoa com quem estou, e gostava de poder expor certas coisas, não contar tudo, mas falar com ele. Mas ele nunca aceitaria, até porque tem muitos ciúmes. O meu ex nunca saiu da minha vida, sempre fui obrigada a vê-lo, a conviver com ele, e a agir como se fosse tudo normal. E, neste momento, sei que não é. Não sei o que fazer. Não quero ser o tipo de mulher que está com alguém a pensar noutra pessoa. Mas também não quero deixar a pessoa com quem estou, talvez por uma mera infantilidade que poderá passar com o tempo. &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;i&gt;D.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Não só não considero nada ridícula a questão que colocou como devo dizer-lhe que esta é uma situação relativamente comum. Nem todas as pessoas são capazes de reconhecer as suas próprias emoções, tão-pouco de as gerir de forma inteligente. Daí que nos confrontemos diariamente com situações familiares onde não reina a harmonia ou com casais que há muito deixaram de se amar mas que, por algum motivo, não são capazes de assumir a ruptura.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: magenta;"&gt;Tanto quanto pude perceber, não se sente segura em relação ao que sente pelo seu namorado. Ora, quando não nos sentimos seguros em relação aos nossos sentimentos, aumenta a probabilidade de surgirem comparações com as relações anteriores, ou até com outras pessoas com quem convivamos. O que acontece é que algures ao longo deste tempo alguma coisa esmoreceu, permitindo que se abrisse espaço para este tipo de balanços.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Ver
